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Brumado: ?A polícia não está de braços cruzados?, diz Major Berlink

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Brumado: ?A polícia não está de braços cruzados?, diz Major Berlink Foto: Lay Amorim/Brumado Notícias

Por causa da quantidade de assaltos sofridos, alguns comerciantes e populares de Brumado deixaram de prestar queixa alegando que não acreditam em uma solução. Um comerciante da cidade disse que se cansou da situação. “Fui assaltado novamente essa semana, mas como não vi solução nos outros casos também não me importei em ir até a delegacia relatar o último ocorrido”, reiterou. Recentemente, uma mulher teve sua bolsa roubada em frente a uma agência bancária. Ela também não registrou queixa, assim como fez um aposentado agredido por dois sujeitos que levaram a sua carteira. 

Brumado: ?A polícia não está de braços cruzados?, diz Major Berlink Foto: Lay Amorim/Brumado Notícias

O comandante da 34ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM), Major Berlink, falou ao site Brumado Notícias rebatendo as críticas direcionadas à polícia. “A polícia não está de braços cruzados, estamos trabalhando afinco com um quadro reduzido e atuando em onze municípios da região. As pessoas estão apontando o dedo apenas para a polícia, mas nós somos o último pilar da segurança na sociedade. Onde estão as políticas públicas de prevenção, educação, ressocialização, igualdade, cultura, lazer? A polícia é acionada para o trabalho ostensivo, mas o problema não é só nosso, é de todo um sistema que não funciona”, argumentou. 

Brumado: ?A polícia não está de braços cruzados?, diz Major Berlink Foto: Lay Amorim/Brumado Notícias

O comandante afirmou que não registrar queixa prejudica o trabalho policial. “Nós trabalhamos com inteligência e investigação, por isso precisamos dos registros para traçar um mapa dos criminosos. Às vezes, reconhecemos o elemento pelo seu modo de atuação nos crimes, mas sem os registros nosso trabalho de apuração para chegar aos suspeitos fica prejudicado”, explicou Berlink. O Major fez um apelo à população. “Não deixem de acreditar na polícia. Nós, tanto quanto as vítimas, queremos dar um basta nesta situação, mas as ações da polícia estão cercadas de uma série de determinações que não podemos simplesmente sair querendo fazer justiça por fazer, pois no final somos também cobrados pela nossa ações”.

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