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Brumado
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Sob forte comoção, júri condena réu a 43 anos de prisão em Brumado Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

O Tribunal do Júri da Comarca de Brumado, condenou Gonçalo Meira Neves Neto a 43 anos de prisão em regime fechado. O julgamento, que se estendeu até a madrugada desta sexta-feira (20), foi marcado por forte comoção popular e um esquema de segurança reforçado para conter os ânimos de mais de 200 pessoas que acompanharam a sessão no fórum local.

Gonçalo foi julgado pelo envolvimento na morte de Edvan Bernardes, conhecido como “Popotinha”, além de duas tentativas de homicídio, injúria racial contra um policial em serviço e embriaguez ao volante. O crime gerou grande revolta no Distrito de Itaquaraí, onde a vítima era muito conhecida, mobilizando moradores que lotaram as dependências do tribunal desde a manhã desta quinta-feira (19).

A sessão, presidida pelo juiz Genivaldo Alves Guimarães, atravessou o dia e só foi encerrada por volta de 0h45. Durante o embate jurídico, o Ministério Público da Bahia (MP-BA) conseguiu que a maioria de suas teses fosse acatada pelo Conselho de Sentença. A Defensoria Pública da Bahia (DPE-BA), por sua vez, atuou na defesa do réu, mas não conseguiu evitar a condenação elevada, considerada uma das maiores já registradas na história do Tribunal do Júri de Brumado.

Sob forte comoção, júri condena réu a 43 anos de prisão em Brumado Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Devido à tensão em torno do caso, o 24º Batalhão de Polícia Militar (BPM) e a Guarda Civil Municipal (GCM) montaram um cerco preventivo para garantir a integridade dos operadores do Direito e do próprio acusado. Apesar do clima de exaltação externa, a sessão transcorreu sem intercorrências.

Após a leitura da sentença, Gonçalo foi reconduzido para o Conjunto Penal de Brumado, onde já cumpre prisão preventiva há cerca de dois anos e meio. A Defensoria Pública informou que irá recorrer da decisão. A defesa alega que o clamor público influenciou o veredito dos jurados e questiona a dosimetria da pena, apontando que o tempo de reclusão aplicado destoa de outros casos de homicídio julgados na comarca.

Jussiape
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Prefeito não acata recomendação do MP-BA e mantém tradicional Carnaval em Jussiape Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

O prefeito da cidade de Jussiape, José Santos Luz (Avante), não acatou a recomendação do Ministério Público da Bahia (MP-BA) e manteve o Carnaval do Distrito de Caraguataí.

Em entrevista ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar, o gestor justificou que não pode suspender o evento, tendo em vista se tratar de uma festa tradicional, realizada há décadas no município. “Desde que eu tinha 12 anos, já brincava no Carnaval de Caraguataí. Tenho 74 anos”, afirmou.

Ele garantiu que a celebração dispõe de toda estrutura física e de segurança necessárias para sua realização. Além do efetivo da Polícia Militar presente na festa, três guarnições do Corpo de Bombeiros estão a postos para atendimento de qualquer eventualidade.

Ademais, Luz se comprometeu a promover todas as adequações pertinentes para que a tradição seja mantida nos próximos anos.

Apesar do descumprimento da recomendação, o prefeito foi orientado pela assessoria jurídica do município a manter o evento. “É uma recomendação e não uma ordem judicial”, esclareceu.

O Carnaval do Distrito de Caraguataí tem transcorrido com tranquilidade e sucesso de público.

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