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Quaest: 47% querem governador aliado de Lula e 16% de Bolsonaro na Bahia Foto: Rovena Rosa/EBC e Divulgação

A primeira pesquisa Quaest de 2026 sobre a sucessão estadual na Bahia, divulgada nesta terça-feira (28), aponta que o “fator Lula” continua sendo o principal motor eleitoral no estado. Segundo dados divulgados pelo G1, 47% dos eleitores baianos afirmam que desejam um governador aliado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O dado reforça a hegemonia do grupo petista, que governa o estado há duas décadas, e mostra que a chancela do Palácio do Planalto segue como o maior ativo político na disputa pelo Palácio de Ondina.

Por outro lado, uma parcela significativa do eleitorado busca por novos caminhos ou pelo distanciamento da polarização nacional. O levantamento indica que 32% dos entrevistados preferem um governador independente, que não esteja diretamente ligado a figuras da política federal. Já o grupo que deseja um gestor aliado ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) soma 16%, consolidando a base de oposição mais alinhada à direita no estado. Outros 5% dos ouvidos não souberam ou não responderam à questão.

Encomendada pela Genial Investimentos, a pesquisa reflete o termômetro inicial das alianças políticas para o pleito deste ano. O desejo por uma gestão alinhada ao governo federal é majoritário, mas o crescimento da fatia que busca independência sinaliza um espaço de diálogo para candidatos que tentam furar a bolha da polarização "Lula vs. Bolsonaro". A Bahia tem sido historicamente um reduto de vitórias expressivas para o PT em âmbito nacional, o que se traduz na liderança do atual presidente como o cabo eleitoral mais cobiçado.

O levantamento ouviu 1.200 eleitores em diversos municípios baianos entre os dias 23 e 27 de abril. Com margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos e um nível de confiança de 95%, o estudo oferece um panorama robusto do sentimento popular neste início de ano eleitoral. A pesquisa está devidamente registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BA-03657/2026, cumprindo todos os requisitos legais para a divulgação de dados estatísticos.

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Eleições 2026: Quaest aponta empate técnico entre Jerônimo Rodrigues e ACM Neto Foto: Reprodução/Bahia Notícias

Nova pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (29) revela um cenário de equilíbrio absoluto na corrida pelo governo da Bahia. Segundo o levantamento, o ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil) e o atual governador Jerônimo Rodrigues (PT), que busca a reeleição, aparecem em situação de empate técnico nos dois cenários de primeiro turno testados. No primeiro recorte, com quatro nomes na disputa, ACM Neto lidera numericamente com 41% das intenções de voto, seguido de perto por Jerônimo, que soma 37%. Como a margem de erro é de três pontos percentuais, os candidatos estão dentro do limite estatístico de igualdade. O diretor da Quaest, Felipe Nunes, destaca que o estado caminha para mais uma eleição polarizada com alta probabilidade de definição ainda na primeira etapa do pleito.

Ainda no primeiro cenário, Ronaldo Mansur (PSOL) registra 1% das intenções, enquanto José Estevão (DC) não pontuou. O grupo de indecisos soma 11%, e brancos, nulos ou eleitores que não pretendem votar chegam a 10%. Em uma segunda simulação, com apenas três candidatos, a estabilidade se mantém: ACM Neto preserva os 41% e Jerônimo Rodrigues oscila para 36%. Neste caso, Ronaldo Mansur permanece com 1%, mas o número de indecisos sobe para 14%, com 8% de brancos e nulos.

O equilíbrio se estende para uma eventual simulação de segundo turno, repetindo o embate ocorrido em 2022. Se a eleição fosse hoje, ACM Neto teria 41% contra 38% de Jerônimo Rodrigues, mantendo o empate técnico. No quesito rejeição, o atual governador enfrenta um desafio maior: 42% dos entrevistados afirmam que não votariam em Jerônimo, enquanto o índice de ACM Neto é de 32%. Os demais candidatos, José Estevão e Ronaldo Mansur, possuem rejeições de 16% e 11%, respectivamente.

A influência do cenário nacional também é um fator determinante para o eleitor baiano. De acordo com a Quaest, 47% dos entrevistados preferem eleger um governador que seja aliado do presidente Lula (PT). Outros 33% defendem a escolha de um nome independente, enquanto 15% optariam por um aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Encomendado pela Genial Investimentos, o levantamento ouviu 1.200 pessoas entre os dias 23 e 27 de abril. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada junto à Justiça Eleitoral sob o número BA-03657/2026.

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Eleições 2026: Lula empata com Flávio Bolsonaro, aponta Quaest Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vence todos os cenários de segundo turno testados, com exceção da disputa contra o senador Flávio Bolsonaro (PL), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. Nesse caso, há empate técnico entre os dois. Os dados são da pesquisa da Genial Investimentos em parceria com a Quaest, divulgada nesta quarta-feira (11).

Nesse cenário, Lula aparece com 41% das intenções de voto, mesmo percentual de Flávio Bolsonaro. A pesquisa registra ainda 16% de votos brancos ou nulos e 2% de eleitores indecisos.

Em um segundo cenário testado, Lula vence o governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), com 42% das intenções de voto, contra 33% do adversário. Nesse caso, 22% disseram que votariam em branco ou nulo e 3% se declararam indecisos.

No terceiro cenário, o presidente derrota o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), por 44% a 34%. Outros 19% afirmaram que votariam em branco ou nulo, enquanto 3% disseram estar indecisos.

A pesquisa também testou disputas de segundo turno entre Lula e dois outros governadores: Ronaldo Caiado, de Goiás, e Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul. Em ambos os cenários, o petista aparece à frente com vantagem de pelo menos 12 pontos percentuais.

Contra Caiado, Lula teria 44% das intenções de voto, contra 32% do governador. Nesse cenário, 21% votariam em branco ou nulo e 3% estão indecisos. Já contra Eduardo Leite, o presidente venceria por 44% a 26%.

O levantamento também incluiu cenários contra outros nomes. O fundador do Missão, Renan Santos, aparece com 24% das intenções de voto, contra 43% de Lula. Nesse caso, 30% votariam em branco ou nulo e 3% estão indecisos.

Já o ex-ministro Aldo Rebelo, pré-candidato do Democracia Cristã, registra o pior desempenho entre os testados: 23% das intenções de voto, contra 44% de Lula. Nesse cenário, 30% votariam em branco ou nulo e 3% estão indecisos.

A pesquisa ouviu 2.004 brasileiros com 16 anos ou mais entre os dias 6 e 9 de março. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

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56% dizem que Lula não merece reeleição em 2026, afirma Quaest Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

56% dos brasileiros acreditam que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não merece permanecer por mais quatro anos no cargo, enquanto 41% defendem sua reeleição em 2026. Os dados são de uma pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta terça-feira (16).

Apesar da maioria dos entrevistados se posicionar contra a continuidade do petista no Palácio do Planalto, o levantamento trouxe um sinal positivo para o presidente. A diferença entre os que rejeitam e os que apoiam uma nova candidatura de Lula diminuiu oito pontos percentuais em apenas um mês.

Em novembro, 60% dos entrevistados afirmavam que Lula não merecia continuar na Presidência, enquanto 37% eram favoráveis à sua permanência. Agora, esse percentual caiu para 56%, ao mesmo tempo em que o apoio subiu para 41%.

A pesquisa ouviu 2.004 pessoas entre os dias 11 e 14 de dezembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

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Sem Bolsonaro, Lula venceria qualquer cenário de 2º turno, aponta Quaest Foto: Ricardo Stuckert/PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece à frente em todos os cenários de segundo turno para as eleições de 2026, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta semana. Sem o nome de Jair Bolsonaro na disputa, Lula registra 46% das intenções de voto contra 36% do senador Flávio Bolsonaro (PL).

O levantamento indica que o petista venceria o segundo turno em todas as simulações testadas, incluindo confrontos com Flávio Bolsonaro, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), Ratinho Júnior (PSD), Ronaldo Caiado (União) e Romeu Zema (Novo).

Esta é a primeira pesquisa divulgada sem a inclusão de Jair Bolsonaro entre os possíveis candidatos, após o ex-presidente sinalizar apoio ao filho, Flávio Bolsonaro, como nome da família para a corrida presidencial de 2026.

No cenário contra Tarcísio de Freitas, Lula aparece com 45% das intenções de voto, uma alta de quatro pontos percentuais, enquanto o governador paulista recua um ponto e chega a 35%, ampliando a vantagem do presidente.

Contra Ratinho Júnior, o petista também soma 45%, ante 35% do adversário. Em um eventual confronto com Ronaldo Caiado, Lula registra 44%, contra 33% do governador de Goiás. Já diante de Romeu Zema, o presidente alcança 45%, enquanto o mineiro marca 33%.

A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais, entre os dias 11 e 14 de dezembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

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Eleições 2026: Com 68%, Eduardo Bolsonaro lidera rejeição entre presidenciáveis Foto: Divulgação

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) aparece como o nome mais rejeitado entre os possíveis candidatos a presidente nas eleições 2026. Segundo a pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta terça-feira (9), 68% conhecem e não votariam em Eduardo, 20% conhece e votaria e 12% não conhece.

A rejeição a Eduardo, que está nos Estados Unidos desde fevereiro, vem crescendo ao longo dos meses. No levantamento de janeiro, 55% disseram que não votariam no deputado, em março e maio o número subiu para 56%, em agosto a rejeição foi de 57%, e em setembro foi 68%.

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que está inelegível, aparece logo em seguida, com 63% de rejeição. A ex-primeira Michelle Bolsonaro é rejeitada por 61%. Na sequência vem Ciro Gomes (60%), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (51%), O governador de São Paulo Tarcísio de Freitas (41%), o governador do Paraná Ratinho Júnior (40%), o governador de Minas Gerais Romeu Zema (34%) e o governador de Goiás Ronald Caiado (32%).

Felipe Nunes, diretor da Quaest, citou que Eduardo aparece como um dos menos competitivos entre os candidatos testados. Ele estaria a 15 pontos de Lula se a eleição fosse hoje: 46% a 31%.

A um ano da eleição, Lula mantém liderança em todos os cenários de 1º turno, variando entre 35% e 43%. Bolsonaro (inelegível) aparece como o melhor nome da oposição (26%). Sem ele, Michelle (21%) e Tarcisio (19% ou 18%) aparecem como as alternativas.

A Quaest ouviu 2.004 pessoas em 120 municípios entre os dias 2 e 5 de outubro. O nível de confiabilidade da pesquisa é de 95% e a margem de erro é de 2 pontos percentuais.

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Eleições 2026: Lula vence em todos os cenários, aponta pesquisa Genial/Quaest Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue na liderança da corrida para as eleições presidenciais de 2026 em todos os cenários e ainda amplia a vantagem sobre o candidato preferido do setor financeiro da Avenida Faria Lima, em São Paulo, na disputa: o governador paulista, Tarcísio de Freitas (Republicanos).

Nos nove cenários estimulados para o segundo turno, Lula vence em todos, com percentuais de 41% a 47%, refletindo a melhora na aprovação do petista divulgada ontem na pesquisa Genial/Quaest. Apenas o ex-governador do Ceará Ciro Gomes (PDT) apresenta uma diferença contra o petista abaixo de 10 pontos percentuais.

Nesse embate, Lula recebeu 41% das intenções de votos dos eleitores, enquanto Ciro, 32%. Em setembro, primeira vez em que o ex-governador aparece na pesquisa, tinha um percentual maior, de 33%, e Lula, 40%.

Contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, Lula vence com vantagem de 10 pontos percentuais e o placar de 46% a 36% em um eventual segundo turno. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) também perde para Lula por 12 pontos percentuais, com 34% da preferência, enquanto o petista detém 46% das intenções de voto. Em setembro, essa diferença era de 15 pontos percentuais.

A maior vantagem de Lula sobre os opositores ocorreu contra o governador do Rio Grande Sul, Eduardo Leite (PSD), que teria 22% das intenções de votos – 23 pontos percentuais abaixo do percentual obtido por Lula, de 45%, e menos do que os 29% dos que responderam que pretendem votar em branco ou nulo. Em setembro, a diferença entre ambos era menor, de 19 pontos percentuais.

O filho 03 do ex-presidente, o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que continua morando nos Estados Unidos, perderia de Lula em um eventual segundo turno por uma diferença de 15 pontos percentuais, com o placar de 46% a 31% a favor do atual chefe do Executivo. Essa diferença, aliás, diminuiu na comparação os dados de setembro, de 18 pontos percentuais.

O presidente da República também vence com ampla vantagem os governadores de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), e do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), que seguem na disputa do espólio bolsonarista. Nos embates contra os três, Lula vence com diferença de 15 pontos percentuais na pesquisa atual.

Na pesquisa estimulada para o primeiro turno, Tarcísio, que vem tentando se desculpar das declarações desastrosas ao tentar minimizar a crise do metanol, caiu para o terceiro lugar entre os candidatos da oposição na preferência dos eleitores na pesquisa estimulada de primeiro turno, com 18%, atrás do ex-presidente (com 26%) e da ex-primeira-dama (com 21%).

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Aprovação ao governo volta a empatar com desaprovação, diz Quaest Foto: Ricardo Stuckert/PR

Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (8) mostra que a aprovação ao governo Lula voltou a empatar, dentro da margem de erro, com a desaprovação: 49% dos brasileiros desaprovam a gestão petista, enquanto 48%, aprovam.

Esta é a primeira vez, desde janeiro, que há empate entre os dois indicadores. No início do ano, 49% desaprovavam Lula, já a aprovação era de 47%. A diferença de um ponto é a menor desde dezembro de 2024, quando a aprovação era maior que a desaprovação (52% a 47%). 

Entre fevereiro e setembro, os indicadores mostravam maior desaprovação. O pico de diferença ocorreu em maio deste ano, quando 17 pontos separavam a avaliação negativa (57%) da positiva (40%).

Veja os números:

Aprova: 48% (eram 46% na pesquisa de setembro);

Desaprova: 49% (eram 51%);

Não sabem/não responderam: 3% (eram 3%).

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