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'Um 1º de maio atípico': Ex-presidente do PT de Brumado homenageia Everaldo Anunciação Foto: WhatsApp/Achei Sudoeste

O 1º de maio de 2026, data mais cara à classe trabalhadora, foi com um tom de saudade para a militância petista na Bahia. Em um relato enviado ao site Achei Sudoeste, Luiz Frederico Leite Rêgo, o Fredinho, ex-presidente do PT de Brumado, registrou o vazio deixado por Everaldo Anunciação, cuja residência e arredores, antes palcos de tradicionais encontros políticos, hoje deram lugar ao silêncio.

Para Fredinho, a ausência de Everaldo é sentida na prática cotidiana da construção partidária. Ele relembra que, há exatamente um ano, uma foto registrava um dos últimos encontros entre os dois, seguido de diversas reuniões para a organização do Processo de Eleições Diretas (PED) do partido. O cenário atual, no entanto, é de um “Primeiro de Maio atípico”, sem a aglomeração de amigos e militantes que Everaldo costumava reunir para celebrar seu aniversário e a luta trabalhista.

“Sua capacidade de diálogo, de construção e de enxergar a política faz muita falta ao PT da Bahia e seus aconselhamentos fazem falta aos amigos e companheiros”, pontuou o ex-dirigente de Brumado.

O texto de Fredinho surge em um momento de reflexão sobre o cenário político atual, marcado por notícias recentes de derrotas que, embora amargas, ele faz questão de lembrar que “não são definitivas”. O otimismo resiliente é creditado ao próprio Everaldo, que ensinou seus pares a confiar na força do Partido dos Trabalhadores e na capacidade de superação da classe trabalhadora.

Ao descrever a sensação de um vazio presente, Luiz Frederico reforça que a memória de Everaldo Anunciação continua sendo um pilar para enfrentar as batalhas futuras, por mais duras e desleais que pareçam. Para Fredinho e para o PT baiano, a mensagem é de continuidade: o legado de Everaldo permanece “presente, hoje e sempre”.

Sudoeste Baiano
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PT do Sertão Produtivo define nova coordenação e estreita laços com a Executiva Estadual Foto: WhatsApp/Achei Sudoeste

O Partido dos Trabalhadores (PT) deu um passo decisivo para consolidação de sua estratégia política no Território de Identidade do Sertão Produtivo. Em reunião com a Executiva Estadual, a qual contou com a presença do presidente estadual Tássio Brito e de membros do secretariado da legenda, foi oficialmente apresentada a nova composição da coordenação territorial. O grupo assume a missão de intensificar o diálogo com as bases e dar voz às demandas sociais e econômicas dos municípios da região.

A nova frente de trabalho é composta por nomes de expressão local: Aurélicio Santana (Brumado), Rosival de Almeida e Jaqueline Ledo (Caetité), e Verônica Flores (Palmas de Monte Alto). A equipe conta ainda com o suporte dos suplentes Glaucilene Lima (Dom Basílio), Ana Lucia Xavier (Ibiassucê), Aelson Neto Machado (Ituaçu) e Gilson Alves (Candiba).

Para os novos coordenadores, o respaldo direto do presidente Tássio Brito e dos secretários estaduais fortalece a articulação regional. "Nossa missão é fortalecer o PT em cada cidade do Sertão Produtivo, garantindo que as políticas públicas e as necessidades do nosso povo cheguem com força às instâncias estaduais e federais", destacaram.

A escolha da nova coordenação reflete o compromisso do partido em descentralizar as decisões e valorizar a diversidade de vozes do Sertão, buscando resultados sólidos e uma mobilização cada vez mais ativa em prol da população.

Brasil
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'O PT institucionalizou a corrupção no país', diz Joesley Batista

O empresário Joesley Batista, um dos donos do Grupo J&F – holding que inclui a JBS –, disse em entrevista à revista Época que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o PT “institucionalizaram a corrupção” no País, cujo modelo foi reproduzido por outros partidos. Segundo Joesley, há 10, 15 anos houve uma “proliferação de organizações criminosas” no Brasil. “Nós participamos e tivemos de financiar muitas delas”, afirmou o empresário, que indicou o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega como o seu contato no PT. “Foi no governo do PT para a frente. O Lula e o PT institucionalizaram a corrupção. Houve essa criação de núcleos, com divisão de tarefas entre os integrantes, em Estados, ministérios, fundos de pensão, bancos, BNDES. O resultado é que hoje o Estado brasileiro está dominado por organizações criminosas. O modelo do PT foi reproduzido por outros partidos”. Apesar de citar o ex-presidente, Joesley disse que nunca teve “conversa não republicana com Lula”. “Zero, eu tinha com o Guido”, afirmou. “Não estou protegendo ninguém, mas só posso falar do que fiz e do que posso provar. Não estou entregando pessoas. Entreguei provas aos procuradores. E o PT tenha o maior saldo de propina. O que posso fazer se a interlocução era com o Guido?”. O empresário citou repasses ilícitos envolvendo um esquema de corrupção no BNDES e disse que o “crédito” que “o PT gastou para comprar a eleição de 2014” chegou a R$ 300 milhões. 

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