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Lula diz para a revista alemã que, se perder para Flávio Bolsonaro, vai aceitar o resultado Foto: Ricardo Stuckert/PR

Em reportagem divulgada na edição desta sexta-feira (17) da revista semanal alemã Der Spiegel, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fala sobre seus planos para a eleição deste ano, das pesquisas atuais e do principal adversário, Flávio Bolsonaro, e a respeito das suas estratégias para lidar com Donald Trump.

Na resposta que deu a um questionamento da revista sobre a atual liderança de Flávio Bolsonaro nas simulações de segundo turno feitas por pesquisas recentes, Lula disse que irá respeitar a decisão do povo nas urnas.

“Quando o povo toma uma decisão, seja de direita, de esquerda ou do centro, temos que aceitar esse resultado. Eu nunca teria imaginado que um metalúrgico, que já foi líder sindical como eu, fosse eleito três vezes para a presidência. Mas aqui estou eu!”, destacou o presidente.

Em declaração na última semana a um veículo de imprensa, Lula colocou em dúvida sua sétima candidatura a presidente da República. A revista Der Spiegel fez questionamento a respeito da confirmação da candidatura do líder petista, e Lula disse que “depende”.

“Haverá uma convenção partidária na qual meu partido discutirá os principais nomes. Estou me preparando para isso. Minha cabeça e meu corpo estão 100% em forma. Quero chegar aos 120 anos!”, afirmou.

Ainda sobre a disputa com Flávio Bolsonaro, Lula disse na entrevista não temer que o Brasil seja dominado pelo autoritarismo.

“O Brasil continuará sendo um país democrático no futuro. Além disso: vamos vencer esta eleição e garantir que nossa democracia se torne ainda mais estável. Aqui não há espaço para fascistas; para pessoas que não acreditam na democracia” colocou o presidente brasileiro.

“Essa ideologia de direita que governa o mundo não tem futuro. Em vez de ideias, ela apenas espalha ódio e mentiras”, completou Lula.

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Governo avalia que desfile de Carnaval foi 'catastrófico' para Lula Foto: Ricardo Stuckert/PR

Informações obtidas pelo jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo, a partir de pesquisas internas e trackings realizados pela Secretaria de Comunicação da Presidência da República, indicam que o desfile da Acadêmicos de Niterói em homenagem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva teria sido “um desastre”.

Um estudo da agência Ativaweb divulgado nesta quarta-feira (19) confirma os números apurados pelo Palácio do Planalto e revelam que a passagem da escola de samba pelo Sambódromo do Rio de Janeiro teria sido “catastrófica” para o governo. O desfile foi realizado na noite do último domingo (15).

Segundo Lauro Jardim, a apuração feita pela equipe de comunicação do governo revelou que o principal foco de críticas ao desfile teve como alvo a ala que representou a “família tradicional” dentro de uma lata de conservas. Além de ter se tornado o “símbolo do desastre” para a imagem do presidente Lula, as fantasias da “família em conserva” acabaram, na visão de fontes do colunista, criando um forte atrito com um grupo que o governo vinha tentando atrair - os evangélicos.

“Todo um trabalho de aproximação com os evangélicos foi jogado fora”, disse um líder petista ao jornalista Lauro Jardim.

A mesma impressão de “desastre” foi corroborada pelo estudo da agência Ativaweb realizado entre a segunda (16) e a terça-feira (17). O levantamento da agência contabilizou 28,9 milhões de menções nas redes sociais às imagens da chamada “família em conserva”, surgidas após o desfile da Acadêmicos de Niterói.

A análise da Ativaweb, feita em publicações no Instagram, Facebook e a rede X, apontou que 70,7% das menções ao assunto foram classificadas como negativas, associadas a críticas à representação simbólica e à percepção de ataque a valores culturais, religiosos e familiares.

Conteúdos positivos, em defesa da liberdade artística e da sátira política, representaram 21,8%. Outros 7,5% foram considerados neutros. O estudo mostrou presença simultânea em todas as regiões do país e múltiplos polos de propagação, incluindo influenciadores políticos, usuários comuns e redes ideológicas organizadas.

De acordo com a análise da Ativaweb, o que começou como crítica foi apropriado por usuários e lideranças associadas ao campo conservador, que passaram a produzir, com uso de inteligência artificial, imagens próprias de “famílias conservadoras” dentro de latas metálicas. O movimento incluiu políticos da oposição a Lula, que compartilharam ilustrações em suas redes sociais.

A impressão de que o desfile da Acadêmicos de Niterói foi um “desastre” é compartilhada por aliados do pré-candidato a presidente Flávio Bolsonaro (P-RJ). Segundo a coluna Painel, da Folha de S.Paulo, o desfile deu munição aos adversários ao satirizar a parcela conservadora e evangélica da população. Para eles, foi um tiro no pé que vem sendo explorado nas redes bolsonaristas, especialmente a ala que usou uma fantasia de família em lata de conserva.

O próprio Flávio Bolsonaro aproveitou a enxurrada de críticas ao desfile nas redes sociais e gravou um vídeo dirigido a quem não se diz nem de esquerda nem de direita, com foco na questão do ataque aos conservadores.

“Quero me dirigir a você, que não é simpatizante nem de Bolsonaro nem de Lula. Você ficou feliz de ver o dinheiro dos seus impostos sendo usado para fazer campanha antecipada para o Lula? Você, que é cristão, ficou feliz de ver a escola de samba do Lula fazer chacota com a sua fé?”, disse Flávio.

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Jair Bolsonaro recebe alta e deixa hospital em São Paulo Foto: Cristiano Mariz/Agência O Globo

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) recebeu alta na tarde desta quinta-feira (23). Ele foi internado ontem no Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, para exames de rotina. A informação foi confirmada pelo assessor de imprensa do ex-presidente, Fabio Wajngarten. No momento da internação, o assessor informou que os exames eram para avaliar a condição clínica do paciente, especialmente no sistema digestivo, tráfego intestinal, aderências, hérnia abdominal e refluxo. Ele não deu informações sobre a avaliação médica. Wajngarten associou, ontem, os exames ao ataque a faca contra o ex-presidente durante a campanha eleitoral de 2018. Desde que sofreu o atentado, Bolsonaro passou por pelo menos sete internações cirúrgicas e de recuperação.

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Jair Bolsonaro diz que 11 dos 23 ministros devem sair para disputar eleições Foto: Armando Júnior/Rede Amazônica

O presidente Jair Bolsonaro, durante visita a Rondônia nesta quinta-feira (3), disse que, dos seus 23 ministros, prevê a troca de 11 que devem deixar o governo para disputar as eleições em outubro. “Temos previstos, no momento, 11 ministros que vão disputar eleição. Obviamente que vamos ter ministérios-tampão”, afirmou Bolsonaro. Segundo ele, a dança das cadeiras será no fim de março. “Dia 31 de março, um grande dia, é um pacotão: 11 saem, 11 entram. Da minha parte, vocês só vão saber via 'Diário Oficial da União'”, disse.

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Eleições 2018: Lula lidera corrida presidencial, aponta pesquisa Datafolha Foto: Instituto Lula

O ex-presidente Lula (PT) segue liderando os cenários em pesquisa de intenções de voto realizada pelo Datafolha. No cenário 1 de primeiro turno, Lula fica à frente com 30%, seguido de Bolsonaro (16%) e Marina (15%). Alckmin vem em quarto, com 8%; Ciro Gomes (PDT) em quinto, com 5%. Luciana Genro (Psol), Eduardo Jorge (PV) e Ronaldo Caiado (DEM) estão empatados em sexto, com 2%. Brancos e nulos somam 18%, enquanto 2% não souberam ou não opinaram. No cenário 2, com o prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), substituindo Alckmin, Lula mantém os 30%, Marina e Bolsonaro ficam empatados com 15% em segundo lugar, e o tucano aparece em terceiro, com 10%. Ciro Gomes fica em quarto, com 6%, enquanto Luciana Genro, Eduardo Jorge e Caiado mantêm os 2% cada um. Brancos e nulos somam 16%; 2% não souberam ou não opinaram. O cenário 3, com Alckmin e o ex-presidente do STF, Joaquim Barbosa, Lula segue com 30%; Marina e Bolsonaro com 15%. Barbosa vem em terceiro, com 11%. Alckmin fica em quarto, com 8%. Luciana Genro, Eduardo Jorge e Ronaldo Caiado estacionam em 2%; brancos e nulos (14%) e 2% não souberam e não opinaram. No cenário com o juiz Sérgio Moro, Lula obtém 29%. No segundo lugar: Moro empata com Marina, com 14%. Bolsonaro vem depois com 13%. Alckmin tem 6%. Luciana Genro e Eduardo Jorge têm 2%; Caiado, 1%.  Brancos e nulos representam 15% e 2% não souberam ou não opinaram. Apesar de liderar em todos os cenários, Lula também tem a maior rejeição: 46%. Alckmin vem na sequência, com 34%. Bolsonaro tem 30% de rejeição, próximo a Haddad (28%), Ciro (26%) e Marina (25%). Luciana Genro tem 24%; Caiado, 23%; Moro tem 22%; Eduardo Jorge, 21%; e Doria 20%. Joaquim Barbosa, com 16%. A pesquisa foi realizada entre os dias 21 e 23 de junho, entrevistando 2.771 pessoas em 194 cidades. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%.

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