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22/Jan/2026 - 07h00

Mãe denuncia falta de vagas na rede municipal de ensino em Guanambi

Mãe denuncia falta de vagas na rede municipal de ensino em Guanambi Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Em Guanambi, uma mãe utilizou as redes sociais para manifestar repúdio à gestão do prefeito Arnaldo Pereira de Azevedo (Avante), o Nal, devido à limitada quantidade de vagas nas escolas da rede municipal de ensino.

Dayane Reis disse que se trata de um problema grave que atinge diretamente crianças, famílias e toda a comunidade.

Em entrevista ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar, Reis afirmou que não esperava que a sua manifestação fosse causar tanta repercussão, porém entende que a situação é revoltante e a sua visibilidade é importante e necessária.

Ela criticou o fato de escolas terem sido fechadas pela atual gestão ao invés de fortalecidas. “É inaceitável que faltem vagas quando existiam escolas em funcionamento, inclusive instituições de boa qualidade, que foram fechadas ao invés de fortalecidas. Educação não é gasto, é investimento. Fechar escolas e reduzir o acesso ao ensino é comprometer o futuro de uma geração inteira”, escreveu.

 Como mãe, Dayane relatou que precisa da vaga para sua filha, assim como tantas mães e pais que estão desesperados e desassistidos por conta da falta de prioridade com a educação pública. “Escola tem, mas elas foram fechadas. Agora, está faltando vagas. O direito à educação não pode ser limitado”, disparou, acrescentando que está em busca da vaga da filha na rede municipal desde o início do mês de dezembro, mas sem êxito.

Conforme salientou, o sistema de pré-matrícula do Município é falho e não leva em consideração à proximidade da casa dos alunos com a escola. Indignada, ela denunciou que estudantes de bairros distantes estariam sendo matriculados em determinadas unidades de ensino apenas por “estética” ou “preferência”. “Gestão responsável exige planejamento, diálogo e compromisso real com o direito básico à educação. Exigimos transparência, responsabilização e medidas imediatas para reabrir unidades, ampliar vagas e garantir que nenhuma criança fique sem estudar”, cobrou.

Dayane alega que procurou a prefeitura para falar sobre o assunto e a resposta teria sido: “só temos 8 vagas, tenta a sorte”.

A nossa reportagem não conseguiu contato com a secretaria de Educação de Guanambi. 

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