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Em derrota inédita para Lula, Senado rejeita indicação de Jorge Messias ao STF Foto: Andressa Anholete/Agência Senado

O Senado Federal rejeitou, nesta quarta-feira (29), a indicação de Jorge Messias para integrar o Supremo Tribunal Federal (STF). Foram 42 votos contrários e 34 a favor do nome escolhido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). As informações são do Metrópoles.

O advogado-geral da União (AGU) não conseguiu superar a rejeição da oposição liderada pelo senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e, ao mesmo tempo, a resistência do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).

A rejeição marca uma derrota inédita para o governo Lula. Foi a primeira indicação ao Supremo a ser rejeitada em 132 anos. O caso mais próximo na história é o de Cândido Barata Ribeiro, principal precedente de uma indicação que não se consolidou no Senado, em 1894.

Agora, o Planalto precisará recalcular a rota e negociar, em posição desfavorável, quem irá preencher a cadeira deixada pelo ministro Luís Roberto Barroso, que adiantou a sua aposentadoria em outubro de 2025.

Para ser aprovado, Messias precisava da maioria absoluta do Senado, ou seja, ao menos 41 votos. Nas últimas indicações de Lula, Flávio Dino teve 47 votos a favor, enquanto Cristiano Zanin teve 58 votos.

Mais cedo, Messias havia passado pela sabatina da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Ao ser questionado pelos senadores, o atual AGU defendeu o “aperfeiçoamento” do Supremo e criticou a atuação individualizada de magistrados. Messias, que é evangélico, também se posicionou contra o aborto.

Na comissão, a indicação recebeu 16 votos favoráveis, mas não conseguiu repetir o resultado no plenário.

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Quaest: Rui Costa e Jaques Wagner lideram a disputa para o Senado da Bahia Foto: Divulgação

A nova rodada da pesquisa Quaest, divulgada nesta quarta-feira (29), aponta um cenário de amplo favoritismo para os candidatos da base governista na disputa pelas duas cadeiras do Senado Federal na Bahia. O ex-governador e atual ministro Rui Costa (PT) aparece com 24% das intenções de voto, seguido de perto pelo senador Jaques Wagner (PT), que soma 22%. Considerando a margem de erro de três pontos percentuais, os dois petistas figuram em situação de empate técnico na liderança do levantamento.

Atrás da dupla petista, o ex-ministro João Roma (PL) registra 9% das intenções de voto, enquanto o atual senador Angelo Coronel (Republicanos) aparece com 6%. A lista de candidatos testados é completada por Delliana Ricelli (PSOL), com 1%, e Marcelo Santtana (DC), que não pontuou. O volume de eleitores que pretendem votar em branco, nulo ou se abster é significativo, atingindo 22%, enquanto os indecisos somam 16%.

Diferente do último pleito, as eleições de 2026 renovarão dois terços do Senado Federal. Com isso, cada estado elegerá dois representantes, totalizando 54 das 81 cadeiras da Casa Alta em disputa em todo o país. Na Bahia, a consolidação desses votos ainda enfrenta um cenário de volatilidade: embora 50% dos entrevistados afirmem que a escolha atual é definitiva, outros 47% admitem que podem mudar de opinião até o dia da votação, caso ocorra algum fato novo.

O peso das alianças nacionais também deve ditar o ritmo da campanha no estado. Segundo a Quaest, 47% dos baianos preferem eleger senadores que sejam aliados do presidente Lula (PT). Já a parcela que busca candidatos independentes soma 33%, enquanto 15% optam por nomes ligados ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O levantamento, encomendado pela Genial Investimentos, ouviu 1.200 eleitores entre 23 e 27 de abril e apresenta um nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada junto à Justiça Eleitoral sob o número BA-03657/2026.

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Séculus/Bahia Notícias: Rui Costa e Jaques Wagner lideram corrida para o Senado Foto: Reprodução/Bahia Notícias

Com duas vagas para o Senado Federal em 2026, os ex-governadores Rui Costa e Jaques Wagner, ambos do PT, lideram a corrida pelas cadeiras. É o que aponta o levantamento da Séculus Análise e Pesquisa, contratado pelo Bahia Notícias, parceiro do Achei Sudoeste. O senador Jaques Wagner é candidato à reeleição, porém aparece com 19,23% das intenções de voto, atrás do ministro da Casa Civil, Rui Costa, que lidera com 23,38%. É o caso de um empate técnico, porém, por serem duas vagas, ambos estariam garantidos pelas urnas.

A pesquisa testou ainda os nomes de João Roma (PL) e Angelo Coronel (sem partido). O ex-ministro da Cidadania do governo de Jair Bolsonaro foi citado por 12,43%, enquanto o senador, que deve ser candidato à reeleição, foi opção para 10,5% dos entrevistados. Dalliane Ribeiro também foi testada e foi opção para 3,69% dos eleitores.

Não souberam ou não opinaram 12,93% dos entrevistados, enquanto 17,84% responderam que não votariam em nenhum deles ou votariam nulo ou em branco.

A pesquisa ouviu 1.535 entrevistados em 72 municípios baianos e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob nº BA-09740/2026. O levantamento possui margem de erro de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos e intervalo de confiança de 95%.

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Senado aprova texto principal da Reforma Trabalhista Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado
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No Senado, Aécio se diz indignado com 'injustiça' Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) subiu à tribuna do Senado na terça-feira (3) para se defender das acusações do Ministério Público Federal. Durante o pronunciamento, o tucano afirmou que não cometeu crimes, se disse indignado com o que chamou de “injustiça” e afirmou que foi condenado previamente sem chance de defesa. Aécio retornou ao Senado após mais de um mês afastado das atividades parlamentares por ordem do Supremo Tribunal Federal. “Inicio este pronunciamento dizendo que retorno à tribuna com um conjunto de sentimentos que podem parecer contraditórios, mas retratam a profundidade das marcas que o episódio de afastamento do mandato deixou, não apenas em mim, mas em minha família e em todos aqueles que acompanham meus mais de 30 anos de vida pública”, disse Aécio. “Dentre todos esses sentimentos, está a indignação com a injustiça”, complementou. Segundo o Ministério Público, Aécio solicitou e recebeu do empresário Joesley Batista R$ 2 milhões que seriam utilizados para pagar seus advogados em inquéritos da Lava Jato. Em troca, Aécio atuaria em favor da JBS no Congresso Nacional. “Fui condenado previamente sem nenhuma chance de defesa. Tentaram execrar-me junto à opinião pública. Fui vitima da manipulação de alguns, da má-fé de muitos e, sobretudo, de julgamentos apressados, alguns feitos aqui mesmo nesta Casa. Por alguns poucos que parecem não se preocupar com a preservação dos direitos constitucionais e com o primado de nossa Constituição”, afirmou.

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Relatório da reforma trabalhista é rejeitada em Comissão do Senado Federal Foto: Reprodução

Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado rejeitou nesta terça-feira (20), por 10 votos a 9, o relatório da reforma trabalhista elaborado pelo senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), que era favorável ao texto aprovado pela Câmara. De acordo com o G1, no lugar do parecer de Ferraço, a comissão aprovou um texto alternativo, do senador oposicionista Paulo Paim (PT-RS). O resultado representa uma derrota para o governo Michel Temer (PMDB), que vê na reforma trabalhista uma das principais medidas para a área econômica. Apesar de o texto do governo ter sido rejeitado na Comissão de Assuntos Sociais, a reforma trabalhista ainda vai passar pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e, por fim, pelo plenário do Senado. Após o fim da sessão na CAS, o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR) afirmou que o resultado “não deixa de ser uma derrota” para o governo. Na avaliação dele, porém, “nada muda”, porque os três relatórios – da CAE, da CAS e da CCJ – serão enviados a plenário e analisados separadamente. “Os três relatórios irão para o plenário. Não muda nada, não muda a posição do governo, não muda o plano de aprovar”, disse.

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