Foto: Reprodução/G1 Amigas de Juliana de Oliveira, a tutora morta pelo pitbull no quintal de casa nesta terça-feira (23), em Campinas (SP), homenagearam a vítima de 25 anos.
Uma amiga da vítima, que preferiu não se identificar, afirmou ao g1 que Juliana trabalhava em uma padaria no bairro São Bernardo. A mulher afirmou que vítima falava sobre o pitbull “como se fosse um filho”.
“Ela falava nesse cachorro como fosse um filho pra ela. Ela se preocupava muito justamente por ser pitbull. Estão julgando ela muito pelo local que ela morava por ser humilde, mas ela nunca maltratou o cachorro. Muito pelo contrário. Ela não tinha temperamento de ser agressiva ou sem paciência”.
De acordo com o boletim de ocorrência, um vizinho relatou à Polícia Civil que acordou com os gritos de Juliana e tentou impedir o ataque usando uma barra de ferro. O animal foi contido pelo marido da vítima, mas Juliana não resistiu aos ferimentos.
Ainda conforme a amiga, Juliana estava focada em cuidar da filha de oito meses. “Ela era uma pessoa surreal, de verdade. Não porque era minha amiga. Ela amava a família dela, e a filhinha dela nem se fala. Era uma família linda, e ela sempre procurou cuidar muito bem deles”, finaliza.
Foto: Reprodução/G1 O motorista de uma Ferrari, modelo 296 GTB, avaliada em R$ 3,2 milhões, perdeu o controle do veículo e invadiu uma calçada na cidade de Campinas, interior de São Paulo, na sexta-feira (14). As imagens mostram que, por pouco, um homem que estava na calçada não foi atingido. A frente do carro ficou destruída. Câmeras de segurança registraram o momento da batida. De acordo com o G1, a Ferrari amarela seguia pela Avenida Heitor Penteado, no Taquaral, quando saiu da pista após ultrapassar um veículo e acertou uma casa. Não há informações sobre qual a velocidade da Ferrari no momento da batida, mas, de acordo com a Emdec, empresa responsável pela gestão do trânsito em Campinas, a velocidade máxima permitida na via é de 50 km/h. Apesar do susto, ninguém ficou ferido. O dono da casa onde o carro de luxo colidiu contou que estava dentro da residência e se assustou com o barulho da batida. “Os alarmes da casa acionaram. Nesse momento nós nos demos conta de que havia um veículo um tanto quanto inusitado, uma Ferrari amarela bem novinha que havia colidido com o portão do imóvel”, disse o morador. Ele informou ainda que ofereceu ajuda ao condutor do veículo que seria funcionário de uma concessionária e estava um pouco atordoado por causa dos airbags do veículo. Entre a batida e a retirada do carro, ele conta que foram cerca de duas horas.
Foto: Reprodução/G1 Um grupo cercou o carro do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o hostilizou enquanto ele chegava para almoçar em Campinas (SP) na quinta-feira (5). O caso ocorreu quando o pré-candidato à Presidência da República chegava em um condomínio do bairro Gramado, área nobre de Campinas, para almoçar com o físico e professor emérito da Unicamp Rogério Cézar de Cerqueira Leite. Segundo a assessoria de Lula, o carro foi cercado por moradores do condomínio ainda do lado de fora. Parte do grupo vestia camisetas verde e amarela e alguns estavam com a bandeira do Brasil. De acordo com o G1, Lula não foi agredido e nem teve contato com o grupo, completou a assessoria. Nas imagens, é possível ver que dois carros pretos foram cercados pelo grupo. Seguranças do ex-presidente, um deles com uma arma em punho, acompanharam. Um dos seguranças também retirou uma faixa crítica ao presidente que estava em uma caminhonete. A Secretaria Estadual de Segurança Pública (SSP) informou que não há registro da ocorrência.