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Brumado
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Tempo integral nas escolas municipais de Brumado foi retomado nesta segunda-feira (09) Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

As atividades do segundo turno nas escolas municipais de Brumado foram retomadas nesta segunda-feira (09), ampliando a jornada escolar para mais de 9 mil alunos da rede municipal de ensino.

A iniciativa tem como objetivo fortalecer o aprendizado dos estudantes por meio do reforço escolar nas áreas de Português e Matemática, além de estimular o desenvolvimento artístico e esportivo com diversas oficinas.

No período complementar, os alunos participam de atividades de dança, música, educação física, artes e esportes, contribuindo para o desenvolvimento integral das crianças e adolescentes. As ações acontecem no turno oposto ao das aulas regulares.

Após o término das aulas do turno regular, os estudantes têm um intervalo destinado ao almoço e ao descanso. Às 12h30, têm início as atividades do tempo integral, que seguem até às 16h30. Antes de retornarem para casa, os alunos ainda recebem mais uma refeição na escola.

Ao longo do dia, as unidades escolares oferecem quatro refeições: café da manhã, lanche, almoço e pré-janta.

Para o funcionamento do programa, a Prefeitura de Brumado conta com 550 monitores contratados por meio de empresa terceirizada.

Brumado
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Brumado: Ifba realiza estudo de viabilidade para pós-graduação em relações étnico-raciais Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Em Brumado, o Ifba está realizando um estudo de viabilidade para implementação da Pós-Graduação Lato Sensu em Educação para as Relações Étnico-Raciais.

Ao site Achei Sudoeste, a professora de Sociologia do Ifba/Brumado, Rivia de Jesus Santos, explicou que a ideia é discutir com a comunidade interna e externa a importância da temática racial e indígena para a educação. “Como falta uma formação continuada para os professores, a gente pensa em implementar essa pós. É muito importante”, pontuou.

Com o objetivo de identificar a demanda e o interesse da comunidade em relação à oferta desse curso, o Ifba/Brumado também abriu uma consulta pública. Para participar, basta preencher o formulário (Clique aqui).

Rivia destacou que o formulário irá auxiliar o campus a justificar a relevância da implantação do curso na região. A pesquisa estará aberta até o final do mês de março. A partir daí, será feita a análise dos dados e a construção do PPC (Projeto Pedagógico Curricular) do curso.  

Apesar de o Ifba ser estabelecido em Brumado, o campus atende a todos os municípios circunvizinhos e, por isso, a comunidade regional está convidada a preencher o formulário e colaborar com o processo de implementação da referida pós-graduação.

Caetité
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'Carta de repúdio não representa os professores de Caetité', rebate secretário de educação Foto: WhatsApp/Achei Sudoeste

Em vídeo publicado nas redes sociais, o secretário de educação do município de Caetité, Jorge Antônio, rebateu a carta de repúdio direcionada pelos professores à gestão e, mais especificamente, à pasta.

Ele desmentiu a informação veiculada na carta de que estaria havendo atrasos salariais à categoria. “Caetité, graças a Deus, nessa gestão, tem pago os salários em dia”, assegurou.

A reclamação, segundo ele, se deu no mês de fevereiro, visto que o salário caiu no dia 02/03 - isso porque o dia 28 de fevereiro caiu em um sábado. “Essa fala não se sustenta”, rebateu.

O secretário também contestou a cobrança sobre o não pagamento dos precatórios. Como professor da rede, ele argumentou que, em 2014, o Município recebeu uma cifra superior a R$ 28 milhões referente aos precatórios. Tratam-se de recursos da gestão do então prefeito José Barreira que não foram repassados e que, agora, segundo explicou, a categoria reivindica da atual administração.

Na época, o sindicato exigia que 60% do valor fosse destinado ao pagamento dos professores, o que não foi acatado. Depois de muita discussão, foi pago R$ 7 mil a cada professor, de forma totalmente irregular, de acordo com o secretário. O restante do valor, totalizando R$ 24 milhões, não se sabe onde foi gasto. “Eu, como secretário, não tenho essa resposta e tenho certeza que o prefeito Valtécio Aguiar também não. Não cabe a essa gestão”, justificou.

Na carta, os profissionais também pedem que o piso do magistério seja respeitado. Nesse ponto, o secretário garantiu que o piso é garantido em conformidade com a lei e os reajustes serão pagos de forma retroativa. “Posso assegurar ao professor e a sociedade que, tão logo seja acertado o valor do reajuste de 2026, ele será pago retroagido a 1º de janeiro do ano em curso”, acrescentou.

Com relação aos descontos indevidos citados pela categoria, Antônio explicou que se trata de tributação referente ao INSS. “Não houve descontos indevidos”, atestou. Ele orientou que aqueles que se sentirem prejudicados devem procurar o RH para esclarecimentos.

Por fim, o secretário afirmou que o Município trabalha com seriedade e compromisso com a verdade e a referida carta não representa os professores caetiteenses. “Essa carta de repúdio não representa o professor de Caetité. Ele vem eivada de situações que não condizem com a realidade”, finalizou.

Caetité
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Professores cobram rateio dos precatórios da educação e melhorias nas escolas de Caetité Foto: WhatsApp/Achei Sudoeste

Mobilizados na cidade de Caetité, os professores da rede municipal protestam contra descontos indevidos, cobram rateio dos precatórios e melhorias nas unidades de ensino.

Ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar, a professora Cristiane Rodrigues, que atua na rede municipal há 28 anos, cobra repasses de 1,2% e 5,4%, que não foram transferidos à categoria no município. O primeiro percentual diz respeito a um acordo firmado ainda em 2025. Já o percentual de 5,4%, do Governo Federal, teria que ser repassado pelo Município no mês de janeiro de 2026. “A lei não se discute, tem que ser cumprida. Disseram que iriam fazer uma reunião pra ver quanto poderia ser dado pra gente”, afirmou a profissional.

Cristiane denunciou ainda que o prefeito de Caetité não repassou o rateio dos recursos do Fundeb para a classe, assim como os municípios da região fizeram. “Aqui não teve o rateio. Eles alegam que a folha está bem encharcada”, pontuou.

Questionada sobre a conduta da gestão sobre o rateio dos precatórios, ela não soube dizer qual seria a verdadeira causa. Isso porque a professora acusou a administração de não ser transparente com a categoria. “Não sabemos ao certo a quantidade de professores concursados ou contratados. A gente só sabe que não tem como ter rateio porque a folha é grande demais. O prefeito bradava tanto que nas gestões passadas tinha muito funcionário no município, só que o quadro de funcionários triplicou depois dele”, disparou.

Os servidores também reivindicam melhorias nas unidades de ensino e a valorização da classe.

Durante a jornada pedagógica no mês de fevereiro, Rodrigues relatou que os professores realizaram um manifesto pacífico para expor o problema, visto que todos os representantes da atual gestão estariam presentes no evento. No entanto, conforme apontou, o prefeito ignorou a manifestação e o Legislativo alegou desconhecer o fato.

Apreensiva, a categoria iniciou o ano letivo com muitas dúvidas e insatisfeita com a posição da gestão frente às suas reivindicações.

Caetité
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Caetité: Prefeitura faz descontos sem justificativa e provoca repúdio dos professores Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Desde a última semana, os profissionais da educação estão mobilizados na cidade de Caetité. Até uma carta de repúdio foi direcionada pelos professores à Secretaria Municipal de Educação diante da gravidade da situação.

Ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar, a professora Cristiane Rodrigues, que atua na rede municipal há 20 anos, disse que a categoria tem sofrido uma série de descontos indevidos e não recebeu o repasse do mês de janeiro/2026, que havia sido acordado com a atual gestão. “Estamos muito indignados com a falta de diálogo e clareza quanto à execução dos recursos destinados à educação e à falta de recursos para melhoria da área”, declarou.

Além de não receber o percentual firmado, Rodrigues apontou que os professores ainda se depararam com descontos abusivos, de mais de R$ 1 mil nos seus salários. “Ao invés de nos acrescentar, nos tiraram, sem nenhuma justificativa ou resposta”, completou.

Cristiane destacou que os professores foram pegos de surpresa e estão preocupados em como vão honrar os seus compromissos diante de tamanha perda salarial. “Estamos muito angustiados e apreensivos. É muito dinheiro para ser descontado. Desde novembro estamos sendo descontados, mas o desconto maior foi agora em janeiro”, falou.

A classe chegou a realizar uma manifestação pacífica cobrando seus direitos, porém o prefeito sequer respondeu e o Legislativo alegou desconhecer o fato. Segundo a professora, até o momento, a categoria não obteve nenhum retorno concreto e satisfatório que justifique as perdas que os profissionais vêm sofrendo há alguns meses. “ Não temos transparência”, disparou.

Livramento de Nossa Senhora
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Com reajuste de 5,4%, piso dos professores é de R$ 5.130 em Livramento de Nossa Senhora Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

A prefeita Joanina Sampaio (PSB) anunciou nesta sexta-feira (20), o reajuste de 5,4% no piso salarial dos professores da rede municipal de Livramento de Nossa Senhora. Com a atualização, o vencimento base para docentes com jornada de 40 horas semanais passa a ser de R$ 5.130,63.

Segundo a gestora, o novo valor impacta também outros benefícios vinculados ao piso, o que amplia o ganho financeiro da categoria. O projeto foi encaminhado ao Legislativo e aprovado pela Câmara Municipal antes de ser sancionado pelo Executivo. A prefeita destacou que a medida reforça o compromisso da administração com a valorização dos profissionais da educação.

Em pronunciamento, Joanina afirmou que o reajuste representa reconhecimento ao papel dos professores na formação dos estudantes e no desenvolvimento do município. “Quero agradecer à equipe municipal, ao nosso secretário de Educação pelo compromisso constante com a valorização da categoria, e especialmente aos vereadores da Câmara Municipal, que aprovaram o projeto entendendo a importância dessa medida”, disse a prefeita.

Brumado
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Brumado: Prefeito homenageia professores com liberação do abono salarial Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Nesta quarta-feira, 15 de outubro, Dia dos Professores, o prefeito Fabrício Abrantes (Avante) homenageou a categoria em Brumado com a liberação do abono salarial.

Em entrevista ao site Achei Sudoeste, o gestor disse que na terça-feira (14), durante o evento realizado pela administração para celebração dos professores, a boa notícia foi anunciada. “Quero parabenizar a todos os profissionais da educação do município, em especial aos professores, que têm conduzido com maestria a nossa educação e as nossas crianças. É um dia especial e de boas notícias. Ontem, durante o evento, anunciamos o projeto de lei para fazer o abano, que é um direito, com recursos do Fundeb”, afirmou.

O prefeito informou que o Município já se encontra com R$ 12 milhões em caixa, com possibilidade de chegar aos R$ 15 milhões até o mês de dezembro, quando será feito o rateio com a categoria. Uma parcela do abono será liberada aos professores ainda neste mês de outubro.

Abrantes ressaltou que a gestão tem gastado os recursos conforme a demanda de cada pasta, sem fazer malabarismos ou desvios inoportunos. “Quero agradecer a confiança e dizer que a secretária Ana Cristina tem se empenhado bastante. A gestão não tem feito malabarismo como era feito antigamente. Esse recurso do Fundeb é um direito dos professores e deve ser liberado para eles”, completou.

Educação
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Salário de professor no Brasil é praticamente a metade da média dos países ricos Foto: Reprodução/Correio 24h

Os salários (remuneração com qualificações mínimas) dos professores do ensino fundamental II no Brasil são, em média, de US$ 23.018 por ano (equivalente a cerca de R$ 128 mil). As informações são do Correio 24h. O valor é praticamente metade (47% abaixo) dos US$ 43.058 (em torno de R$ 237 mil) anuais pagos pelos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), de acordo com o estudo Education at a Glance 2024, publicado nesta terça-feira, 10, pela própria organização, grupo do qual o Brasil não faz parte. Como comparação dentro da América Latina, o salário inicial no Chile é de US$ 29.453,39 por ano, e no México, de US$ 33.062,45, ambos acima do salário brasileiro. Já na Alemanha, é de US$ 85 731,98 anuais, e nos Estados Unidos, de US$ 48.899,27. A conversão para comparação dos salários é feita usando a escala de paridade do poder de compra, que reflete o custo de vida nos países. O cálculo inclui eventuais bonificações e o décimo terceiro salário. Professores bem preparados elevam significativamente as chances de aprendizagem e sucesso dos estudantes no futuro. Esse efeito é ainda maior entre os alunos mais vulneráveis. A remuneração mais elevada, conforme parte dos especialistas, é uma estratégia para tornar a carreira mais atrativa para novos profissionais e reter talentos na docência. “O trabalho dos professores consiste em uma variedade de tarefas, incluindo o ensino, mas também a preparação de aulas, a avaliação de tarefas e a comunicação com os pais. O número de horas que os professores são contratualmente obrigados a ensinar varia muito entre os países?”, descreve o levantamento da organização internacional. Apesar de receberem menos no Brasil, os professores do fundamental II têm de lecionar mais horas do que nos países economicamente desenvolvidos: 800 horas por ano no País, em comparação a 706 horas da OCDE. Já com relação a proporção aluno-professor nas salas de aula, nos países da organização internacional, há uma média de14 alunos por professor no ensino fundamental I e 13 alunos no ensino fundamental II e ensino médio. No Brasil, por sua vez, os números correspondentes são 23 estudantes no ensino fundamental I e 22 no ensino fundamental II e ensino médio.

Aracatu
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Aracatu: APLB afirma que prefeitura não honra acordo com professores e aciona MP-BA Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Em Aracatu, a APLB Sindicato vai acionar o Ministério Público da Bahia (MP-BA) em face da prefeitura municipal, visto que a prefeita não tem honrado um acordo feito com a categoria. Ao site Achei Sudoeste, Viviane Meira, que está à frente do sindicato, disse que, no início do ano, a prefeita firmou um compromisso com os professores de que iria pagar os retroativos da classe, porém o acordo não foi cumprido. Segundo Meira, a reformulação do plano de carreira dos servidores da educação, prometida como parte do acordo, também não foi feita. “A gestão disse que iria começar a parcelar o pagamento a partir de julho, mas, até esse momento, nada”, afirmou. Diante da situação, o sindicato vai se reunir com a categoria para definir os próximos passos.

Brumado
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Conforme lei, vereador busca 14º salário para servidores da educação em Brumado Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

O vereador Alberto Elizeu de Jesus (PP), o Beto Bonelly, apresentou um requerimento que será votado na sessão da próxima segunda-feira (03), na Câmara de Brumado, solicitando da Prefeitura Municipal que realize os trâmites administrativos para o passe do 14º salário dos servidores públicos da educação concursados, conforme a Lei 1644, de 5 de julho de 2011, promulgada pelo prefeito Eduardo Lima Vasconcelos (Sem Partido). Segundo o parlamentar, o Artigo 1 prevê o recebimento de prêmio anual no valor equivalente à remuneração do professor em razão da avaliação do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) no município. “Justo salientar que a própria legislação já traz em seu bojo a dotação orçamentaria própria, advindo o recurso para a realização do repasse o Fundo Municipal de Educação, sendo, portanto, cabal afirmar que existe capacidade financeira para a execução dos ditames legais”, escreveu Bonelly. De acordo com o documento, a legislação prevê a premiação para os professores em efetivo exercício na escola pública municipal que obtiver a melhor avalição do Ideb, sendo uma forma de reconhecer e incentivar o bom trabalho dos servidores públicos da Educação. “Ainda que exista no artigo 4º a previsão de 120 dias para a realização do pagamento, desde o ano de 2021 que os servidores aguardam pelo o que é justo e de direito”, ressaltou.  

Bahia
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Professores da rede estadual recebem abono extraordinário do governo da Bahia Foto: Camila Souza/GOVBA

O Governo da Bahia depositou, nesta terça-feira (28), o pagamento do abono extraordinário dos precatórios para os professores da rede estadual. A quitação, feita por meio de parcela única, foi calculada de forma proporcional à carga horária cumprida pelo servidor. Para quem cumpre carga horária de 40 horas, o valor é de R$ 6.359,61. Quem cumpre a carga de 20 horas vai receber R$ 3.179,80. Ao anunciar o depósito, a secretária da Educação do Estado, Rowenna Brito, destacou o compromisso do Governo do Estado com o Magistério Público. “Todos serão contemplados Aproximadamente, 85 mil profissionais. Mais uma vez o Governo do Estado honrando o com seu compromisso de valorização do professor e da professora, do coordenador e da coordenadora pedagógica”. O pagamento do abono extraordinário se dá através de um dos projetos de lei encaminhados pelo Governo do Estado à Assembleia Legislativa, visando destinar 30% dos recursos de 2024 – ou o equivalente a cerca de R$ 450,4 milhões –, a serem distribuídos de forma igualitária por carga horária a 85.882 professores e coordenadores pedagógicos. O quadro de profissionais contemplados pelo abono extra inclui servidores ativos, aposentados e profissionais contratados por meio do Regime Especial de Direito Administrativo (Reda), independentemente destes trabalhadores terem atuado ou não durante o período de erro no repasse das verbas do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef). O pagamento do abono extraordinário é mais uma iniciativa do governo estadual no intuito de valorizar os profissionais da Educação da rede estadual de ensino.

Brumado
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Brumado: Professores aderem à paralisação estadual enquanto não houver acerto salarial Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

O movimento de paralisação dos professores da rede estadual na Bahia continua ganhando mais adeptos. Em Brumado, diversos professores se apresentaram nesse momento de luta.  Ao site Achei Sudoeste, Kátia Teles, que faz parte da diretoria da APLB/Sindicato na cidade, informou que, em assembleia realizada nesta sexta-feira (24), a grande maioria da categoria aprovou a adesão à paralisação. “Acordamos que a gente não volta antes desse resultado. Ou eles retiram a porcentagem que estão dando da pauta e chamem a categoria pra negociar ou só vamos voltar depois de tudo resolvido”, garantiu. A categoria quer que o governador reveja o projeto de lei, enviado para a AL-BA, em regime de urgência, dispondo 5,6% de reajuste e conceda no mínimo 10% para os servidores. “É um reajuste vergonhoso. Queremos uma proposta decente”, cobrou. Vice-presidente da APLB regional, a professora Viviane Meira informou que praticamente todos os núcleos do sindicato na região sudoeste encontram-se paralisados em adesão à luta dos professores e em prol de melhorias para o próprio sistema de ensino. “É uma luta necessária nesse momento. Não só a categoria anseia pela valorização profissional, mas também pela qualidade da educação do estado”, defendeu.

Bahia
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Professores mobilizados com indicativo de greve e indignação ao governador da Bahia Foto: WhatsApp/Achei Sudoeste

Desde a segunda-feira (20), os professores da rede estadual seguem mobilizados em protesto contra o não pagamento do piso salarial da categoria. Ao site Achei Sudoeste, o professor Rui Oliveira, coordenador da APLB/Sindicato na Bahia, informou que, no momento, a classe está em frente à sede da Assembleia Legislativa na capital do estado mesmo debaixo de chuva. Uma grade agenda de paralisação está sendo realizada no local. O projeto de lei, de autoria do Governo do Estado, será votado hoje na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA). Segundo Oliveira, o governador está irredutível frente às reivindicações da categoria. “O governo não abre mão, não negocia. Quer manter o arrocho salarial mantendo os 5,69% para a educação e 4% para os demais servidores. Estamos na resistência e vamos continuar protestando até a vitória”, garantiu. Caso o resultado não seja favorável à categoria, há possibilidade de deflagração de uma greve na rede estadual. O coordenador estadual da APLB afirmou que o sentimento é de insatisfação e indignação. “A insatisfação é generalizada com o Governo do Estado da Bahia. O sentimento é de indignação”, concluiu.

Brumado
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Brumado: Professores estão decepcionados com o governador Jerônimo Rodrigues Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

O professor aposentado Genival Moura também aderiu à paralisação dos servidores da educação da rede estadual em Brumado. Ao site Achei Sudoeste, Moura destacou que o movimento é de toda sociedade. “A sociedade precisa entender a importância da educação. Pra você ter uma educação de qualidade, é preciso ter um professor com qualidade e, principalmente, bem remunerado”, defendeu. Genival convocou todos os professores, ativos e aposentados, todo alunado, pais de alunos e a comunidade em geral para engrossarem as fileiras da paralisação. “Esse movimento é do futuro. Vamos fortalecer esse movimento”, reiterou. Diretora da APLB/Sindicato no município, Kátia Teles lamentou que o governador, que é professor e ex-secretário de educação, esteja contra os professores. “O sentimento é de tristeza e vergonha. Não posso me dizer professor e ir contra a classe. A gente acreditava que por ser professor o governador fosse pensar mais em nós. Decepção”, afirmou.

Lagoa Real
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APLB aponta Lagoa Real entre as cidades que mais desvalorizam os professores Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

A prefeitura de Lagoa Real está entre os diversos municípios na Bahia que ainda não pagaram o piso salarial dos professores. Em entrevista ao site Achei Sudoeste, Gerlando Oliveira, diretor da APLB/Sindicato no Sertão Produtivo, apontou que o prefeito está infringindo uma lei federal, podendo responder por improbidade administrativa. Segundo Oliveira, o Município está sendo denunciado ao Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) pela desvalorização dos profissionais da educação. Para se ter uma ideia, os servidores não recebem reajuste salarial há cinco anos e, por isso, a APLB cobra o pagamento com retroativos para ressarcir tamanho prejuízo. Além do não pagamento do piso, segundo o sindicalista, o prefeito não cumpre o plano de carreira da categoria, sendo um dos municípios que mais desvalorizam os professores na Bahia. “Os gestores não cumprem com suas obrigações. Lagoa Real é exemplo de um município que lesa os direitos dos professores e nega um direito consolidado da educação”, afirmou.

Bahia
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Paralisação dos professores baianos cobra piso salarial e valorização da categoria Foto: WhatsApp/Achei Sudoeste

Nesta quarta-feira (13), uma paralisação geral dos professores acontece no Estado da Bahia. Ao site Achei Sudoeste, o professor Rui Oliveira, coordenador da APLB/Sindicato na Bahia, disse que toda categoria, na capital e interior, estará mobilizada em protesto contra o não pagamento do piso salarial do professor. Segundo Oliveira, hoje, cerca de 90% das prefeituras do estado ainda não pagaram o piso salarial do magistério. “É uma coisa inadmissível. É uma lei que está aí desde 2008 e 90% das prefeituras não pagam o piso, não têm carreira, não discutem com os trabalhadores da educação nas suas cidades, não têm plano de carreira... estamos lutando pela valorização dos profissionais da educação”, destacou. 

Paralisação dos professores baianos cobra piso salarial e valorização da categoria Foto: Neya Aguiar/Achei Sudoeste

Diversas caravanas já saíram de suas cidades em direção à capital na manhã de hoje (13). Segundo Rui, serão realizadas três passeatas com concentração no Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), onde as prefeituras que ainda não pagaram o referido piso serão denunciadas, na Secretaria Estadual de Educação e na União de Prefeituras da Bahia (UPB). “É um dia de luta. Esperamos atingir nossos objetivos”, completou. Oliveira adiantou que, caso não haja um acerto entre as partes, novas paralisações, ocupações e até mesmo greves, na rede municipal e estadual, serão promovidas e deflagradas para assegurar os direitos da categoria.

Presidente Jânio Quadros
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Presidente Jânio Quadros: Ano letivo terá início com 40% de perda salarial dos professores Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Na cidade de Presidente Jânio Quadros, o presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais, Marcos Neri, disse que os professores estão sem reajuste salarial há dois anos e as perdas chegam a mais de 40%. Em entrevista ao site Achei Sudoeste, Neri apontou que não há diálogo com a atual gestão e a categoria está completamente desmotivada diante do impasse. “A gestão não abre as portas para o diálogo com o sindicato. O piso nacional não é cumprido e o plano de carreira está defasado. Quando tem um projeto de lei é pra retirar direitos. Os professores estão desmotivados”, declarou. O sindicalista ainda criticou a morosidade da Justiça e do Ministério Público no julgamento dos processos protocolados pelo órgão contra a atual gestão. Para Neri, a lentidão acaba prejudicando os professores na garantia dos seus direitos e gerando impunidade. “O processo não anda. Isso causa impunidade. É um ano atípico, vamos estar mobilizados e a greve é uma segunda hipótese”, afirmou.

Brumado
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'Professores, se orgulhem de suas lutas e conquistas', diz diretor da APLB Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

No domingo, 15 de outubro, foi comemorado o Dia do Professor e a APLB Sindicato realizou as devidas homenagens à categoria. Em entrevista ao site Achei Sudoeste, César Nolasco, diretor regional da APLB Sindicato, destacou que a carreira do professor, ao longo dos anos, tem sofrido com a desvalorização dos governos e da própria sociedade. Há, segundo apontou, uma ideia equivocada de que a categoria não pode ter um padrão salarial alto, o inverso do que acontece nos países desenvolvidos. “Nesses países, eles priorizam o padrão salarial do professor pra depois valorizar outras categorias. Em alguns países, o professor ganha mais do que médico e do que advogado. No Brasil, ocorre essa inversão por causa de uma cultura histórica que vem se arrastando ao longo dos anos”, afirmou. Para o diretor, essa cultura contamina os gestores, seja presidentes, governadores, prefeitos, e cria uma cultura da desvalorização da categoria. Apesar disso, Nolasco disse que é necessário celebrar as conquistas obtidas com muito esforço. “Mesmo assim, na minha concepção e da APLB, o professor precisa se orgulhar do que vem conquistando. É pouco ainda, mas temos conquistado avanços significativos nas últimas duas décadas, como a garantia do piso salarial e o plano de carreira”, declarou.

Livramento de Nossa Senhora
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APLB celebra novas conquistas para professores de Livramento de Nossa Senhora Foto: WhatsApp/Achei Sudoeste

A APLB Sindicato conseguiu mais uma conquista para os docentes do município de Livramento de Nossa Senhora, na região sudoeste da Bahia. Ao todo, 139 professores foram contemplados com a mudança de nível de categoria, de A pra B e de B pra C. Fruto do trabalho da diretoria local em tratativas com a gestão municipal, o anúncio foi feito após mais uma reunião da APLB com o prefeito José Ricardo Assunção Ribeiro (Rede), o Ricardinho. O Decreto nº 194/2023 com o deferimento da mudança de níveis de acordo com Plano de Carreira foi publicado no Diário Oficial. A publicação ocorreu no dia 29 de setembro e já está em vigor. Para a diretora da Delegacia Regional Serra das Almas, Eliane Souza, afirmou que a APLB continuará lutando em prol de novas conquistas para a classe. As conquistas são diversas e os investimentos da APLB à categoria envolve ainda cursos de aperfeiçoamento, atualizações dentro da área de ensino, entre outras. O Diretor Executivo da APLB Sindicato, responsável pela Regional São Francisco, professor Gerlando Oliveira, celebrou a conquista, mas enfatizou que o Município ainda tem muito por fazer pela educação e seus trabalhadores. “Sem dúvidas uma importante conquista da APLB Sindicato dada a situação de dificuldades apresentadas. Porém, seguimos firmes nas demais pautas urgentes e conclamamos a toda a categoria e sociedade livramentense para nos apoiar nessa luta. Muito há por se fazer pela educação do município e a valorização profissional com cumprimento integral do Plano de Carreira é a primeira em uma série de medidas”, salientou.

Sudoeste Baiano
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Municípios do sudoeste baiano ainda resistem em pagar o reajuste do piso dos professores Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Em entrevista ao site Achei Sudoeste, Gerlando Oliveira, diretor executivo da APLB/Sindicato Regional do São Francisco, disse que muitos municípios da região ainda resistem em cumprir a lei federal e se recusam a pagar o reajuste do piso salarial dos professores. Muitos deles, segundo Oliveira, encontram subterfúgios para justificar o não pagamento do valor devido à categoria. “Não procede a alegação dos municípios de que a Lei nº 11.738 não seria constitucional ou que a lei do novo Fundeb suprime a lei do piso. Essa argumentação não procede”, afirmou. 

Municípios do sudoeste baiano ainda resistem em pagar o reajuste do piso dos professores Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Para o sindicalista, a posição demonstra a falta de zelo desses gestores com a educação pública, tendo em vista que a formação profissional é condição essencial e direito de toda sociedade. Apesar das dificuldades, Gerlando assegurou que a APLB continua na luta em prol da educação e dos professores. Entre os municípios que ainda não pagaram o piso estão Livramento de Nossa Senhora, Lagoa Real, Caculé, Ibiassucê, Licínio de Almeida, Iuiu, Paramirim e Sebastião Laranjeiras.

Brumado
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Brumado: Paralisação nacional dos professores terá palestra com o presidente estadual da APLB Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Nesta quarta-feira (16), será realizada uma paralisação nacional dos professores convocada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE). Presidente da APLB Sindicato na Regional de Brumado, Vanuza Lobo, informou ao site Achei Sudoeste que a mobilização busca garantir o respeito à carreira e ao piso do magistério. “Quando a CNTE chama a gente para uma mobilização é um alerta de que tem algum projeto vindo para nos prejudicar. No repasse que o Fundeb deu agora para o professor, algumas prefeituras não arrumaram as suas finanças e não respeitaram o que é de direito da categoria. Não tem como negar porque já está garantido na lei”, destacou. Lobo também denunciou que há um desmonte na carreira e no plano de cargos e salários do professor, a nível federal, estadual e municipal. Em Brumado, o diretor da executiva estadual da APLB, Noildo Gomes, fará uma palestra com o tema “Fundeb e Carreira” às 9h30, na Câmara Municipal, como parte da programação da paralisação. Lobo convocou os professores para participaram da palestra, tendo em vista a importância do tema e da causa.

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