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Guanambi
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Guanambi: Embriagado, homem ameaça ex-companheira e filhos de 4 anos e de 8 meses Foto: WhatsApp/Achei Sudoeste

Por volta de 12h08 desta segunda-feira (23), o 17º Batalhão de Polícia Militar (BPM) foi acionado para atender uma ocorrência de ameaça no âmbito doméstico na Rua Visconde de Ouro Preto, localizada no Bairro Vomita Mel, em Guanambi.

No local, segundo informou a PM ao site Achei Sudoeste, uma mulher de 35 anos relatou aos policiais que seu ex-companheiro, um homem de 46 anos, agiu com agressividade após consumir bebidas alcoólicas, impedindo-a de sair de casa com seus dois filhos - uma criança de 4 anos e um bebê de apenas 8 meses.

Além de cercear a liberdade da família, a vítima informou que o ex-companheiro ainda fez ameaças de morte contra ela e as crianças.

Diante do flagrante e do risco à integridade física dos envolvidos, os policiais conduziram o homem, a solicitante e os menores à Delegacia Territorial de Guanambi. O caso foi registrado para adoção das medidas cabíveis.

Brasil
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IBGE: Número de trabalhadoras domésticas caiu em dez anos Foto: Romildo de Jesus/Tribuna da Bahia

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam que em dez anos o número de empregadas domésticas diminuiu. De acordo com o jornal Tribuna da Bahia, neste período, houve crescimento da atuação de diaristas. Atualmente, três em cada quatro trabalhadoras domésticas no Brasil trabalham sem carteira assinada. Quando a profissional trabalha até dois dias na mesma casa, não fica configurado relação trabalhista e não há obrigação de pagamento de encargos. As mulheres são a maioria da categoria, ocupando 92% das vagas de trabalho doméstico no Brasil, sendo 65% delas, mulheres negras. A trabalhadora doméstica Edriana de Souza Ribeiro, de 50 anos, já atuou como diarista, mas desde 2004 optou por buscar um emprego com carteira assinada, em razão dos benefícios. Os seus empregadores, entretanto, só passaram a recolher o FGTS quando virou lei em 2015; até então, o recolhimento era opcional. “A PEC [em 2013] não igualou os direitos, só senti alguma diferença de verdade na regulamentação em 2015”, explicou. Em abril de 2013, foi promulgada a Emenda Constitucional 72, que ficou conhecida como PEC das Domésticas. O texto prevê igualdade de direitos trabalhistas entre domésticas e os demais trabalhadores, entre eles salário-maternidade, auxílio-doença, auxílio acidente de trabalho, pensão por morte e aposentadoria por invalidez, idade e tempo de contribuição. Em 2015, a PEC passou por uma regulamentação, com a aprovação da Lei Complementar nº 150, que ampliou as garantias previstas para a categoria, como a obrigatoriedade de recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para os domésticos. Segundo especialistas, entretanto, o efeito desejado pela lei não foi alcançado

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