Caetité

'Caetité precisa evoluir em reconhecer a representatividade negra', ressalta professora

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'Caetité precisa evoluir em reconhecer a representatividade negra', ressalta professora Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Em alusão ao Dia da Consciência Negra, celebrado nesta quinta-feira (20), a professora e pesquisadora de relações étnicas na cidade de Caetité, Rosemária Joazeiro, defende a educação como meio para pôr fim às desigualdades raciais no Brasil.

Para negar a potência da diversidade, ela destacou ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar que, repetidamente, o mundo branco menospreza os povos negros desde o início das civilizações. “O pacto da branquitude prevalece até hoje desmerecendo todos os outros saberes alheios aos seus. Tudo isso não era levado em conta, não reconhecendo as potências negras, indígenas, ciganas, asiáticas. Essas outras culturas são aniquiladas e menosprezadas”, criticou.

No que diz respeito à Caetité, símbolo de resistência e representatividade negra, a pesquisadora detalhou que muitas frentes fazem parte do movimento em celebração à data.

Através da Secretaria Municipal de Cultura, uma programação será realizada em bairros e praças públicas para reverenciar a identidade e cultura do povo preto.

Também será promovido um ciclo de debates, palestras, rodas de conversa e lançamento de livros para discutir a temática.

Apesar de todos os avanços, a pesquisadora acredita que Caetité ainda precisa evoluir no que se refere à implementação de políticas públicas para preservação do patrimônio cultural da cidade, especialmente no que diz respeito ao povo preto.

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