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Datafolha: 47% dos brasileiros desaprovam atuação do STF Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

Uma nova pesquisa do Datafolha, divulgada no sábado (26), mostra que 47% dos brasileiros avaliam de forma negativa o trabalho dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). O índice é o pior desde 2019.

De acordo com o levantamento, apenas 18% dos entrevistados avaliam de forma positiva a atuação dos ministros. Outros 31% consideram o trabalho regular e 4% não responderam.

Mesmo entre eleitores do presidente Lula (PT), a aprovação continua aquém: 32% afirmaram que o trabalho dos ministros é ótimo ou bom. Já entre eleitores de Flávio Bolsonaro (PL), o índice chega a 6%.

Na avaliação negativa, 69% dos eleitores de Flávio consideram a atuação do STF como ruim ou péssima, contra 24% dos eleitores de Lula.

Para 33% dos entrevistados, a atuação da Corte mais prejudica do que beneficia a candidatura de Flávio Bolsonaro. Outros 23% afirmam que o candidato petista é mais prejudicado pelo STF.

Perguntados sobre a proposta do presidente do STF, Edson Fachin, de criar um Código de Ética e Conduta para os ministros, 45% do eleitorado afirma ser a favor e 33% se diz contra.

A pesquisa foi contratada pela Folha e Globo e contou com 2.002 eleitores entrevistados, entre os dias 22 e 23 de setembro. A margem de erro prevista é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. Os dados foram registrados no sistema do Tribunal Superior Eleitoral, com o número BR-00304/2026.

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AtlasIntel: Lula e Flávio Bolsonaro empatam no 1º e no 2º turno a 11 dias da eleição Fotos: Ricardo Stuckert/PR e Andressa Anholete/Agência Senado

Pesquisa AtlasIntel divulgada nesta quarta-feira (23) confirma o cenário de disputa acirrada e imprevisível na corrida presidencial. A apenas 11 dias do pleito, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparecem em situação de empate técnico, dentro da margem de erro, tanto no levantamento de primeiro turno quanto nas projeções para o segundo turno.

No cenário de primeiro turno, Lula registra 45,8% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro soma 43,4%. Na comparação com a pesquisa anterior do instituto, publicada em 17 de setembro, o petista oscilou positivamente de 44,1% para 45,8%, enquanto o candidato do PL subiu de 41,7% para 43,4%. Entre os demais concorrentes, Renan Santos (Missão) aparece com 4,5% (tinha 5,1%), seguido por Augusto Cury (Avante), com 2,1% (tinha 3,5%), Ronaldo Caiado (PSD), com 1,3% (tinha 1,7%), e Romeu Zema (Novo), com 0,9% (tinha 1,1%). Clariana Barão (DC) e Samara (UP) registraram 0,4% cada. Edmilson Costa (PCB), Rui Costa Pimenta (PCO) e Veterinário Wilson Grassi (Democrata) não pontuaram. Votos brancos e nulos somam 0,7%, e os indecisos representam 0,5%.

Nas simulações de segundo turno, a paridade se mantém. No confronto direto contra Flávio Bolsonaro, Lula alcança 47,7% contra 47,4% do adversário, o que configura igualdade numérica e estatística. O levantamento também testou o atual presidente contra outros nomes: Lula soma 46,6% contra 44% de Ronaldo Caiado; 47,6% contra 42,2% de Romeu Zema; 46,2% contra 39,4% de Augusto Cury; e 46,5% contra 31,2% de Renan Santos.

A pesquisa AtlasIntel ouviu 5.015 eleitores com 16 anos ou mais, por meio de recrutamento digital aleatório em todo o país, entre os dias 17 e 22 de setembro. O levantamento possui nível de confiança de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-04739/2026.

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Alexandre de Moraes é desaprovado por 57% dos brasileiros; André Mendonça tem 50% de aprovação Foto: Alejandro Zambrana/STF

Pesquisa divulgada pelo PoderData/Aya nesta quinta-feira (17) revela que 57% dos brasileiros que afirmam conhecer o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), desaprovam o seu trabalho na Corte. Por outro lado, o ministro André Mendonça alcançou 50% de aprovação entre os eleitores que declaram ter conhecimento sobre sua atuação. O levantamento mediu a percepção popular em relação aos dois magistrados e ao desempenho geral do tribunal.

De acordo com o estudo, Alexandre de Moraes é conhecido por 92% dos entrevistados — sendo que 63% afirmam conhecê-lo bem e 29% de ouvir falar —, enquanto apenas 33% aprovam sua conduta e 11% não souberam responder. Em relação a André Mendonça, 47% dizem conhecê-lo bem e 35% de ouvir falar. A desaprovação ao ministro indicado em 2021 ficou em 36%, com 14% de entrevistados indecisos.

O levantamento também avaliou a imagem institucional do Supremo Tribunal Federal como um todo. A avaliação negativa sobressaiu-se na consulta popular: 53% dos brasileiros desaprovam o trabalho realizado pelo STF, enquanto 30% aprovam a atuação do órgão e 17% não souberam opinar.

Realizada com recursos próprios e em parceria de divulgação com o Aya Bancah, a pesquisa ouviu 3.000 pessoas em 623 municípios espalhados pelas 27 unidades da Federação, entre os dias 13 e 16 de setembro de 2026. As entrevistas foram conduzidas por telefone fijo e celular. O levantamento conta com margem de erro de 1,8 ponto percentual, nível de confiança de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-00360/2026.

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Maioria apoia impeachment de ministros do STF e aponta Alexandre de Moraes como pivô de crise Foto: Rosinei Coutinho/STF

Cerca de dois terços da população brasileira se declaram favoráveis à abertura de um processo de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) citados no escândalo do Banco Master. Além disso, a maior parte dos eleitores aponta o ministro Alexandre de Moraes como o principal responsável pela turbulência institucional vivenciada pela Corte. Os dados fazem parte do levantamento Indexa/Broadcast divulgado nesta terça-feira (15).

De acordo com o levantamento, realizado entre 10 e 13 de setembro, 68% dos entrevistados afirmam ser “totalmente a favor” do impeachment dos magistrados. Outros 9% dizem posicionar-se mais a favor do que contra a medida, enquanto 4% declaram-se mais contra do que a favor. O contingente de eleitores totalmente opostos ao afastamento representa 15% do eleitorado, ao passo que 3% alegam desconhecer o tema e 1% não soube ou não respondeu.

Na avaliação de responsabilidades sobre o momento do Tribunal, 46% dos ouvidos atribuem a crise diretamente a Alexandre de Moraes. O ministro André Mendonça é citado por 16% dos entrevistados, seguido por Dias Toffoli — relator inicial do caso Master —, lembrado por 6%. A lista de citados inclui ainda Flávio Dino (4%), Edson Fachin (3%) e outros magistrados não especificados (2%). Entre os demais ouvidos, 10% disseram não ter conhecimento suficiente para responder, 5% avaliaram que não existe crise e 5% opinaram que nenhum ministro é culpado.

A sondagem também mediu a percepção pública sobre a fundamentação das decisões de dois dos principais nomes da Corte. Para 45% dos brasileiros, Moraes toma decisões pautado por critérios estritamente políticos, enquanto 16% enxergam uma conduta técnica e jurídica, e 24% avaliam que o magistrado mescla ambas as motivações. Em relação a André Mendonça, 33% dos entrevistados consideram sua atuação técnica, 28% a definem como política e 17% acreditam na combinação dos dois critérios.

A pesquisa Indexa/Broadcast ouviu 2.000 pessoas presencialmente em todo o país. O levantamento conta com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, nível de confiança de 95% e registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03482/2026.

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Datafolha: 76% dizem que ministros do STF têm poder demais Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

Pesquisa Datafolha divulgada no sábado (12) mostra que 76% dos entrevistados consideram que os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) têm poder demais. Outros 18% discordam dessa afirmação, 3% não concordam nem discordam e 4% não souberam responder.

A pesquisa mediu também o impacto da crise que afeta o STF sobre a reputação do tribunal: 77% dizem concordar com a afirmação de que “as pessoas acreditam menos no STF agora do que no passado”.

Outros 16% discordam dessa afirmação; 3% não concordam nem discordam e 4% não sabem ou não responderam.

Em outra questão abordada pelo Datafolha, 71% afirmam concordar que o STF é essencial para proteger a democracia no Brasil. Outros 21% discordam e 3% não concordam nem discordam. Por fim, 5% não souberam responder.

A pesquisa foi encomendada pelo jornal Folha de S.Paulo e pela Globo. O Datafolha ouviu 2.002 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 8 e 10 de setembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O número de registro no TSE é BR-01833/2026.

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Senado na Bahia: Rui tem 26%, Wagner 19%, Roma 17% e Coronel 15%, diz Real Time Big Data Fotos: Jefferson Rudy e Carlos Moura/Agência Senado/Reprodução

O ministro e ex-governador Rui Costa (PT) lidera as intenções de voto para o Senado na Bahia com 26%, aponta pesquisa do Instituto Real Time Big Data divulgada nesta quarta-feira (9). A disputa pela segunda vaga na Casa Alta apresenta um cenário de indefinição, com três nomes em briga direta: o senador Jaques Wagner (PT) aparece com 19%, o ex-ministro João Roma (PL) registra 17% e o senador Angelo Coronel (Republicanos) marca 15%. Na sequência, a Professora Delliana (PSOL) obtém 6%, enquanto Carlos Sodré (Mobiliza), Marcelo Carvalho (Rede) e Marcelo Santtana (DC) têm 1% cada. Eleitores que pretendem anular ou votar em branco somam 7%, mesmo percentual dos indecisos.

Ao recortar apenas a escolha do primeiro voto do eleitor para o Senado, a vantagem de Rui Costa amplia-se para 39%. João Roma contabiliza 19% e empata tecnicamente com Jaques Wagner, que registra 18%, e Angelo Coronel, que soma 13%. A Professora Delliana alcança 5%, Marcelo Santtana tem 2%, e Carlos Sodré e Marcelo Carvalho pontuam com 1% cada. Votos brancos e nulos representam 1%, enquanto 1% dos entrevistados não soube ou não respondeu.

No cenário referente ao segundo voto para o Senado, a liderança é assumida por Jaques Wagner, que pontua 20%. Ele é seguido por um empate quadruplo dentro da margem de erro entre Angelo Coronel (16%), Rui Costa (14%) e João Roma (14%). A Professora Delliana marca 7% e Carlos Sodré, 1%. A fatia de votos nulos e brancos no segundo voto atinge 14%, e o grupo de eleitores indecisos ou que não opinaram também representa 14%.

O levantamento do Real Time Big Data foi contratado para mapear o cenário eleitoral baiano e ouviu 1.600 eleitores em todo o estado entre os dias 4 e 8 de setembro de 2026. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BA-01568/2026, com margem de erro de 2,0 pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%.

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AtlasIntel aponta empate entre ACM Neto e Jerônimo Rodrigues na disputa pelo governo da Bahia Foto: Divulgação

A primeira pesquisa exclusiva AtlasIntel/A Tarde revela um cenário de empate técnico entre ACM Neto (União Brasil) e Jerônimo Rodrigues (PT) na corrida pelo governo da Bahia. No levantamento, feito entre os dias 28 de agosto e 2 de setembro de 2026 com 1.804 eleitores, o ex-prefeito de Salvador aparece numericamente na liderança, com 48,8% das intenções de voto, enquanto o atual governador do estado registra 47,5%. O grupo de entrevistados que prefere votar em branco ou nulo chega a 1,6%, índice superior ao de eleitores indecisos ou que não souberam responder, que é de 0,9%. Ao considerar apenas os votos válidos no primeiro cenário, ACM Neto alcança 50,0% das preferências, contra 48,7% de Jerônimo.

O levantamento também testou um segundo cenário para o primeiro turno, incluindo a candidatura de José Estêvão pelo partido Democracia Cristã (DC) — cujo registro foi posteriormente indeferido pela Justiça Eleitoral. Nessa configuração, o empate técnico se mantém: ACM Neto soma 49,1% das intenções e Jerônimo fica com 47,9%. Ronaldo Mansur aparece em terceiro lugar com 1,2%, enquanto Aroldo Félix e José Estêvão não pontuaram. Votos brancos e nulos somaram 1,6%, e 0,6% dos entrevistados não souberam responder. Quando calculados os votos válidos deste segundo cenário, ACM Neto mantém 50,0% e Jerônimo Rodrigues registra 48,7%.

A estabilidade da disputa acirrada se repete na simulação de um eventual segundo turno entre os dois postulantes. Na projeção de confronto direto, ACM Neto surge com 49,2% da preferência do eleitorado baiano, enquanto Jerônimo Rodrigues atinge 48,6%, confirmando o equilíbrio dentro da margem de erro. Em votos válidos no segundo turno, o candidato do União Brasil atinge 50,3% das intenções de voto, ante 49,7% do governador petista.

Além do cenário eleitoral, o levantamento avaliou a percepção pública sobre a gestão estaduais e federais. A administração de Jerônimo Rodrigues é considerada boa ou ótima por 44% dos entrevistados, enquanto 42% a classificam como ruim ou péssima, configurando um empate dentro da margem de erro. A parcela que avalia a gestão como regular representa 14%. No plano federal, o presidente Lula obtém 46% de avaliação positiva (ótimo ou bom) na Bahia, contra 32% de avaliação negativa (ruim ou péssimo) e 22% de avaliação regular.

A pesquisa AtlasIntel/A Tarde utilizou a metodologia de recrutamento digital aleatório (RDR) para ouvir 1.804 pessoas em todo o estado da Bahia. O levantamento possui margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, nível de confiança de 95% e está devidamente registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BA-08891/2026.

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Lula lidera com 40% de intenções de voto o 1º turno; Flávio Bolsonaro tem 34% Foto: Divulgação

A vantagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em relação ao senador Flávio Bolsonaro (PL) nas intenções de voto no 1º turno para a Presidência da República caiu para 6 pontos percentuais. É o que aponta pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira (13).

Na simulação de 1º turno, o petista registrou 40% ante 34% do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). No último levantamento, divulgado em 29 de junho, Lula tinha 8 pontos percentuais (p.p) de vantagem em relação a Flávio: 42% a 34%.

O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) aparece em terceiro lugar, com 5%, empatado tecnicamente com o ativista Renan Santos (Missão) e do ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), que registram 4%, cada.

O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa (DC) tem 2%, mesmo porcentual de Augusto Cury (Avante). O deputado federal Aécio Neves (PSDB) alcança 1%, enquanto Cabo Daciolo (Mobiliza) não pontuou. Brancos, nulos ou nenhum somam 6%. Eleitores que não sabem são 3%.

Entre os eleitores que já escolheram um candidato à Presidência, 70% afirmam que seu voto está decidido e não deve mudar até outubro. Outros 29% dizem que ainda podem mudar de candidato, enquanto 1% não souberam responder.

A Nexus ouviu 2.003 entrevistados, com 16 anos ou mais, por telefone, de 10 a 12 de julho. A margem de erro é de 2 p.p., para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-07981/2026.

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65% dos brasileiros preferem não depender do governo, diz Datafolha Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

A grande maioria dos brasileiros prefere não depender do governo para garantir um futuro melhor, revela uma nova pesquisa do Datafolha. O levantamento mostra que 65% dos entrevistados acreditam que a vida melhora quando o sustento e os planos não ficam amarrados às ações do Estado. O dado joga luz sobre o desejo de autonomia da população e reflete a desconfiança histórica em relação à eficiência dos serviços públicos no país.

A pesquisa foi realizada entre 17 e 18 de junho, com 2.004 eleitores em 139 municípios de todas as regiões do país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, dentro de um intervalo de confiança comum para esse tipo de amostragem.

Os resultados mostram uma mudança clara na percepção dos brasileiros em comparação com a edição anterior do mesmo levantamento, realizada em maio de 2022.

Naquele momento, 58% dos entrevistados diziam que depender menos do governo significava ter uma vida melhor, enquanto 38% preferiam contar com mais benefícios oferecidos pelo Estado.

Agora, o cenário de opinião pública se movimentou de forma mais acentuada. O percentual dos que defendem uma menor dependência do governo subiu para os atuais 65%, enquanto os que preferem uma atuação mais ampla do Estado caíram para 31%, consolidando o menor índice registrado na série histórica recente.

4% dos entrevistados não souberam ou preferiram não responder aos questionamentos.

A evolução do pensamento coletivo fica ainda mais evidente quando se observa a última década. Em 2013, quando a pergunta foi feita pela primeira vez pelo instituto, o país estava dividido: 47% afirmavam que depender menos do governo era o melhor caminho, e os outros 47% defendiam mais benefícios estatais.

O resultado atual marca o maior percentual já registrado pelo Datafolha entre os que preferem uma vida com menor dependência do Estado.

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Eleições 2026: ACM Neto tem vantagem contra Jerônimo Rodrigues, diz Paraná Pesquisas Foto: Reprodução/Bahia Notícias

A disputa pelo governo da Bahia ganhou mais uma avaliação eleitoral, nesta quarta-feira (13). O levantamento realizado pela Paraná Pesquisas, em parceria com o Bahia Notícias, aponta vantagem para o ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União) frente ao atual governador Jerônimo Rodrigues (PT).

Em cenário espontâneo, ACM Neto aparece com 26,3% das intenções de voto. Já Jerônimo Rodrigues surge com 19,8%, seguido de Ronaldo Mansur (PSOL) com 0,1%. Outros nomes citados constam com 1,1% das menções e não sabem ou não opinaram somam 47% dos entrevistados.

Com cenário estimulado, quando os candidatos são apresentados, ACM Neto lidera com 47,8% e Jerônimo Rodrigues surge com 38,7% das intenções. Ronaldo Mansur aparece com 1,7%, seguido de nenhum, branco ou nulo. Não sabem ou não responderam aparecem com 4,9% das menções no levantamento.

A rejeição dos postulantes ao governo da Bahia também foi avaliada. Em cenário estimulado, o atual governador Jerônimo Rodrigues desponta com maior rejeição com 37,1%, seguido de ACM Neto com 27,4% e Ronaldo Mansur com 25,2%. A opção “poderia votar em todos” consta com 12,4% e não sabem ou não opinaram surge com 7,6%.

O levantamento está de acordo com a Resolução-TSE n.º 23.600/2019, essa pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o n. BA-03619/2026. Com coleta de dados realizada através de entrevistas pessoais, domiciliares e presenciais, entre os dias 10 e 12 de maio de 2026.

Para a realização desta pesquisa foi utilizada uma amostra de 1510 eleitores em 65 municípios. Tal amostra representativa do Estado da Bahia atinge um grau de confiança de 95,0% para uma margem estimada de erro de aproximadamente 2,6 pontos percentuais para os resultados gerais.

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53,3% dos eleitores que diz que Lula não merece ser reeleito, segundo Paraná Pesquisas Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Levantamento do Instituto Paraná Pesquisas divulgado nesta segunda-feira (30) revela que subiu de 52,2% em fevereiro para 53,3% agora em março a quantidade de eleitores que afirmam que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não merece ser reeleito para um novo mandato. A pesquisa foi feita entre os dias 25 e 28 deste mês.

Desde o início de 2026, essa rejeição ao nome do presidente Lula como candidato já cresceu mais de dois pontos percentuais. No levantamento do Paraná Pesquisas de janeiro, o índice dos que afirmavam que Lula não merece ser reeleito era de 51%.

Na outra ponta, vem caindo a quantidade de eleitores que diz que o líder petista merece ser reeleito. Em janeiro, esse índice era de 45,3%, e houve redução para 43,9% em fevereiro e 43,7% agora em março. Apenas 3% afirmam não saber responder. 

O Paraná Pesquisas revela que o Nordeste é a região que mais considera que Lula merece a reeleição: 54,8%. O Sul é a região do país que mais considera que Lula não merece vencer a eleição presidencial, com 66,1% dos entrevistados respondendo nesse sentido.

Nas outras regiões, também predomina a posição dos eleitores de que Lula não merece ser reeleito para o seu seu quarto mandato: Norte + Centro Oeste tem 59,5% de rejeição ao presidente e Sudeste 53,6%. No Nordeste, 42,6% disseram que o petista não merece ser reeleito. 

A Paraná Pesquisas entrevistou 2.080 eleitores do Brasil de 25 a 28 de março de 2026. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais e o nível de confiança é de 95%. O registro no TSE é BR-00873/2026.

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