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Brumado
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Brumado: 90ª Zona Eleitoral faz audiência pública de geração de mídias para as Eleições 2026 Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Durante esta quinta-feira (17), a 90ª Zona Eleitoral, composta pelos municípios de Brumado, Aracatu e Malhada de Pedras, realiza uma audiência pública para geração das mídias eletrônicas que serão utilizadas nas Eleições 2026. Representantes do Ministério Público Eleitoral (MPE) acompanham o ato.  

Ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar, Igor Araújo, Chefe do Cartório Eleitoral de Brumado, explicou que, no dia 1º de outubro, as urnas eletrônicas serão preparadas no modo oficial para operar durante o pleito eleitoral. A geração das mídias representa uma etapa anterior dessa preparação. “Essas urnas não têm nenhuma forma de comunicação com o mundo externo, então elas são alimentadas por essas mídias eletrônicas que estão sendo preparadas nessa audiência pública”, destacou.

Brumado: 90ª Zona Eleitoral faz audiência pública de geração de mídias para as Eleições 2026 Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

A 90ª Zona Eleitoral utiliza um sistema que foi desenvolvido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Segundo Araújo, esse sistema é auditado por dezenas de instituições, partidos políticos, Ministério Público, Ordem dos Advogados, Polícia Federal, entre outras, para garantir a integridade dos dados que constam nessas mídias. Ao final do dia, as mídias serão guardadas para serem usadas no dia 1º de outubro, na preparação das urnas.

Representando o MPE, a promotora Daniela Almeida disse que o MPE busca fiscalizar o processo na condição de coadjuvante, sempre prezando pela transparência e lisura dos atos oficiais.

O supervisor André Gomes está ao lado de mais 11 membros da equipe técnica de manutenção das urnas no polo de Brumado. Há 26 anos atuando na área de manutenção preventiva dos equipamentos, ele informou que 1320 urnas estão sendo preparadas para distribuição nas regionais de Brumado, Macaúbas e Livramento de Nossa Senhora.

Brasil
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Brasil nega visto para servidores dos EUA que pretendiam monitorar urnas Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O Ministério das Relações Exteriores brasileiro confirmou neste sábado (25) a negativa do governo de autorizar vistos a dois funcionários norte-americanos: o subsecretário do Departamento de Estado para a Democracia, Direitos Humanos e Trabalho, Riley Barnes, e o subsecretário adjunto Samuel Samson. Os vistos foram negados na sexta-feira (24).

O governo brasileiro tomou conhecimento do interesse do Departamento de Estado norte-americano de enviar dois funcionários para o Brasil. Eles queriam conversar com autoridades eleitorais para discutir liberdade de expressão relacionada às eleições de outubro.

Chamou a atenção das autoridades brasileiras que o pedido de visto veio na sequência de evento em que políticos brasileiros se reuniram com diplomatas para levantar suspeitas sobre as urnas eletrônicas. O governo considerou como instrumentalização política a visita nesse contexto eleitoral e decidiu negar os vistos.

O questionamento às urnas eletrônicas voltou a ganhar destaque após o pré-candidato à presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), divulgar informação falsa sobre as urnas brasileiras.

Ele afirmou na segunda-feira (21), durante o evento com diplomatas em Brasília, que os equipamentos brasileiros seriam da empresa venezuelana Smartmatic - sem apresentar provas.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negou, na quarta-feira (22), a informação de que a empresa venezuelana Smartmatic forneceu urnas eletrônicas ou softwares utilizados nos equipamentos eleitorais do Brasil. Segundo o tribunal, as urnas brasileiras foram projetadas por servidores e técnicos a serviço da Justiça Eleitoral. Além disso, elas são produzidas sob “direta coordenação” dos servidores do TSE por empresas selecionadas por licitações públicas com ampla concorrência, “o que garante ainda mais segurança e transparência ao processo eleitoral”. As informações são da Agência Brasil.

Justiça
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Ministro Nunes Marques assume TSE e exalta a votação eletrônica Foto: Alejandro Zambrana/TSE

O ministro Kassio Nunes Marques assumiu a presidência do Tribunal Superior Eleitoral nesta terça-feira (12). O ministro André Mendonça assumiu a vice-presidência.

Marques estará no comando da Corte Eleitoral nas eleições de outubro, que vai eleger o novo presidente, senadores, deputados e governadores. Ele vai suceder a ministra Cármen Lúcia, que esteve à frente do tribunal nas eleições de 2024.

Em dicurso após assumir a presidência, Nunes Marques defendeu as urnas eletrônicas e afirmou que o sistema eletrônico de votação "constitui patrimônio institucional da democracia".

“O sistema eletrônico de votação brasileiro constitui um patrimônio institucional da nossa democracia. No Tocante à recepção, apuração e divulgação dos votos, nosso sistema é o mais avançado do mundo. Essa posição de destaque global não impede o constante aperfeiçoamento do nosso sistema”, disse Nunes Marques.

Nunes Marques foi eleito para a posição em abril deste ano. Nunes fica no comando do TSE até maio de 2027.

A cerimônia de posse contou com a presença de autoridades como o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB) e ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

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