As barracas de duas Baianas de Acarajé sofreram uma sequência de furtos na cidade de Brumado. Em uma mesma noite, duas baianas foram vítimas e tiveram diversos pertences furtados.
Ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar, a Baiana Val Amorim relatou que o seu ponto de vendas de acarajé, localizado na Praça Armindo Azevedo, já foi furtado três vezes. “É tão desagradável porque a gente corre tanto atrás, a gente luta tanto e vem esses engraçadinhos e fazem essa coisa feia”, afirmou.
No primeiro furto, Amorim disse que os criminosos levaram tudo de dentro da barraca, até a cesta de lixo. Da segunda vez, o alvo principal foram as bebidas. Para conseguir acesso ao material, o freezer foi aberto e jogado no chão. Por último, mais recentemente, diversos itens foram roubados do local e as mesas quebradas.
Nos episódios mais recentes, Val prestou queixa na delegacia e conseguiu recuperar parte do material furtado. No entanto, não foi possível identificar os autores. Embora a barraca seja monitorada por câmeras de segurança, os equipamentos não inibiram a atuação dos meliantes.
A baiana denunciou que outras colegas de trabalho estão sendo alvo desse tipo de crime na região central da cidade. Ela cobrou o incremento do policiamento na área a fim de garantir a segurança dos trabalhadores ambulantes. “Estamos abandonados aqui no centro. Tá precisando de mais reforço de segurança e patrulhamento no centro da cidade”, reivindicou.
Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste Zinha Bombom, que também atua com a venda de acarajés na Praça Armindo Azevedo, revelou que o ponto já foi furtado cinco vezes. O prejuízo estimado com os arrombamentos chega aos R$ 3 mil.
Só no período de 1 semana foram registrados dois furtos em seu quiosque. Nesta quinta-feira (27), durante a madrugada, o local foi novamente furtado. “Tá virando brincadeira. É muito chato tudo isso que a gente está passando. Estamos entregues ali na praça aos vândalos e marginais”, disparou.
Bombom disse que falta mais segurança e câmeras de vigilância na área. Embora seja realizada uma ronda no centro comercial, ela falou que os criminosos esperam a viatura passar para praticar os furtos. “Só a ronda não está adiantando. Os marginais controlam isso”, pontuou.
As baianas esperam que a Polícia Militar possa olhar com mais atenção para a situação a fim de garantir que elas desempenhem as suas atividades com tranquilidade e sem prejuízos.