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Jequié
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Operação Calamus prende profissional de saúde em Jequié Foto: Divulgação/Polícia Civil

Um enfermeiro de 40 anos foi preso em flagrante durante a Operação Calamus, deflagrada nesta terça-feira (18), pela Polícia Civil, em Jequié. Ele é investigado por comercializar ilegalmente a substância tirzepatida, medicamento utilizado em protocolos de emagrecimento. A prisão ocorreu na residência do investigado, no bairro Alto do Cemitério, onde foram apreendidos 29 frascos da substância.

A operação teve como objetivo cumprir mandados de busca e apreensão expedidos pelo Poder Judiciário, no âmbito de investigação que apura a comercialização ilegal do medicamento. Durante as diligências, foram cumpridos mandados em residências de oito investigados, distribuídos nos bairros Centro, Mandacaru, Joaquim Romão, Cidade Nova e São Judas. Entre os alvos, estão três profissionais da área de saúde e cinco pessoas apontadas como responsáveis pela divulgação e comercialização dos produtos por meio de redes sociais.

De acordo com as investigações, o grupo atuava na venda clandestina da substância, sem autorização dos órgãos competentes, utilizando plataformas digitais para anunciar e distribuir o material. Ao todo, foram apreendidos aproximadamente 60 frascos de tirzepatida e cerca de 300 seringas descartáveis, que seriam utilizadas na aplicação do medicamento. Além disso, a equipe apreendeu celulares, documentos e outras medicações vendidas ilegalmente.

A operação, realizada pela Delegacia Territorial de Jequié, contou com o apoio de equipes do Grupo de Apoio Técnico e Tático à Investigação (GATTI/Central) e das Delegacias de Tóxicos e Entorpecentes (DTE), de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR), Especial de Atendimento à Mulher (Deam) e Territorial de Ipiaú (DT/Ipiaú).

O preso, que também possui graduação em medicina em uma universidade do Paraguai, permanece à disposição do Poder Judiciário. As investigações seguem em andamento para identificar outros envolvidos e aprofundar a apuração sobre a rede de comercialização ilegal na região.

Saúde
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Anvisa aprova medicamento para tratar câncer agressivo no sangue Foto: Lock Stock/GettyImages

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou na segunda-feira (18) duas novas indicações para o medicamento Tibsovo (ivosidebine), uma terapia-alvo para o câncer disponibilizada pelo laboratório Servier. A aprovação disponibiliza o tratamento para pacientes adultos com leucemia mieloide aguda (LMA), um tipo de câncer que afeta as células da medula óssea. O aval acontece para duas situações: em associação com outro medicamento chamado azacitidina para pacientes com LMA com mutação no gene IDH1 recém-diagnosticados e que não foram elegíveis para quimioterapia; e para pessoas com o câncer com IDH1 mutado que não responderam adequadamente ao tratamento anterior. O medicamento já estava disponível no Brasil desde 2024 para o tratamento de colangiocarcinoma avançado ou metastático com A LMA é um tipo agressivo de câncer de sangue e responde por cerca de 20% a 30% dos casos de leucemia no Brasil. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), para o triênio 2023-2025, são previstos 11,5 mil novos casos de leucemia por ano no país, o que representa entre 2,3 mil e 3,4 mil diagnósticos anuais do câncer. A doença leva ao acúmulo de células imaturas, chamadas blastos, que dificultam a formação de glóbulos vermelhos, brancos e plaquetas, causando sintomas como fadiga intensa, maior risco de infecções e sangramentos. O tratamento da LMA pode incluir quimioterapia, terapias-alvo e, em alguns casos, transplante de medula óssea.

Saúde
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Medida Provisória mantém isenção a medicamentos importados Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

A isenção do imposto de importação para medicamentos foi estendida pelo governo federal em medida provisória publicada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU), na sexta-feira (25). As informações são da Agência Brasil. A redução a zero da alíquota do tributo é válida para a aquisição de medicamentos por pessoa física até o limite de US$ 10 mil ou equivalente em outra moeda. “A edição da MP é justificada como medida fundamental para garantir o direito social à saúde, tendo em vista que a incidência do Imposto de Importação poderia dificultar a aquisição de medicamentos considerados essenciais à sobrevivência, além de contribuir para um ambiente mais justo e transparente”, informou a assessoria da Presidência da República, em nota. De acordo com a MP, as empresas que realizam remessas internacionais por meio do Regime de Tributação Simplificada (RTS) passam a ter a obrigação de prestar informações detalhadas sobre as mercadorias antes mesmo da chegada dos insumos ao país, além de recolher os tributos devidos e atender a outros requisitos estabelecidos pela Receita Federal. “A adoção dessas medidas agiliza o processo de importação, uma vez que as informações e os pagamentos serão realizados de forma antecipada, reduzindo a burocracia e os custos envolvidos”, explica a nota. A nova MP substitui um texto anterior, de junho, que perdeu a validade justamente na sexta-feira. Até então, as alíquotas tributárias aplicadas variavam de 20% a 60% sobre o preço dos medicamentos.

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