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Biólogo potiguar poetiza a importância da caatinga no sertão nordestino Foto: WhatsApp/Achei Sudoeste

Natural do Rio Grande do Norte, o biólogo Sebastião Alves, popular professor Tião Alves, atua hoje no estado do Pernambuco, onde começou a sua atuação como técnico em agropecuária. Criador do primeiro centro em agroecologia do estado, ele se formou em Biologia e é especialista no bioma da caatinga e em agriculturas alternativas.

Em entrevista ao site Achei Sudoeste e ao programa Achei Sudoeste, Alves defendeu que a caatinga precisa ser compreendida e respeitada em sua essência. “Aqui a vida se reinventa a cada estação. Tudo se renova, refaz, muda e amplia”, afirmou.

Como recado ao povo baiano, o professor disse que é necessário falar sobre a caatinga e todo seu ecossistema. “A caatinga é uma caixa, um invólucro de potência escondida. É uma força discreta, muitas vezes invisível aos olhos daqueles que são mais apressados, mas imensa para quem aprende a enxergar além da seca, às vezes mais prolongada, às vezes mais curta, mas sempre presente”, completou.

Segundo constatou, quando observada com outros olhos, a caatinga demonstra-se como o único bioma que pode ser apresentado durante o ano, no mínimo, em dois momentos totalmente diferentes: a caatinga seca (com galhos sem folhas) e a caatinga verde (nos períodos chuvosos). “É uma coletânea que desperta a alma da gente. A caatinga não é carência, é engenho. É um laboratório vivo de adaptação da vida que cria estratégias únicas para existir”, asseverou.

Em sua visão, a riqueza da caatinga é o que brota mesmo com pouca chuva. “É um bioma que não pede piedade, pede investimentos conscientes, pesquisa e, sobretudo, respeito”.

Educação
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Governo da Bahia abre 46 mil vagas de monitoria para Programa Mais Estudo Foto: Divulgação/SEC

A Secretaria da Educação (SEC) da Bahia lançou, no sábado (18), um novo edital para o programa Mais Estudo. Estão abertas 46 mil vagas para que estudantes atuem como monitores em Língua Portuguesa, Matemática, Biologia, Geografia e, especialmente neste ano, em Práticas de Educação Sociocientífica, auxiliando colegas.

As seleções começam nesta quarta-feira (22) e seguem até 5 de maio. Os monitores selecionados receberão bolsa mensal no valor de R$ 150 durante o período de atuação.

Os interessados deverão se inscrever nas próprias unidades que estudam. Os estudantes não contemplados inicialmente poderão integrar o cadastro de reserva.

Para participar, os estudantes devem atender a critérios como: ter Cadastro de Pessoa Física (CPF); apresentar bom desempenho acadêmico, com média anual igual ou superior a 8 no componente curricular pretendido (ou 7,0, em casos específicos); ter frequência regular e disponibilidade para cumprir carga horária semanal de oito horas, incluindo atividades de planejamento e acompanhamento pedagógico, entre outros requisitos.

O Programa Mais Estudo é uma estratégia voltada ao fortalecimento da aprendizagem e ao protagonismo estudantil na rede pública estadual, por meio da monitoria entre pares. O principal objetivo é ampliar as oportunidades de apoio pedagógico entre estudantes, incentivando o protagonismo juvenil e a participação ativa no processo educacional.

A iniciativa busca reforçar conteúdos essenciais, promover práticas inovadoras de ensino e despertar o interesse pela docência, desenvolvendo habilidades como comunicação, liderança, cooperação e autonomia intelectual.

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Filhote da jiboia mais rara do mundo é encontrado em São Paulo Foto: Divulgação

Considerada a mais rara do mundo da espécie, a jiboia-do-ribeira (Corallus cropanii) foi encontrada no estado de São Paulo. O animal, que possui cerca de 80 centímetros e é considerado jovem, foi localizado por um morador da comunidade do Guapiruvu, em Sete Barras, está sob cuidados de especialistas e será monitorado por pesquisadores. O morador estava dirigindo e, ao fazer uma curva, a lanterna do carro iluminou o animal no caminho. As informações são do G1.

Este é o 25º indivíduo de jiboia-do-ribeira conhecido pela ciência desde a descrição da espécie, em 1953. O número inclui também animais mortos registrados ao longo das décadas. “Esta jiboia foi a primeira da espécie encontrada neste município. A gente não sabe ao todo como está o status populacional desse bicho ali. Existem várias perguntas que precisam ser respondidas e algumas delas a gente consegue responder pelo monitoramento”, explicou a coordenadora técnica do Projeto Jiboia-do-Ribeira e técnica das Coleções de Herpetologia do Museu de Zoologia da USP (MZUSP), Daniela Gennari.

Para a equipe do projeto, o animal é o quinto indivíduo acompanhado diretamente pelos pesquisadores em dez anos de trabalho. Antes dele, duas fêmeas e um macho foram monitorados na natureza: Dona Crô (2017), Esperança (2020) e Ribeiro (2022). No fim do ano passado, uma fêmea adulta foi localizada no município de Juquiá (SP). O animal foi resgatado e segue sob monitoramento. Por ser a primeira ocorrência da espécie na cidade, a serpente recebeu o nome de Juquiá. A fêmea tem cerca de 1,70 metro de comprimento e está sendo mantida no Instituto Rio Itariri, em Pedro de Toledo (SP), em um espaço preparado especialmente para a espécie.

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Nova espécie de perereca é descoberta no Cerrado mineiro Foto: Divulgação/Zootaxa

Pesquisadores descobriram uma nova espécie de perereca que habita exclusivamente o Cerrado do noroeste de Minas Gerais. Batizado de Ololygon paracatu, o anfíbio tem distribuição extremamente restrita e foi registrado apenas em duas localidades próximas no município de Paracatu.

A pesquisa envolve instituições como a Universidade de Brasília (UnB), o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), a Universidade Federal de Goiás (UFG) e o Museo Argentino de Ciencias Naturales. O resultado do estudo foi publicado na revista científica Zootaxa.

O estudo combinou análises genéticas, comparações morfológicas e gravações de vocalizações. Parte essencial desse processo envolveu o uso de coleções biológicas.

De pequeno porte, a espécie apresenta diferenças morfológicas, acústicas e moleculares em relação a outras pererecas do mesmo gênero. Os machos medem entre 20,4 e 28,2 milímetros, enquanto as fêmeas variam de 29,3 a 35,2 milímetros.

Assim como outras espécies do gênero Ololygon, o animal vive nas chamadas matas de galeria, vegetação florestal associadas a rios de pequeno porte, córregos de águas rápidas e leito rochoso. A nova espécie é a oitava do gênero Ololygon descrita no Cerrado, ampliando a lista de anfíbios endêmicos do bioma. As informações são da Agência Brasil.

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