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Aneel mantém bandeira verde, sem custo extra, na conta de luz em fevereiro Foto: iStockphoto/Getty Images

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou na sexta-feira (30) que a conta de luz em fevereiro terá bandeira verde, sem custo extra na cobrança das tarifas.

A bandeira verde havia sido acionada em janeiro e foi mantida em fevereiro. A agência reguladora argumenta que, devido ao volume de chuvas, houve melhora no nível dos reservatórios das usinas.

“De um modo geral, as chuvas foram mais favoráveis nos últimos 15 dias de janeiro, em relação à primeira quinzena desse mês, havendo uma recuperação do nível dos reservatórios das usinas nas regiões Sudeste, Centro-Oeste, Nordeste e Norte. Dessa forma, não será necessário despachar as usinas termelétricas mais caras’, diz a Aneel.

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Aneel reduz taxa extra da conta de luz em dezembro, agora em bandeira amarela Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou, na sexta-feira (28), que recuou do primeiro patamar da bandeira vermelha para a bandeira amarela. Na prática, a taxa extra da conta de luz diminui de R$ 4,46 por 100 kWh (quilowatt-hora) consumidos para R$ 1,885.

Segundo o regulador, a expectativa de maior precipitação em dezembro em relação ao mês anterior na maior parte do país permitiu a mudança. Ainda assim, o prognóstico indica menos chuvas do que a média histórica para este mês do ano.

“Diante de condições de geração de energia um pouco mais favoráveis, foi possível mudar da bandeira vermelha patamar 1 para amarela. Por isso, o acionamento das termelétricas continua sendo essencial para atender à demanda”, diz a Aneel em nota.

A eletricidade de origem fóssil serve como complemento nos horários de maior consumo e no período noturno, quando a geração solar cessa.

 No atual cenário, sobra energia renovável em determinadas partes do dia, em que a agência obriga o desligamento de parte do abastecimento solar, e falta em outros momentos.

Nos meses de setembro e outubro, o preço da conta de luz, em bandeira vermelha, pressionou a inflação, embora os preços dos alimentos estivessem em queda.

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Aneel mantém bandeira vermelha 1 na conta de luz em novembro Foto: iStockphoto/Getty Images

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou nesta quarta-feira (19) a manutenção da bandeira vermelha patamar 1 irá vigorar no mês de novembro. Isso significa que as contas de energia elétrica terão adicional de R$ 4,46 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.

Em agosto e setembro, a Aneel havia acionado a bandeira vermelha patamar 2, com adicional de R$ 7,87 por 100 kWh. Em outubro, a bandeira foi reduzida para o patamar 1.

De acordo com a Aneel, a medida foi adotada por causa do baixo volume de chuvas, afetando o nível dos reservatórios para a geração de energia nas usinas hidrelétricas.

“O cenário segue desfavorável para a geração hidrelétrica, devido ao volume de chuvas abaixo da média e à redução nos níveis dos reservatórios. Dessa forma, para garantir o fornecimento de energia é necessário acionar usinas termelétricas, que têm custo mais elevado, justificando a manutenção da bandeira vermelha patamar 1”, informou a agência.

A agência reguladora de energia elétrica acrescentou “que a fonte solar de geração é intermitente e não injeta energia para o sistema o dia inteiro". "Por essa razão, é necessário o acionamento das termelétricas para garantir a geração de energia quando não há iluminação solar, inclusive no horário de ponta”, acrescentou.

Matina
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Moradores revoltados com constantes quedas de energia em Matina Foto: Alexandre de Almeida/Achei Sudoeste

Moradores de Matina estão insatisfeitos com as constantes quedas de energia registradas na cidade.

Ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar, Alexandre de Almeida relatou que o problema tem ocorrido de forma reiterada há meses. “Cai e volta, cai e volta, todos os dias à noite”, afirmou.

As quedas têm provocado diversos prejuízos, visto que, segundo Alexandre, equipamentos são danificados e até queimados diante da instabilidade.

Na noite desta terça-feira (05), ele relatou que a energia chegou a cair mais de 20 vezes no município. Até o comércio está sendo prejudicado com o problema. “Os comerciantes não conseguiram vender à noite. Quem tem bar, restaurantes, essas coisas. Não podemos assistir TV, não podemos ligar o ar-condicionado”, criticou.

Apesar das inúmeras queixas, a concessionária não apresenta uma justificativa ou sequer uma posição frente à situação. “Ninguém fala nada. Eu mesmo já abri vários chamados na Coelba, mas a empresa diz apenas que tá encaminhando um técnico. Ele nunca aparece e fica por isso mesmo”, completou.

A população tem pressionado a prefeitura e a Câmara de Vereadores para intervirem e acionarem o Ministério Público, porém, até o momento, nenhum dos poderes se manifestou. “Estamos à mercê. Somos vistos como pequenos por essa empresa”, disparou Almeida, cobrando uma solução para o problema, tendo em vista à essencialidade do serviço.

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Aneel mantém bandeira para vermelha 1 na conta de luz em novembro

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou nesta sexta-feira (31) a manutenção da bandeira vermelha patamar 1 irá vigorar no mês de outubro. Isso significa que as contas de energia elétrica terão adicional de R$ 4,46 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.

Em agosto e setembro, a Aneel havia acionado a bandeira vermelha patamar 2, com adicional de R$ 7,87 por 100 kWh. Em outubro, a bandeira foi reduzida para o patamar 1.

De acordo com a Aneel, a medida foi adotada por causa do baixo volume de chuvas, afetando o nível dos reservatórios para a geração de energia nas usinas hidrelétricas.

“O cenário segue desfavorável para a geração hidrelétrica, devido ao volume de chuvas abaixo da média e à redução nos níveis dos reservatórios. Dessa forma, para garantir o fornecimento de energia é necessário acionar usinas termelétricas, que têm custo mais elevado, justificando a manutenção da bandeira vermelha patamar 1”, informou a agência.

A agência reguladora de energia elétrica acrescentou “que a fonte solar de geração é intermitente e não injeta energia para o sistema o dia inteiro". "Por essa razão, é necessário o acionamento das termelétricas para garantir a geração de energia quando não há iluminação solar, inclusive no horário de ponta”, acrescentou.

Macaúbas
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Mãe luta para cuidar de filha com deficiência sem energia elétrica em Macaúbas Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Em meio a dificuldades diárias, uma moradora do distrito do Açude, em Macaúbas, tenta manter a rotina e cuidar da filha com deficiência, mesmo sem ter acesso a energia elétrica em casa.

Há meses, ela espera pela ampliação da rede da Coelba, enquanto utiliza, de forma improvisada, a energia emprestada de um vizinho. A mãe conta que a criança sofre crises frequentes e necessita de cuidados constantes.

O calor intenso e a falta de ventilação adequada agravam o quadro de saúde da menina. “Minha prioridade é a luz. Minha filha passa noites em claro por causa do calor e as crises aumentam. A gente fica sem dormir, sem descanso”, disse ao Macaúbas FM.

A energia compartilhada, segundo a mulher, é insuficiente até para manter um ventilador ligado por muito tempo.

A instalação de um ar-condicionado, essencial para amenizar o calor e proporcionar mais conforto à filha, se tornou impossível devido à baixa potência.

Além da falta de energia, a moradora também enfrenta a irregularidade no abastecimento de água.

Ela afirma que técnicos já estiveram no local e prometeram resolver o problema, mas até agora nada foi feito. Em resposta, a Coelba confirmou que o caso está cadastrado no sistema da empresa.

De acordo com a concessionária, a solicitação de extensão de rede elétrica foi aprovada e aguarda execução.

Outra nota de serviço define o prazo de atendimento até 31 de março de 2026. “Identificamos que a titular possui registrada para extensão de rede, que está na última etapa do atendimento, liberada para execução. Verifiquei também que foi registrada a relacionada ao prazo de atendimento dessa extensão de rede”, disse a Coelba.

Apesar da demora, a moradora se apega à fé de que a ligação da energia aconteça antes do prazo oficial. “Com essa notícia, fico feliz, porque é uma esperança. Que Deus abençoe pra que seja logo, porque minha filha precisa muito”, disse.

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Aneel mantém bandeira vermelha patamar 2 em setembro Foto: rawpixel.com/Freepik

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu nesta sexta-feira (29) manter a bandeira vermelha e, com isso, a conta de luz seguirá mais cara. Segundo a Aneel, “as atuais condições de afluência dos reservatórios das usinas, abaixo da média, não são favoráveis para a geração hidrelétrica”. “Em consequência, há necessidade de maior acionamento de usinas termelétricas, com elevados custos de geração, o que justifica a manutenção da bandeira vermelha patamar 2 para setembro”, declarou a agência reguladora em nota. A Aneel projeta que a conta de luz deve ter um reajuste médio de 6,3% em 2025, o que indica que as tarifas de energia elétrica devem subir mais do que a inflação neste ano – a última projeção do mercado financeiro é de um índice de 5,05%. A projeção sobre o reajuste neste ano está em um boletim divulgado pela agência reguladora – o Infotarifa – há duas semanas. O aumento da estimativa é influenciado, principalmente, pelo orçamento da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) de 2025, fixado em R$ 49,2 bilhões. O valor é 8,6 bilhões acima do previsto anteriormente.

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Conta de luz terá bandeira tarifária vermelha patamar 2 em agosto Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

O mês de agosto terá um aumento nas contas de energia devido ao acionamento da bandeira tarifaria vermelha, no maior patamar, o 2, anunciou nesta sexta-feira (25) a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Com isso, os consumidores terão custo extra de R$ 7,87 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. Segundo a agência, a adoção da bandeira no patamar 2, após ter acionado o patamar 1 em junho e julho, ocorreu diante do cenário de chuvas abaixo da média em todo o país, o que reduziu a geração hidrelétrica. “O cenário de afluências abaixo da média em todo o país reduz a geração por meio de hidrelétricas. Esse quadro eleva os custos de geração de energia, devido à necessidade de acionamento de fontes mais caras, como as usinas termelétricas”, disse a Aneel. Em maio, a Aneel acionou a bandeira amarela por conta do baixo volume de chuvas em razão da transição do período chuvoso para o período seco do ano. Além disso, as previsões de chuvas e vazões nas regiões dos reservatórios para os próximos meses ficaram abaixo da média. Desde dezembro de 2024, a bandeira tarifária permanecia verde, por causa das condições favoráveis de geração de energia no país. Segundo a Agência, a mudança ocorreu devido à redução das chuvas, com a transição do período chuvoso para o período seco do ano. “Com o acionamento da bandeira vermelha patamar 2, a Aneel reforça a importância da conscientização e do uso responsável da energia elétrica. A economia de energia também contribui para a preservação dos recursos naturais e para a sustentabilidade do setor elétrico como um todo”, alertou a agência reguladora.

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Aneel mantém bandeira vermelha para julho, com cobrança extra Foto: Pixabay

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou nesta sexta-feira (30) que está mantida a bandeira vermelha patamar 1 para julho de 2025, o que implica em uma cobrança adicional de R$ 4,46 a cada 100 kWh consumidos. Segundo a agência, o volume de água que chega aos reservatórios está abaixo da média, o que compromete a geração hidrelétrica e pressiona os custos de energia. “A continuidade do cenário de afluências abaixo da média em todo o país reduz a geração de energia por hidrelétricas. Esse quadro tende a elevar os custos de geração de energia, devido à necessidade de acionamento de fontes mais onerosas para geração, como as usinas termelétricas”, argumentou a agência reguladora. A bandeira vermelha foi acionada em junho. Com o a tarifa mais alta, a Aneel recomenda que os sejam adotadas medidas para reduzir o consumo de energia e, assim, evitar um impacto maior nas contas. “A Aneel reforça a importância da conscientização e do uso responsável da energia elétrica. A economia de energia também contribui para a preservação dos recursos naturais e para a sustentabilidade do setor elétrico como um todo”, disse à agência. Criado pela Aneel em 2015, o sistema de bandeiras tarifárias informa aos consumidores os custos variáveis da geração de energia no Brasil. Ele considera fatores como o custo variável da produção de energia, disponibilidade de recursos hídricos e o acionamento de usinas termelétricas, que são mais caras. Com esse sistema, o consumidor passa a ter mais controle sobre sua conta de energia. Por exemplo, ao saber que a bandeira está vermelha, pode reduzir o consumo para economizar.

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Aneel aciona bandeira vermelha e conta de luz ficará mais cara em junho Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou que a bandeira tarifária para o mês de junho será vermelha, no patamar 1, o que resultará em aumento no valor das contas de luz. Com a decisão anunciada nesta sexta-feira (30), os consumidores terão cobrança adicional de R$ 4,46 a cada 100 kW/h (quilowatt-hora) consumidos. A medida foi adotada devido à queda no volume de chuvas e à consequente redução na geração de energia por hidrelétricas. Diante da baixa nas afluências, será necessário acionar usinas termoelétricas, cuja geração tem custo mais elevado. A avaliação foi feita com base nas projeções do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). Segundo a Aneel, o cenário atual justifica a adoção da bandeira vermelha e serve também como um alerta para o uso consciente da energia elétrica. No mês de maio, a bandeira tarifária ainda era amarela. O sistema de bandeiras tarifárias foi criado para indicar, de forma transparente, os custos reais da produção de energia no país. Quando o custo sobe, a cobrança extra é aplicada automaticamente nas faturas dos consumidores.

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Conta de luz: Governo vai cobrar mais da classe média para isentar a baixa renda Foto: Pixabay

O governo Lula faz os últimos ajustes em uma medida provisória (MP) para promover uma ampla mudança no setor elétrico que, no curto prazo, terá como consequência aumentar as contas de luz de consumidores de classe média. O projeto prevê a ampliação da tarifa social para isentar da conta de luz famílias de baixa renda que consomem até 80 kWh de energia por mês. Outras que consomem até 120 kWh por mês e têm renda per capita entre meio e um salário mínimo teriam um desconto. Ao todo, segundo o governo, 60 milhões de pessoas poderão ser beneficiadas. Procurado, o Ministério de Minas e Energia não quis comentar. O programa social será pago com os encargos que incidem e encarecem as contas de luz dos consumidores do mercado regulado, ou seja, os residenciais e o pequeno comércio. O impacto estimado pelo governo é de que isso custará R$ 3,6 bilhões ou um aumento de 1,4% nas contas de luz. A consultoria privada Volt Robotics calcula um impacto maior, de R$ 7 bilhões.

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Contas de luz terão bandeira amarela em maio Foto: iStockphoto/Getty Images

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou na sexta-feira (25) que a bandeira tarifária em vigor em maio de 2025 será a amarela. Com isso, o valor extra na conta de luz será de R$ 1,885 para cada 100 kWh consumidos. A decisão foi tomada em função da diminuição das chuvas, característica da passagem do período úmido para o seco, com projeções indicando precipitações e volumes de água nos reservatórios abaixo da média para os próximos meses. Desde dezembro de 2024, o país vinha operando sob a bandeira verde, refletindo boas condições para a produção de energia elétrica. No entanto, com a chegada do período de estiagem, a expectativa é que a geração de energia por hidrelétricas sofra uma queda. Esse cenário pode exigir o uso mais frequente de termelétricas, que têm custos de produção mais elevados. O modelo de bandeiras tarifárias foi criado pela Aneel em 2015 para trazer mais clareza ao consumidor sobre os custos de geração de energia a cada mês. A ferramenta funciona como um indicativo das condições do setor elétrico e orienta os usuários quanto ao cenário energético do país. Diante da ativação da bandeira amarela, a Aneel reforça a importância de manter o consumo consciente de energia. Evitar desperdícios e adotar práticas de economia são atitudes fundamentais para colaborar com a sustentabilidade e a estabilidade do sistema elétrico.

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Aneel mantém bandeira verde na conta de luz em abril, sem cobrança extra Foto: Marcello Casal jr/Agência Brasil

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou que a bandeira tarifária para o mês de abril será verde, sem cobrança extra na tarifa. Segundo nota publicada pela agência reguladora, mesmo com a transição do período chuvoso para o seco, a geração de usinas hidroelétricas, mais barata que a geração térmica, continua em níveis estáveis. Apesar das condições favoráveis, a agência reguladora pede que os consumidores mantenham bons hábitos de consumo. “A Aneel reforça que é crucial manter bons hábitos de consumo para evitar desperdícios e contribuir para a sustentabilidade do setor elétrico”, diz a nota. A bandeira está em vigor desde dezembro de 2024, quando a agência mudou a cor da bandeira de amarela para verde após o fim da seca e o aumento das chuvas no país. As informações são da Agência Brasil.

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Consumidor continuará sem cobrança extra na conta de luz em fevereiro Foto: Reprodução/Agência Brasil

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu manter em fevereiro a bandeira verde, a menos onerosa, para a cobrança pelo fornecimento de energia elétrica pelo Sistema Interligado Nacional (SIN). Será a terceira vez consecutiva em que a tarifa mensal não sofrerá nenhum acréscimo. A cor da bandeira decidida mês a mês reflete a variação dos custos de geração de energia aferida pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), que define a melhor estratégia de geração de energia para atendimento da demanda. Nos meses chuvosos no Brasil, como novembro, dezembro e janeiro, os reservatórios das usinas hidrelétricas alcançam maior volume, o que dispensa geração de energia pelas termoelétricas, mais caras – além de poluentes por causa do uso de combustível fóssil. O sistema de bandeiras, criado em 2015, funciona como um sinal de trânsito e informa ao consumidor a necessidade de economia de luz em razão da variação do preço para a produção de energia elétrica. As informações são da Agência Brasil.

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Conta de luz continua sem cobrança extra em janeiro Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A melhora das condições de geração de energia, em especial devido às chuvas que melhoraram os níveis dos reservatórios das usinas hidrelétricas, garantiram a manutenção da bandeira tarifária verde para o mês de janeiro de 2025. Com isso, não será cobrado valor adicional nas contas de luz dos brasileiros, informou a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). “A bandeira tarifária permaneceu verde de abril de 2022 até julho de 2024. A boa notícia se repetiu em dezembro de 2024 e será mantida em janeiro de 2025 devido a permanência das condições favoráveis de geração de energia no país”, justificou a Aneel. De acordo com a agência, os níveis dos reservatórios aumentaram com a chegada do período chuvoso, o que resultou em aumento da geração das usinas hidrelétricas. “Dessa forma, se aciona menos empreendimentos com energia mais cara, como é o caso das usinas termelétricas”, acrescentou em nota divulgada na sexta-feira (27).

Guanambi
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Há 3 anos, moradores de Guanambi convivem com constantes quedas de energia Foto: Armando Cardoso/Achei Sudoeste

Há cerca de 3 anos, moradores do Bairro São Sebastião, na cidade de Guanambi, convivem com constantes quedas de energia. Ao site Achei Sudoeste, Armando Cardoso disse que é comum a energia cair no período da noite, causando diversos transtornos para os moradores. Apesar das queixas à Coelba, Cardoso denunciou que a empresa age quando quer, muitas vezes enviando técnicos para o local a fim de resolver o problema só dois dias depois.

Há 3 anos, moradores de Guanambi convivem com constantes quedas de energia Foto: Armando Cardoso/Achei Sudoeste

“Isso está acontecendo constantemente há 3 anos. Uma vez perdi uma remessa de produtos que eu iria comercializar. Tive que comprar tudo de novo porque era alimento perecível. Fiquei no prejuízo”, afirmou. O morador relatou que, além da conta de energia, paga uma taxa referente à iluminação pública. O bairro é afastado do centro e sofre com deficiência em serviços públicos.

Economia
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Outubro terá bandeira tarifária mais cara do sistema nas contas de luz Foto: Reprodução

A bandeira tarifária para o mês de outubro será vermelha patamar 2, com cobrança extra de R$ 7,877 na conta de luz para cada 100 quilowatts-hora (kWh) de energia elétrica consumidos. De acordo com a Agência Brasil, esta é a primeira vez, desde agosto de 2021, que a bandeira mais cara do sistema criado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) é acionada. Segundo a Aneel, um dos fatores que determinaram o acionamento da bandeira?vermelha patamar 2 foi o risco hidrológico, ou seja, a baixa previsão de chuva para os reservatórios das hidrelétricas. Também teve influência a elevação do preço do mercado de energia elétrica em outubro. Uma sequência de bandeiras verdes foi iniciada em abril de 2022 e interrompida apenas em julho de 2024 com bandeira amarela, seguida da bandeira verde em agosto, e da vermelha, patamar 1, em setembro. No mês passado, a Aneel chegou a anunciar a bandeira vermelha patamar 2 para setembro, mas corrigiu a informação dias depois. Criado em 2015 pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias reflete os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em níveis, as bandeiras indicam quanto está custando para o Sistema Interligado Nacional gerar a energia usada nas casas, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias, considerando fatores como a disponibilidade de recursos hídricos, o avanço das fontes renováveis, bem como o acionamento de fontes de geração mais caras como as termelétricas. As cores verde, amarela ou vermelha (nos patamares 1 e 2) indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração, sendo a bandeira vermelha a que tem custo maior, e a verde, sem custo extra. Segundo a Aneel, as bandeiras permitem ao consumidor um papel mais ativo na definição de sua conta de energia. “Ao saber, por exemplo, que a bandeira está vermelha, o consumidor pode adaptar seu consumo para ajudar a reduzir o valor da conta”, avalia a agência.

Economia
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Aneel reduz patamar de bandeira vermelha e reajuste pode ser menor na conta de luz

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) divulgou nota nesta quarta-feira (4) para informar o ajuste da bandeira vermelha para o patamar 1. Os dados foram corrigidos após ajustes do Programa Mensal de Operação pelo Operador Nacional do Sistema (ONS). Diante dessa alteração, a Aneel solicitou para a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) avaliação das informações e recálculo dos dados, o que indicou o acionamento da bandeira vermelha patamar 1. Nesse patamar serão cobrados R$ 4,463 para cada 100 quilowatt-hora consumidos. Além disso, a diretoria da Aneel definiu que serão instaurados processos de fiscalização para auditar os procedimentos dos agentes envolvidos na definição da PMO e cálculo das bandeiras.

Brasil
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Aneel muda bandeira tarifária para vermelha patamar 2 em setembro Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A bandeira tarifária de energia elétrica em setembro será vermelha patamar 2. De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a previsão de escassez de chuvas e o clima seco com temperaturas altas motivaram o acionamento de usinas térmicas, aumentando os custos da operação do sistema elétrico. Esta é a primeira vez em pouco mais de três anos que a bandeira vermelha patamar 2 é acionada, a última foi em agosto de 2021. Uma sequência de bandeiras verdes foi iniciada em abril de 2022 e interrompida apenas em julho de 2024 com bandeira amarela, seguida de bandeira verde em agosto. O anúncio da Aneel, nessa sexta-feira (30), sinaliza maiores custos para a geração de energia elétrica, com um acréscimo de R$ 7,877 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. Com a previsão de chuvas abaixo da média no próximo mês, o volume de água nos reservatórios das hidrelétricas do país também deve ficar cerca de 50% abaixo da média. “Esse cenário de escassez de chuvas, somado ao mês com temperaturas superiores à média histórica em todo o país, faz com que as termelétricas, com energia mais cara que hidrelétricas, passem a operar mais”, explicou a Aneel. Criadas em 2015 pela Aneel, as bandeiras tarifárias refletem os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em níveis, as bandeiras indicam quanto está custando para o SIN gerar a energia usada nas casas, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias, considerando fatores como a disponibilidade de recursos hídricos, o avanço das fontes renováveis, bem como o acionamento de fontes de geração mais caras como as termelétricas. As cores verde, amarela ou vermelha (nos patamares 1 e 2) indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração, sendo a bandeira vermelha a que tem um custo maior, e a verde, sem custo extra.

Brumado
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Apagão atingiu município de Brumado na noite desta segunda-feira (12) Foto: Kauê Souza/Achei Sudoeste

O município de Brumado ficou às escuras na noite desta segunda-feira (12), por volta das 19h20. O apagão durou cerca de 45 minutos, sendo logo corrigido pelos técnicos da regional da Coelba, concessionária responsável pela distribuição de energia. O motivo do blecaute ainda não divulgado. Segundo apurou o site Achei Sudoeste, mesmo com o incidente, não foram registradas maiores alterações na cidade.

Chapada Diamantina
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Comunidade rural espera há mais de 20 anos por energia elétrica em Iramaia Foto: Reprodução/88 FM

Na zona rural de Iramaia, na Chapada Diamantina, os moradores da comunidade de União e Fazenda Zabelê enfrentam há mais de 20 anos uma dura realidade sem energia elétrica. De acordo com a Rádio 88 FM, eles não podem fazer uso de itens básicos, como geladeiras, que são essenciais para a conservação de alimentos. Em uma região onde as temperaturas ultrapassam os 30 graus, a falta de refrigeração é um risco à saúde e os moradores são obrigados a se deslocar com frequência até a cidade para comprar alimentos frescos. O gasto impacta no orçamento das famílias, que são de baixa renda. Em pleno século XXI, os moradores ainda utilizam candeeiros. “Só tem promessa de colocar energia e, até hoje, nunca colocou. Moramos em um lugar tão perto da energia, cerca de 3 km, mas não temos”, lamentou um morador. Há anos, a comunidade, composta por 42 casas, vêm fazendo solicitações à Neoenergia Coelba, concessionária responsável pelo fornecimento de energia elétrica na Bahia, mas sem sucesso. Até mesmo um projeto foi desenvolvido para atender a comunidade, porém a promessa de eletrificação nunca se concretizou. A espera prolongada tem gerado uma sensação de completo abandono entre os habitantes, que continuam aguardando a tão sonhada energia elétrica.

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Julho terá bandeira amarela na conta de luz, define Aneel

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou que a conta de luz terá acréscimo de R$ 1,88 a cada 100 kW/h consumidos no mês de julho. As informações são da Agência Brasil. A cobrança adicional vai ocorrer por causa do acionamento da bandeira tarifária amarela. Segundo a agência, a previsão de chuva abaixo de média e a expectativa de aumento do consumo de energia justificam a tarifa extra. O alerta foi publicado na sexta-feira (28). “Essa é a primeira alteração na bandeira desde abril de 2022. Ao todo, foram 26 meses com bandeira verde. Com o sistema de bandeiras, o consumidor consegue fazer escolhas de consumo que contribuem para reduzir os custos de operação do sistema, reduzindo a necessidade de acionar termelétricas”, afirmou a Aneel. A previsão de escassez de chuvas e as temperaturas mais altas no país aumentam os custos de operação do sistema de geração de energia das hidrelétricas. Dessa forma, é necessário acionar as usinas termelétricas, que possuem custo maior. Criado pela Aneel em 2015, o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo real da energia gerada, possibilitando aos consumidores o bom uso da energia elétrica. O cálculo para acionamento das bandeiras tarifárias leva em conta, principalmente, dois fatores: o risco hidrológico e o preço da energia. As bandeiras tarifárias funcionam da seguinte maneira: as cores verde, amarela ou vermelha (nos patamares 1 e 2) indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração, sendo a bandeira vermelha a que tem um custo maior, e a verde, o menor.

Economia
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Lula assina MP que prevê redução de 3,5% a 5% na conta de luz Foto: Reprodução

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou, na terça-feira (9), no Palácio do Planalto, uma medida provisória (MP) para permitir investimento em geração de energia sustentável e redução de reajustes anuais nas contas de luz até 2026. A proposta prevê R$ 165 bilhões em geração hidroelétrica, eólica, solar e de biomassa. Segundo o governo, a proposta pode gerar até 400 mil empregos com os investimentos privados. Para que isso seja viabilizado, a MP, segundo o governo, permite adequação de prazos de projetos de geração de energia limpa e renovável ao cronograma de implantação das linhas de transmissão leiloadas pelo governo para escoamento para o centro de carga. Os empreendimentos de energia renováveis poderão acrescentar até 34 gigawatts (GW) de potência ao Sistema Interligado Nacional (SIN), segundo projeções do Ministério de Minas e Energia (MME). A proposta também antecipa recebimento de recursos a serem pagos no processo de privatização da Eletrobras. Esses recursos pagariam os custos adicionais de energia pelo efeito da pandemia e da crise hídrica de 2021. A medida pode reduzir entre 3,5% a 5% os reajustes anuais nas contas de luz, de acordo com o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira. “Vamos corrigir um erro grotesco que o setor elétrico conhece bem, do governo anterior. Alguém, em algum momento, achou uma ótima ideia fazer negócios com juros elevadíssimos e jogar o boleto no colo dos brasileiros e brasileiras mais pobres e da classe média, que são os consumidores regulados”, destacou o ministro.

Brasil
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Aneel mantém bandeira verde e conta de luz não terá taxa adicional em dezembro Foto: iStockphoto/Getty Images

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) manteve a bandeira verde para o mês de dezembro, desta forma, o consumidor não pagará taxa extra sobre a conta de luz. A conta de luz está sem taxas desde o fim da bandeira de escassez hídrica, que durou de setembro de 2021 até meados de 2022. De acordo a Aneel, a bandeira verde foi escolhida devido às condições favoráveis de geração de energia, com os reservatórios das usinas hidrelétricas em níveis satisfatórios. A agência reguladora informa que o nível de armazenamento dos reservatórios atingiu 87% em média no início do período seco, o que explica o cenário favorável do momento. Na última sexta-feira (24), diretor-geral Sandoval Feitosa reforçou a importância do acionamento da bandeira verde. “Com o anúncio do mês dezembro, fica confirmada a previsão feita no início de 2023 de bandeira verde para todo ano. A bandeira permanece assim desde abril de 2022 e, com isso, totalizamos 20 meses sem cobrança de custos adicionais nas contas de energia. A notícia é positiva e indica condições favoráveis de geração em todo o país”, ressaltou Feitosa.

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Aneel mantém bandeira tarifária verde para março Foto: iStockphoto/Getty Images

O consumidor não pagará taxa extra sobre a conta de luz em março. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) manteve a bandeira verde para o próximo mês para todos os consumidores conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN). De acordo com a Agência Brasil, a conta de luz está sem essas taxas desde o fim da bandeira de escassez hídrica, que durou de setembro de 2021 até meados de abril de 2022. Segundo a Aneel, na ocasião a bandeira verde foi escolhida devido às condições favoráveis de geração de energia, com os reservatórios das usinas hidrelétricas em níveis satisfatórios. Caso houvesse a instituição das outras bandeiras, a conta de luz refletiria o reajuste de até 64% das bandeiras tarifárias aprovado em junho de 2022 pela Aneel. Segundo a agência, os aumentos refletiram a inflação e o maior custo das usinas termelétricas neste ano, decorrente do encarecimento do petróleo e do gás natural nos últimos meses.

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