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Sudoeste Baiano
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Jovens cientistas de Itororó produzem sabonete à base de capim-limão Foto: Hellionadia Aguiar/GOVBA

Muito popular no Brasil, o capim-limão (Cymbopogon citratus), também conhecido como capim-santo, chamou atenção das estudantes Thaís Oliveira e Sabrina Lopes, do Centro Territorial de Educação Profissional Médio Sudoeste Eurides Evangelista Pinto, no município de Itororó. Ao pesquisar as propriedades da planta, as jovens tiveram a ideia de desenvolver um sabonete utilizando esta matéria-prima.

A iniciativa deu tão certo que o produto desenvolvido foi destaque no Encontro Estudantil da Secretaria da Educação. A professora orientadora da dupla, Laise Estefanes, conta que o pensamento era criar um sabonete, de forma sustentável, que não prejudicasse tanto o meio ambiente, como acontece com os disponíveis no mercado.

“Nosso produto tem como diferencial o uso de capim-limão cultivado na horta da própria escola, garantindo uma matéria-prima natural e de fácil acesso. Priorizamos a sustentabilidade, com recursos disponíveis no ambiente escolar, incentivando o aproveitamento consciente e a educação ambiental”, afirma.

A professora visualiza a educação científica e empreendedora como oportunidade de futuro para jovens de todas as idades. “Projetos como esse aproximam os alunos da pesquisa científica de forma aplicada, permitindo que eles compreendam na prática conceitos de química, biologia e controle de qualidade”, lista.

Segundo Thaís e Sabrina, as próximas etapas do projeto já estão mapeadas e envolvem aprimorar a formulação do sabonete e ampliar o foco em sustentabilidade. “Pretendemos seguir a pesquisa para encontrar mais matérias-primas sustentáveis, buscando ingredientes que tenham menor impacto ambiental e que possam ser obtidos de forma consciente”, concluem.

Barra da Estiva
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Estudantes de Barra da Estiva utilizam mamona para criar inseticida que combate pragas Foto: Divulgação/Secti

Segundo dados da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), as perdas na produção agrícola por conta de pragas representam um prejuízo de mais de R$ 60 bilhões por ano. Para ajudar agricultores familiares no combate a essas pragas na cultura de alface, os estudantes Caíque Santos, Amanda Santos e Larissa Freitas, do Colégio Estadual de Tempo Integral Professora Ana Lúcia Aguiar Viana, de Barra da Estiva, na Chapada Diamantina, criaram um inseticida à base de mamona.

Os jovens cientistas contam que a ideia nasceu após diálogos com pequenos produtores. A professora orientadora Joseane Morais estimulou os alunos a buscar soluções para problemas enfrentados pela comunidade local. “Foi então que fizemos pesquisas e conversamos com moradores da região, que relataram dificuldades no controle de pragas, como formigas e lagartas, nas plantações de alface”, afirmou Caíque Santos.

Após a pesquisa de campo e a produção do inseticida, os estudantes realizaram testes controlados para verificar a eficácia do produto. Foram plantados pés de alface, dos quais 50% receberam inseticida e 50% não receberam. Ao final da análise, foi identificada uma melhor qualidade dos pés que receberam o inseticida. Eles apresentaram menor incidência de pragas e melhor desenvolvimento.

Destaque no Encontro Estudantil da Secretaria da Educação, o projeto entra em nova fase. O objetivo é trabalhar novas formas de utilização da mamona na agricultura familiar, contribuindo para práticas mais sustentáveis e de baixo custo.

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