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Flávio Bolsonaro aparece filiado ao Missão, e PL não consegue registrar candidatura Foto: Luis Nova/Metrópoles

O senador Flávio Bolsonaro, postulante do PL à Presidência da República, aparece como filiado ao Missão no sistema da Justiça Eleitoral. A mudança impede, neste momento, segundo membros da campanha, que o PL registre a candidatura do parlamentar no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Certidão emitida pelo TSE às 11h13 desta quinta-feira (13) aponta que Flávio está com a filiação regular ao Missão desde quarta-feira (12). O mesmo documento registra que o senador foi desfiliado do PL também na quarta.

Segundo aliados de Flávio, o jurídico da campanha investiga o que provocou a alteração. O comitê do candidato já acionou o TSE para restabelecer a filiação do senador ao PL.

Uma das suspeitas é que o sistema de filiação partidária tenha sido alvo de ataque hacker. Membros da campanha afirmam que a legenda pode acionar a Polícia Federal para investigar o caso.

A situação também afetou os planos da campanha para formalizar a candidatura de Flávio. O senador havia indicado que faria o registro no TSE nesta quinta-feira, mas o PL não conseguiu concluir o procedimento, diante da mudança na filiação.

O prazo para que partidos e coligações registrem seus candidatos termina no sábado (15).

A certidão do TSE pontua que os dados sobre filiação têm por base lançamentos feitos pelos próprios partidos no sistema Filia. O documento ressalta ainda que essas informações são inseridas sob responsabilidade das legendas e que a certidão tem “presunção apenas relativa de veracidade”.

No histórico apresentado pela Justiça Eleitoral, a filiação de Flávio ao PL estava vigente desde novembro de 2021. O sistema registra, agora, a desfiliação em 12 de agosto de 2026 e, na mesma data, a entrada no Missão.

Procurado pelo Metrópoles, o presidente nacional do Missão e candidato do partido à Presidência, Renan Santos, afirmou que a legenda abrirá uma investigação interna para apurar o que ocorreu. “A última coisa que a gente quer é o Flávio Bolsonaro filiado à Missão”, disse.

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Lula lidera no 1º e 2º turnos contra Flávio Bolsonaro, aponta Genial/Quaest Foto: Agência Brasil/Agência Senado

Nova rodada da pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (5) mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança das intenções de voto para a Presidência da República, com 39% da preferência no cenário estimulado. Na segunda colocação aparece o senador Flávio Bolsonaro (PL), registrado com 30%. O levantamento mostra um cenário de estabilidade em relação ao levantamento de julho, quando o petista somava 40% e o parlamentar do PL registrava 28%. As variações ocorreram dentro da margem de erro da pesquisa.

Na sequência do levantamento estimulado, aparecem empatados Renan Santos (Missão) e o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD), ambos com 4% das intenções. O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) pontua 2%, seguido por Cabo Daciolo (Mobiliza), Augusto Cury (Avante) e Samara Martins (UP), que somam 1% cada. Os pré-candidatos Clariana Barão (DC), Edmilson Costa (PCB), Hertz Dias (PSTU) e Leonardo Avalanche (PRTB) não pontuaram. Votos brancos, nulos ou de eleitores que declararam que não pretendem votar chegam a 8%, enquanto os indecisos representam 10%.

No cenário espontâneo — quando os nomes dos concorrentes não são apresentados aos entrevistados —, Lula registra 25%, ante 26% em julho. Flávio Bolsonaro cresceu no segmento, subindo de 14% para 18%. O ex-presidente Jair Bolsonaro foi citado por 5% dos entrevistados. A maioria do eleitorado, no entanto, permanece indecisa nesse formato, alcançando 51%.

O levantamento também testou cenários de segundo turno e indicou que Lula lidera em todas as simulações contra os adversários testados. No confronto direto contra Flávio Bolsonaro, o atual chefe do Executivo aparece com 44% contra 39% do senador. Em outros cenários, Lula soma 46% contra 34% de Zema, 45% contra 37% de Caiado e 45% contra 35% de Renan Santos.

A pesquisa Genial/Quaest ouviu 2.004 pessoas presencialmente entre os dias 31 de julho e 3 de agosto. A margem de erro máxima estimada é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

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BTG/Nexus aponta Lula e Flávio Bolsonaro em empate técnico no 1º turno Foto: Divulgação

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece na liderança da disputa presidencial de 2026 no cenário estimulado de primeiro turno da pesquisa Nexus/BTG, divulgada nesta segunda-feira (3). O petista registra 41% das intenções de voto, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) soma 37%. Apesar da vantagem numérica de Lula, os dois aparecem em empate técnico dentro da margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

No segundo turno, o levantamento aponta um cenário ainda mais acirrado entre os dois. Lula soma 46% das intenções de voto, contra 45% de Flávio Bolsonaro, mantendo o confronto em empate técnico.

Lula também aparece em empate técnico na margem de erro na simulação de segundo turno contra Ronaldo Caiado (PSD). Neste cenário, o presidente tem 46%, enquanto Caiado soma 42% das intenções de voto. Já no cenário contra Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão), o presidente aparece numericamente à frente

A distância entre Lula e Flávio Bolsonaro é a menor registrada desde abril, quando o cenário também indicava vantagem apertada para o presidente. Em maio, a divulgação do áudio enviado por Flávio Bolsonaro ao banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, desencadeou uma crise em sua pré-campanha e afetou seu desempenho nas pesquisas. Agora, quase três meses depois, o senador do PL volta a alcançar um patamar semelhante ao observado no início das sondagens.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-02874/2026.

As entrevistas foram realizadas entre os dias 31 de julho e 2 de agosto de 2026, por meio de entrevistas por telefone. Ao todo, foram ouvidos 2.002 eleitores.

O levantamento tem margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%.

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Datafolha: 59% acham que Moraes errou ao proibir visitas de Flávio a Bolsonaro Foto: Divulgação/STF

A maioria dos eleitores brasileiros avalia de forma negativa a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de proibir o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de visitar o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. De acordo com pesquisa Datafolha realizada nos dias 22 e 23 de julho, 59% dos entrevistados consideram que o magistrado agiu mal com a medida. Outros 36% entendem que Moraes agiu bem, enquanto 2% avaliaram a atitude como nem boa nem má e 4% não souberam responder.

O levantamento também aponta apoio majoritário de 59% dos brasileiros à manutenção de Jair Bolsonaro em regime de prisão domiciliar. Por outro lado, 35% se declararam contrários ao benefício concedido ao ex-presidente, e 6% não souberam opinar. Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e 3 meses de reclusão após condenação pelo STF por tentativa de golpe de Estado e outros crimes. Ele obteve a transferência para a residência em março deste ano por razões de saúde, sob restrições severas que proíbem o uso direto ou indireto de celulares e redes sociais — veto aprovado por 62% dos eleitores consultados.

A proibição das visitas de Flávio ao pai por 90 dias ocorreu após o senador ler publicamente, em evento político, uma carta do ex-presidente em que era apresentado como seu "porta-voz" e candidato oficial. Para Moraes, a conduta caracterizou violação direta da ordem judicial que impede a comunicação do ex-presidente com o público via terceiros. A decisão também vetou contatos de natureza política até as eleições e barrou a divulgação de manifestos, autorizando o acesso à residência em Brasília apenas para advogados não envolvidos na infração, médicos e equipe de apoio.

O impacto da medida dividiu a percepção de grupos políticos: entre os eleitores que declararam voto em Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno de 2022, 35% avaliaram que Moraes errou na restrição a Flávio. Já entre os eleitores de Bolsonaro, 32% concordam que o ex-presidente não deveria ter acesso a redes sociais durante o cumprimento da pena. A defesa do ex-presidente recorreu da restrição alegando ataque à liberdade de pensamento, enquanto Flávio classificou a determinação do magistrado como “ilegal, desproporcional, covarde e cruel”.

A divulgação dos dados antecedeu a convenção oficial do PL, realizada no último sábado (25), que confirmou a candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República. O evento foi marcado por homenagens ao ex-presidente, ataques de aliados internacionais a Alexandre de Moraes e discursos voltados à pacificação interna do partido, além de esforços para melhorar a aceitação do candidato no eleitorado feminino. Registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-01166/2026, a pesquisa Datafolha ouviu 2.004 eleitores em 139 municípios e possui margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

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Eleições 2026: PSD oficializa Ronaldo Caiado para disputar a Presidência Foto: José Cruz/Agência Brasil

O PSD realizou nesse domingo a convenção partidária que oficializou a candidatura do ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado à Presidência da República. A chapa terá como vice o presidente nacional da sigla, Gilberto Kassab. Durante o evento, realizado na sede do partido em São Paulo, o pré-candidato mirou sua artilharia contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e consolidou a mudança de tom ao intensificar os ataques diretos ao senador Flávio Bolsonaro (PL), seu rival na disputa pelo eleitorado de direita.

Em seu discurso à militância, Caiado argumentou que o país não deve optar pelos “maiores rejeitados da política nacional” e afirmou que Flávio é o candidato idealizado pelo PT para disputar o segundo turno. Ao comparar as trajetórias e figuras políticas, o ex-governador definiu o filho de Jair Bolsonaro como um “frango de granja” dependente do pai para guiar sua vida pública, apresentando-se em contrapartida como “galo de terreiro” acostumado a embates políticos. “Quem rouba com a mão esquerda ou com a mão direita é ladrão”, declarou.

Antes do evento, em entrevista coletiva, o candidato do PSD avaliou que tanto Lula quanto Flávio lideram as pesquisas porque se retroalimentam de rivalidades e crises desnecessárias. Segundo o ex-governador, enquanto o atual presidente busca provocação nas relações internacionais para inflamar seu eleitorado, o senador aposta no confronto com autoridades para desviar o foco dos reais problemas do país. Ele também definiu o rival de direita como um “Kinder Ovo”, afirmando que sua trajetória traz surpresas diárias à tona.

Para sustentar as críticas aos adversários, Caiado citou escândalos políticos de gestões petistas, como o Mensalão e o Petrolão, e relacionou seu oponente de direita às investigações de “Rachadinha”, além de pontuar recentes denúncias sobre o Banco Master e fraudes no INSS. O pré-candidato defendeu que a direita não pode ir ao segundo turno representada por um nome fragilizado por denúncias e sem independência moral, pedindo voto à população para criar uma alternativa e “devolver o Brasil aos brasileiros de bem”.

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BTG/Nexus: Lula empata com Flávio Bolsonaro no 2° turno Foto: Reprodução/Agência Brasil/Agência Senado

Pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira (27) aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) empatado numericamente com o senador Flávio Bolsonaro (PL) na disputa pela Presidência da República. Em um possível 2° turno, o petista aparece com 47% as intenções de voto, enquanto o herdeiro de Jair Bolsonaro aparece com 43%.

Considerando a diferença de quatro pontos percentuais entre os dois nomes, os números não ultrapassam a margem de erro do levantamento, fixada em 2 pontos percentuais para mais ou para menos. O resultado configura, portanto, um empate técnico entre o petista e seu principal rival na corrida presidencial.

A diferença de quatro pontos percentuais entre os dois nomes não ultrapassa a margem de erro do levantamento, fixada em 2 pontos percentuais para mais ou para menos. O resultado configura, portanto, um empate técnico entre o petista e seu principal rival na corrida presidencial.

O levantamento foi realizado por telefone entre os dias 24 e 26 de julho de 2026. Foram entrevistados 2.004 eleitores. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral pelo código BR-01489/2026.

A BTG/Nexus perguntou: “Pensando em um possível 2º turno entre alguns candidatos, em quem você votaria para presidente da República se tivesse que escolher entre…”. Nos demais cenários testados, Lula também estaria empatado com o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo) e o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD).

Contra Zema, Lula apresentou 46% das intemções de voto, frente a 42% do mineiro. No cenário com Caiado, o petista apresenta um resultado de 45% das respostas, frente a 43% do goiano. No caso de Renan Santos (Missão), Lula vence pela margem de 47% contra 39%.

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Brasil nega visto para servidores dos EUA que pretendiam monitorar urnas Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O Ministério das Relações Exteriores brasileiro confirmou neste sábado (25) a negativa do governo de autorizar vistos a dois funcionários norte-americanos: o subsecretário do Departamento de Estado para a Democracia, Direitos Humanos e Trabalho, Riley Barnes, e o subsecretário adjunto Samuel Samson. Os vistos foram negados na sexta-feira (24).

O governo brasileiro tomou conhecimento do interesse do Departamento de Estado norte-americano de enviar dois funcionários para o Brasil. Eles queriam conversar com autoridades eleitorais para discutir liberdade de expressão relacionada às eleições de outubro.

Chamou a atenção das autoridades brasileiras que o pedido de visto veio na sequência de evento em que políticos brasileiros se reuniram com diplomatas para levantar suspeitas sobre as urnas eletrônicas. O governo considerou como instrumentalização política a visita nesse contexto eleitoral e decidiu negar os vistos.

O questionamento às urnas eletrônicas voltou a ganhar destaque após o pré-candidato à presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), divulgar informação falsa sobre as urnas brasileiras.

Ele afirmou na segunda-feira (21), durante o evento com diplomatas em Brasília, que os equipamentos brasileiros seriam da empresa venezuelana Smartmatic - sem apresentar provas.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negou, na quarta-feira (22), a informação de que a empresa venezuelana Smartmatic forneceu urnas eletrônicas ou softwares utilizados nos equipamentos eleitorais do Brasil. Segundo o tribunal, as urnas brasileiras foram projetadas por servidores e técnicos a serviço da Justiça Eleitoral. Além disso, elas são produzidas sob “direta coordenação” dos servidores do TSE por empresas selecionadas por licitações públicas com ampla concorrência, “o que garante ainda mais segurança e transparência ao processo eleitoral”. As informações são da Agência Brasil.

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Javier Milei chama Alexandre de Moraes de 'lixo careca' em evento de Flávio Bolsonaro Fotos: Agência Brasil/Reprodução

O presidente argentino Javier Milei chamou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes de “lixo careca” por não ter autorizado que ele visitasse o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), preso por tentativa de golpe de estado.

Milei, que chamou Bolsonaro de grande amigo, foi a estrela da convenção do PL feita neste sábado (25), em São Paulo, para oficializar Flávio Bolsonaro como candidato a presidente. O presidente afirmou que confia em Flávio e lhe deu um conselho: “os esquedistas vão jogar duro, se preparem para uma grande batalha”.

Milei afirmou que “esquerdistas de merda” colocaram a Argentina na pobreza. Em um discurso de cerca de 30 minutos, o argentino falou sobre a trajetória do seu país e condenou o socialismo. Afirmou que, em todos os lugares, a receita da esquerda é a mesma: destruir as contas públicas para ganhar as eleições.

O argentino disse ainda esperar que a onda de direita que atingiu a América Latina chegue ao Brasil e que ele volte a "dar um abraço em Jair Bolsonaro". Segundo ele, Flávio pode “parar Lula”, chamado de presidiário e ladrão. “Confiamos em você, Flávio, para conseguir parar a escória socialista”.

“Viva a liberdade, caralho”, encerrou o argentino, aos aplausos do público.

Antes do encontro, Flávio e o presidente argentino foram recebidos por Tarcísio no Palácio dos Bandeirantes, onde conversaram na ala residencial. O governador de São Paulo entregou a Milei a Ordem do Ipiranga, a mais alta honraria concedida pelo estado.

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Alexandre de Moraes suspende visitas a Jair Bolsonaro na prisão domiciliar Foto: Bruno Peres/Agência Brasil

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), proibiu o ex-presidente Jair Bolsonaro de receber visitas pelo prazo de 30 dias. A medida foi tomada após o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) publicar nas redes sociais uma carta escrita pelo ex-presidente.

No mesmo despacho, Moraes também decidiu manter sua decisão anterior que proibiu Flávio de visitar o pai por 90 dias.

O ministro também ampliou as restrições às quais Bolsonaro está sujeito por estar em prisão domiciliar.

A partir de agora, Bolsonaro está proibido de receber visitas com finalidade político-eleitoral até o término das eleições de outubro.

O ex-presidente também não poderá divulgar manifestos político-eleitorais, inclusive por meio de terceiros, por qualquer meio de divulgação.

Ao determinar as medidas, Moraes disse que Bolsonaro descumpriu a determinação que o proibia de pode usar as redes sociais, inclusive por meio de terceiros. O descumprimento ocorreu com a publicação da carta nas redes sociais.

“Patente, portanto, o desrespeito de Jair Bolsonaro à medida cautelar, cuja fiel observância é requisito obrigatório para o cumprimento da prisão domiciliar humanitário”, afirmou. As informações são da Agência Brasil.

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Lula lidera com 40% de intenções de voto o 1º turno; Flávio Bolsonaro tem 34% Foto: Divulgação

A vantagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em relação ao senador Flávio Bolsonaro (PL) nas intenções de voto no 1º turno para a Presidência da República caiu para 6 pontos percentuais. É o que aponta pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira (13).

Na simulação de 1º turno, o petista registrou 40% ante 34% do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). No último levantamento, divulgado em 29 de junho, Lula tinha 8 pontos percentuais (p.p) de vantagem em relação a Flávio: 42% a 34%.

O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) aparece em terceiro lugar, com 5%, empatado tecnicamente com o ativista Renan Santos (Missão) e do ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), que registram 4%, cada.

O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa (DC) tem 2%, mesmo porcentual de Augusto Cury (Avante). O deputado federal Aécio Neves (PSDB) alcança 1%, enquanto Cabo Daciolo (Mobiliza) não pontuou. Brancos, nulos ou nenhum somam 6%. Eleitores que não sabem são 3%.

Entre os eleitores que já escolheram um candidato à Presidência, 70% afirmam que seu voto está decidido e não deve mudar até outubro. Outros 29% dizem que ainda podem mudar de candidato, enquanto 1% não souberam responder.

A Nexus ouviu 2.003 entrevistados, com 16 anos ou mais, por telefone, de 10 a 12 de julho. A margem de erro é de 2 p.p., para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-07981/2026.

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Alexandre de Moraes manda Flávio Bolsonaro depor para a PF sobre declaração contra Lula Foto: Reprodução

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, preste depoimento à Polícia Federal (PF) no âmbito das investigações por crime de calúnia contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Flávio fez uma postagem no X em 3 de janeiro de 2026 atribuindo crimes como os de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro ao presidente.

O senador também associou imagens de Lula ao ex-líder da Venezuela, Nicolás Maduro, acompanhadas de um texto afirmando que o presidente brasileiro “será delatado”.

A oitiva terá de ocorrer no prazo de até 10 dias, conforme a determinação do ministro do Supremo. Moraes acolheu a manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR), que defendeu que a PF ouça o senador sobre o caso.

A PF afirmou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que Flávio fez uma falsa imputação de crime a Lula.

Em 13 de abril de 2026, o ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinou a abertura de uma investigação — atendendo um pedido da PF com parecer favorável da PGR — para apurar se Flávio cometeu crime com a postagem.

Ao concluir o caso, a PF pediu que o STF adotasse as providências necessárias. Depois disso, Moraes encaminhou o relatório da PF para análise da PGR, que se manifestou a favor da oitiva.

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AtlasIntel aponta Lula com 46,3% no primeiro turno contra 36,6% de Flávio Bolsonaro Fotos: Ricardo Stuckert/PR e Andressa Anholete/Agência Senado

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera a corrida presidencial com 46,3% das intenções de voto no primeiro turno, contra 36,6% do senador Flávio Bolsonaro (PL), segundo pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta quarta-feira (1). O levantamento indica ainda que Lula vence todos os cenários de segundo turno testados.

Na sequência do primeiro turno aparecem Renan Santos (Missão), com 7,8%, Ronaldo Caiado (PSD), com 2,9%, e Romeu Zema (Novo), com 2%. Completam o cenário Joaquim Barbosa (DC), com 1%, Aécio Neves (PSDB), com 0,7%, Samara Martins (UP), com 0,6%, Augusto Cury (Avante), com 0,5%, Cabo Daciolo (Mobiliza), com 0,2%, Rui Costa Pimenta (PCO) e Edmilson Costa (PCB), ambos com 0,1%, e Hertz Dias (PSTU), que não pontuou.

Em segundo turno contra Flávio Bolsonaro, Lula tem 48,8% das intenções de voto contra 42,3% do senador. Em abril, os dois estavam empatados com 48% cada, o que indica que Flávio perdeu 5,7 pontos percentuais desde então. A pesquisa de maio permanece suspensa por determinação do Tribunal Superior Eleitoral.

Nos demais cenários de segundo turno, Lula tem 48% contra 39% de Caiado, 48,2% contra 38,5% de Zema e sua maior vantagem aparece no teste com Renan Santos, com 49,2% contra 28,9%, diferença de 20,3 pontos percentuais.

A pesquisa também testou nomes que não são pré-candidatos. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro perderia para Lula com 38,9% contra 48,7% do petista. O ex-presidente Jair Bolsonaro, inelegível, teria o melhor resultado entre os testados com 43,1%, mas ainda perderia para Lula, que somaria 48,6%.

O levantamento foi realizado entre 26 e 30 de junho com 4.999 entrevistados, margem de erro de um ponto percentual, nível de confiança de 95% e está registrado no TSE sob o número BR-04582/2026.

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Michelle deixa de seguir enteados em meio à crise na família Bolsonaro Foto: Reprodução/G1

Apesar do pedido público de desculpas do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à madrasta e da tentativa do presidente do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, de estancar a crise provocada pelo vídeo da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, o conflito na família do ex-presidente Jair Bolsonaro segue movimentando as redes sociais. As informações são do G1.

Michelle já não segue mais os enteados Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e Carlos Bolsonaro (PL-RJ). Eduardo, por sua vez, ainda acompanha a madrasta no Instagram, mas passou a republicar, em seu perfil no X, conteúdos com críticas a ela.

O deputado cassado compartilhou a defesa da esposa de Flávio, Fernanda Bolsonaro, que descreveu o marido como “leve, respeitoso e carinhoso”.

Eduardo também repostou um vídeo do ex-deputado Alexandre Ramagem, no qual ele acusa Michelle de fazer “birra” por não ter sido escolhida como sucessora de Jair Bolsonaro na disputa pelo Planalto.

O ex-deputado e a madrasta mantinham uma relação próxima. Em janeiro de 2025, os dois chegaram a viajar juntos aos Estados Unidos para a posse do presidente norte-americano Donald Trump.

No vídeo que publicou na quarta, Michelle faz uma menção a quem atua contra ela do exterior, uma clara referência a Eduardo Bolsonaro.

Michelle chegou a atribuir a esse núcleo publicações que a citam sem o sobrenome Bolsonaro, apenas com o de solteira: Michelle Firmo.

Com Carlos, o desgaste é mais antigo. Em março deste ano, durante uma entrevista, Michelle disse ter perdoado o vereador pelos conflitos antigos, mas descartou qualquer reaproximação. “Já perdoei, mas não quero conviver”, disse, na época.

A mãe dos três irmãos, Rogéria Bolsonaro, publicou uma mensagem compartilhada por Eduardo, Carlos e Flávio — que continua sendo seguido por Michelle e está no centro das tensões. “Eu sei os homens que criei, dignos e honrados. Venceremos!”, escreveu.

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Brasil avalia que tarifaço dos EUA foi politizado mirando eleições Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Em meio às tratativas sobre as taxas impostas pelos Estados Unidos aos produtos do Brasil, os negociadores brasileiros têm atuado levando em conta que as medidas foram politizadas em um contexto eleitoral no qual a Casa Branca tem interesse nos resultados do pleito presidencial de outubro de 2026, aqui no Brasil.

Ambos os governos seguem negociando um possível acordo comercial. O Brasil busca convencer os EUA de que um acordo seria mais vantajoso para os países do que as tarifas extras de 25% sobre parte dos produtos brasileiros.

O tarifaço foi uma recomendação do Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR).

Na última quarta-feira (24) o perfil do Itamaraty no X publicou a posição do governo brasileiro em relação ao tarifaço estadunidense, afirmando que a medida “tem sua origem em uma tentativa de interferência externa na justiça brasileira”. Na publicação, o Ministério das Relações Exteriores informou ainda que o Brasil segue atuando por meio dos canais oficiais de interlocução entre os governos para demonstrar que as políticas brasileiras não prejudicam o comércio com os Estados Unidos.

Após participar de evento sobre Mercosul-União Europeia na sexta-feira (26), em São Paulo, o vice-presidente Geraldo Alckmin criticou a tentativa do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), e pré-candidato à Presidência da República, em negociar a questão das tarifas com os EUA. “Na realidade, são maus brasileiros que trabalharam contra o Brasil e agora estão tentando remediar o que foi feito”, disse.

O prazo para definir a aplicação, ou não, das tarifas, é o dia 15 de julho. O governo brasileiro tem uma agenda de reuniões até lá com os representantes da Casa Branca e acredita que é possível, apesar de difícil, conseguir um acordo com os estadunidenses. As informações são da Agência Brasil.

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PF conclui que Flávio Bolsonaro cometeu calúnia contra Lula nas redes sociais Foto: Fábio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

A Polícia Federal (PF) concluiu nesta sexta-feira (26) que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) cometeu o crime de calúnia contra o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em postagem nas redes sociais. As informações são da Agência Brasil.

A conclusão da PF consta no relatório final do inquérito aberto pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para apurar o caso.

A ação se trata da postagem feita por Flávio na rede social X, no dia 3 de janeiro deste ano, quando o ex-presidente da Venezuela Nicolás Maduro foi capturado pelos Estados Unidos.

Na publicação, o senador declarou: “Lula será delatado. É o fim do Foro de São Paulo: tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, suporte a terroristas e ditaduras, eleições fraudadas”.

Na avaliação da PF, o senador imputou falsamente ao presidente os crimes citados.

“Fica claro, portanto, que o senador Flavio Bolsonaro, através de sua postagem, imputou falsamente ao presidente Lula o cometimento dos crimes de tráfico internacional de drogas, tráfico internacional de arma e lavagem de dinheiro, crimes estes expressamente tipificados em nosso ordenamento jurídico”, disse a PF.

Após encerrar a investigação, a PF enviou o caso para providências do Supremo. O próximo passo será a remessa para a Procuradoria-Geral da República (PGR).

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Michelle Bolsonaro acusa Flávio Bolsonaro de desrespeito e humilhação Foto: Reprodução/Redes Sociais

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) gravou um vídeo para redes sociais, na noite desta terça-feira (24), no qual afirma que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), enteado dela, a maltratou e humilhou durante uma conversa telefônica. O relato da esposa do ex-presidente Jair Bolsonaro ocorre em meio a divergências internas no PL sobre alianças eleitorais no Ceará e uma suposta disputa entre a ex-primeira-dama e os filhos do ex-presidente.

No vídeo, que foi publicado em duas partes, Michelle Bolsonaro diz que o episódio aconteceu em novembro de 2025, após um discurso no qual ela criticou a possível aliança do PL cearense com o pré-candidato ao governo do estado Ciro Gomes (PSDB). O partido no Ceará, comandado pelo deputado estadual André Fernandes, tem articulado a aproximação com o grupo do ex-governador, o que contraria o posicionamento de Michelle, que apoia a pré-candidatura de Eduardo Girão (Novo).

“Sinceramente, para falar o que ele me falou, seria melhor se ele não tivesse ligado. Ele foi muito ríspido, me desrespeitou e me maltratou ao telefone. E eu não tinha feito nada contra ele”, afirmou a ex-primeira-dama. “Ele disse que seria melhor eu ficar fora das decisões do partido. Disse que eu havia chegado ontem e não entendia nada de política. Diante dessa humilhação, eu disse a ele que estava tudo bem. Entendi que ele não queria o meu apoio ou que este era insignificante. E então eu me recolhi. Fiquei na minha e assim permaneço”.

Michelle também afirmou que, desde a conversa, o senador não a procurou novamente, e ela optou por não buscá-lo, respeitando o que foi dito. “Para ele [Flávio] e alguns que o cercam, eu não entendo de política. Tudo bem, eu me recolhi. E desde esse dia, ele não me procurou mais. Eu também não procurei, porque estou respeitando o que ele falou e é só isso”.

A ex-primeira-dama voltou a se manifestar publicamente para rebater notícias que circulam na imprensa e nas redes sociais. “Agora, vou desmentir as narrativas e notícias que circulam na imprensa. Eu sei quem as planta. Eu sei quem são as fontes. Eles me tratam como se eu fosse idiota, como se eu fosse alguém que chegou ontem, mas eu não sou. Eu sei mais do que eles pensam”, disse.

Pessoas próximas a Michelle Bolsonaro informaram ao UOL que a ex-primeira-dama estaria revoltada com notícias de que ela estaria exigindo desculpas públicas de três filhos de Jair Bolsonaro: Flávio, Eduardo (PL-SP) e Carlos (PL-RJ). As informações sobre essa suposta exigência vêm ganhando espaço em redes sociais e veículos de imprensa.

O atrito público entre Michelle e os filhos de Bolsonaro se intensificou depois que ela criticou a articulação com Ciro Gomes. Na ocasião, Flávio afirmou que Michelle teria atropelado o ex-presidente ao se manifestar sobre o caso, sendo endossado pelos irmãos Carlos e Jair Renan (PL-SC). Eduardo Bolsonaro também classificou a madrasta como “desrespeitosa”. Flávio chegou a anunciar uma “pausa” nas conversas com o grupo de Ciro.

No vídeo, Michelle reafirma que não pretende exigir o desfazimento da aliança no Ceará, mas defende que a parceria com o grupo de Ciro Gomes seja adiada para um eventual segundo turno, por questões de coerência ideológica. “Não poderia ficar calada diante de uma aliança com Ciro Gomes no primeiro turno enquanto temos um candidato verdadeiramente de direita”, afirmou, em referência a Eduardo Girão.

A ex-primeira-dama também criticou a pré-candidatura do deputado estadual Alcides Fernandes (PL) ao Senado pelo Ceará. Alcides é pai de André Fernandes, que comanda o partido no estado. Michelle disse que a vereadora Priscila Costa (PL), de Fortaleza, foi o nome inicialmente acordado por Jair Bolsonaro para a vaga. “Não honrar essa determinação do meu marido será um ato de traição contra Jair Messias Bolsonaro. Já que a aliança com Ciro é tão boa, por que o André não disponibiliza a vaga de seu próprio pai? Por que só a mulher tem que ceder?”, questionou.

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BTG/Nexus: Lula abre margem de 9 pontos para Flávio Bolsonaro nas intenções de voto Foto: Ricardo Stuckert/PR - Carlos Moura/Agência Senado

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), aparece na liderança em número de intenções de voto na corrida eleitoral deste ano. Segundo informações divulgadas nesta segunda-feira (15), por meio da pesquisa BTG/Nexus, o petista chega a abrir uma margem de 9 pontos frente ao senador Flávio Bolsonaro (PL). 

A pesquisa BTG/Nexus ouviu 2.017 eleitores por telefone (via CATI), entre os dias 12 e 14 de junho. A margem é de 2 pontos percentuais e intervalo de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o código BR-06645/2026. 

Em análise de voto espontâneo, quando não são apresentados os nomes dos candidatos, Lula foi citado como o candidato de 36% dos eleitores. Flávio Bolsonaro aparece em seguida com 27% das respostas. O presidente do Movimento Brasil Livre (MBL), Renan Santos aparece em terceiro lugar, com 3% das intenções de voto. Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) aparececem, respectivamente com 1%. 

Nas demais respostas, 24% dos entrevistados não respondeu ou não sabia. 3% disseram que otariam nulo ou branco e 4% citaram outros candidatos.

Já em cenário estimulado, quando são apresentados os nomes dos candidatos, Lula aumenta a margem de liderança. Segundo o levantamento, o atual presidente chegou a 42% dos votos, frente a 33% do senador carioca. Ronaldo Caiado também avançou nesse formato, indo a 4% das intenções de voto, empatado com Renan Santos. Romeu Zema, Joaquim Barbosa (DC) e Augusto Cury (Avante) também aparecem empatados com 2%. 

Aécio Neves e Cabo Daciolo pontuam com 1% das intenções de voto, cada um. 5% dos entrevistados responderam que votariam nulo ou branco e 3% não souberam responder. 

2º TURNO

No segundo turno, a liderança do presidente Lula segue mantida. Em cenário estimulado de entrevista, o levantamento BTG/Nexus avaliou o desempenho do petista frente a Flávio Bolsonaro, Romeu Zema, Ronaldo Caiado e Renan Santos. Lula venceria em todos os cenários.

Contra Flávio Bolsonaro (PL), o presidente Lula chegou a registrar 49/5 dos votos, contra 43% do senador, o equivalente a 6 pontos de diferença. 8% dos entrevistados responderam que votariam branco ou nulo e 1% não souberam. 

No cenário contra o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), Lula também aparece com 49% dos votos, frente a 39% do adversário. Brancos e nulos foram 11% e 1% não souberam responder. 

O terceiro cenário, contra Ronaldo Caiado (PSD), o presidente Lula aparece com 48% dos votos, frente a 39% do governador do Goiás. Brancos e nulos são 11% e 2% dos entrevistados não souberam responder. 

Já contra Renan Santos, Lula mantem o mesmo número, e o candidato do MBL aparece com 36% das intenções de voto. 13% dos entrevistados responderam que votariam branco ou nulo e 2% não souberam.

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Lula abre vantagem de 6 pontos e venceria Flávio Bolsonaro no 2° turno, diz Quaest Foto: Agência Brasil

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) abriu uma vantagem frente ao senador Flávio Bolsonaro (PL) na corrida eleitoral. Isso é o que apontam os dados da pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quarta-feira (10). Em simulação de um segundo turno, Lula venceria o rival por 44% a 38% dos votos, uma margem de seis pontos.

A Quaest ouviu 2.004 eleitores de 16 anos ou mais por meio de entrevistas pessoais, domiciliares e presenciais feitas de 5 a 8 de junho. O nível de confiança das estimativas é de 95%, e a margem de erro máxima prevista é de cerca de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. A pesquisa está registrada sob o código BR-07661/2026.

O levantamento é o primeiro do instituto após a divulgação do caso Dark Horse. Nas respostas, cerca de 14% dos entrevistados disseram que votariam branco, nulo ou não votariam, enquanto 4% estariam indecisos.

Em comparação ao mês de maio, Lula, que aparecia com 42%, teve uma evolução de dois pontos percentuais, enquanto Flávio Bolsonaro recuou três pontos, considerando que ele chegou a 41% das intenções de voto na época. Os indecisos eram 3%.

O levantamento também testou os nomes de Renan Santos (MBL), Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD) em cenários alternativos de segundo turno contra Lula. O petista bate o pré-candidato do partido do MBL com 45% a 31%, e Zema e Caiado, por 45% a 35%

Já em cenários de primeiro turno, a Quaest retirou os nomes de Aldo Rebelo, expulso do DC, e Hertz Dias (PSTU), e testou, de forma inédita, as possíveis candidaturas de Aécio Neves (PSDB), Edmilson Costa (PCB), Joaquim Barbosa (DC) e Heró Bezerra (PRTB).

Nesse cenário, Lula ainda lidera com 39% das intenções de voto, seguido por Flávio, com 29%. Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD) marcam 3%. Aécio e Romeu Zema (Novo) têm 2%, e Augusto Cury (Avante), Joaquim Barbosa (DC) e Samara Martins (UP) aparecem com 1%. Cabo Daciolo (Mobiliza), Edmilson Costa (PCB), e Heró Bezerra (PRTB) não pontuaram.

A pesquisa também avalia os índices de rejeição dos candidatos. Lula e Flávio seguem na liderança. Entre os entrevistados, 53% dizem que conhecem e não votariam no pré-candidato do PT, enquanto 56% também afirmaram conhecer e não votar no senador Flávio Bolsonaro.

Já Aécio tem rejeição de 54%, Zema, de 29%, Caiado, de 32%, e Renan, de 20%, e Joaquim Barbosa, 17%. Augusto Cury aparece com 16%, Edmilson Costa, com 9%; Heró Bezerra, com 10%; Hertz Dias, com 8%, e Samara Martins, 10%.

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Flávio Bolsonaro tem queda em 2º turno contra Lula, diz Atlas/Bloomberg Foto: Ricardo Stuckert/PR e Vinicius Loures/Câmara dos Deputados

O pré-candidato à presidência da república, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), registrou uma queda de mais de cinco pontos percentuais no primeiro turno e seis pontos em um possível segundo turno contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). 

O atual presidente tem 48,9% contra 41,8% do senador. No mês de abril, o cenário de segundo turno apontava empate técnico, com o senador bolsonarista com 47,8% contra 47,5% do petista. 

A queda de votos de Flávio chega após a veiculação de áudios do senador ao empresário Daniel Vorcaro, onde ele pede dinheiro ao banqueiro. Depois disso, a maior parte dos votos que eram de Flávio passaram para os indecisos, brancos e nulos: o grupo saltou de 4,7% no último levantamento para 9,3%. 

O levantamento foi realizado entre os dias 13 e 18 de maio, no mesmo dia em que os dados foram divulgados. A pesquisa foi realizada entre os dias 13 e 18 de maio – ou seja, as entrevistas começaram no mesmo dia em que o site The Intercept divulgou o áudio com Flávio pedindo dinheiro a Vorcaro para financiar o filme sobre o pai dele.

O petista lidera a disputa contra o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro com uma vantagem ampliada também no primeiro turno, onde Lula foi de 46,6% do úlltimo estudo para 47%, enquanto Flávio registrou queda de 39,7% para 34,3%. A margem de erro é de um ponto percentual para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%.  Já os outros candidatos, Renan Santos (Missão) tem 6,9%, Romeu Zema (Novo), 5,2% e Ronaldo Caiado (PSD), 2,7%. Augusto Cury (Avante) e Aldo Rebelo (DC) não alcançaram 1%.

Brancos e nulos somaram 1,4% e indecisos são 1,9%. 

A AtlasIntel/Bloomberg entrevistou 5.032 eleitores, entre os dias 13 e 18 de maio, por meio de recrutamento digital. O nível de confiança de 95%.

A pesquisa foi realizada com recursos do próprio instituto e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-06939/2026.

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Flávio Bolsonaro diz que tentaram enterrá-lo vivo e compara Lula ao diabo Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

O senador Flávio Bolsonaro (PL) afirmou no sábado (16) que os adversários o subestimam, reafirmou sua pré-candidatura à Presidência da República e falou que a a eleição de outubro será uma disputa de Deus contra o diabo.

As declarações foram dadas dias após a revelação, pelo site Intercept Brasil, das conversas entre o filho de Jair Bolsonaro (PL) e o banqueiro Daniel Vorcaro, então dono do Banco Master.

“Eu amanheci com uma passagem na cabeça: ‘aquele que na dificuldade é fraco é realmente fraco’, e eles me subestimaram mais uma vez, achando que vão me calar, me intimidar, esquecendo que aqui tem sangue Bolsonaro, eu não vou desistir do Brasil”, afirmou o senador em ato político em Sorocaba (SP).

Em discurso, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro fez uma série de críticas do presidente Lula e adotou um tom religioso ao comparar seu grupo político com o adversário.

 “A gente faz o certo, e eles querem transformar no errado. Eles fazem o errado e fazem vocês acreditarem que é certo. [...] Ergam a cabeça, estufem o peito, porque a força e a verdade estão do nosso lado. Lula disse que ia fazer o Diabo para se reeleger, mas ele está com o Diabo e nós estamos com Deus”, afirmou.

Lula nunca afirmou que vai “fazer o Diabo para se reeleger”. Em 2013, a então presidente Dilma Rousseff (PT) afirmou que “nós podemos fazer o diabo quando é a hora da eleição”, declaração que foi criticada por adversários na época.

Na sequência, Flávio fez uma série de críticas ao governo do presidente Lula (PT) e disse que o país está “de pernas para o ar” sob a gestão petista. E voltou a reafirmar sua candidatura.

 “Tentaram me enterrar vivo. Eu estou com mais disposição do que nunca. Conheço pessoas que vão estar com a gente de punho cerrado”, afirmou.

O ato político em Sorocaba foi liderado pelo deputado federal Guilherme Derrite (PP), pré-candidato ao Senado na chapa que será liderada pelo governador Tarcísio de Freitas. As informações são do Bahia Notícias, parceiro do Achei Sudoeste.

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Datafolha: Lula tem 38%, e Flávio, 35% das intenções de voto no 1º turno Foto: Reprodução/G1

Pesquisa Datafolha divulgada no sábado (16) pelo jornal “Folha de S.Paulo” mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro tecnicamente empatados no primeiro turno da eleição presidencial de 2026. Lula aparece com 38% das intenções de voto, enquanto o senador tem 35%. A maior parte das entrevistas foi realizada antes da revelação das conversas entre Flávio Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master.

A Pesquisa é a primeira divulgada após o site Intercept Brasil tornar público que senador do PL pediu dinheiro ao empresário para bancar filme sobre Jair Bolsonaro (PL), “Dark Horse”. A reportagem foi publicada na quarta-feira (13). Vorcaro pagou R$ 61 milhões. O parlamentar do PL nega irregularidades.

Na pesquisa anterior, de abril, Lula tinha 39%, e Flávio, 35%.

O Datafolha entrevistou 2.004 pessoas entre terça (12) e quarta (13). A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O registro no TSE é BR-00290/2026.

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'É um caso de polícia', diz Lula sobre relação entre Flávio e Vorcaro Foto: GOVBR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quinta-feira (14) que os vínculos entre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o banqueiro Daniel Vorcaro, preso por fraudes financeiras, é um caso de polícia. A declaração foi feita em resposta ao questionamento de uma jornalista durante visita do presidente à fábrica de fertilizantes nitrogenados na Bahia, a Fafen, em Camaçari, na região metropolitana de Salvador.

“Eu não vou comentar, é um caso de polícia, não meu. Eu não sou policial, não sou procurador-geral. O caso dele é de polícia”, afirmou o presidente.

Lula se referia ao escândalo envolvendo o senador pelo Rio de Janeiro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro e pré-candidato ao Palácio do Planalto, revelado em reportagem do portal The Intercept Brasil.

De acordo com a publicação, Flávio articulou repasses de R$ 134 milhões do banqueiro supostamente para financiar a realização de um filme sobre a trajetória política do pai, que governou o país entre 2019 e 2022.    

O banqueiro Daniel Vorcaro está preso suspeito de liderar uma organização criminosa que praticava fraudes financeiras por meio do Banco Master, que teve sua liquidação decretada no fim do ano passado, por decisão do Banco Central (BC), após a constatação da incapacidade da instituição em honrar com os depósitos e aplicações de clientes.

Ao revelar o envolvimento entre Flávio e Vorcaro, a reportagem do Intercept divulgou um áudio do próprio senador que menciona a importância do filme sobre o pai e a necessidade do envio dos recursos para pagar “parcelas para trás”.  

A reportagem revela também, com base em outras mensagens de WhatsApp vazadas, bem como em documentos e comprovantes bancários, que parte do valor teria sido pago entre fevereiro e maio de 2025.

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Flávio Bolsonaro reduz distância para Lula e lidera simulações de 2º turno Fotos: Marcelo Camargo/Agência Brasil/Waldemir Barreto/Agência Senado

Nova pesquisa divulgada nesta segunda-feira (11) pela Futura/Apex indica um cenário de polarização extrema e estreitamento de margens para a sucessão presidencial de 2026. O levantamento mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) reduzindo drasticamente a diferença para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas intenções de voto para o primeiro turno, aparecendo agora com apenas 2,2 pontos percentuais de desvantagem. No cenário principal, Lula soma 38,3% contra 36,1% do parlamentar fluminense, o que configura um empate técnico no limite da margem de erro, que é de 2,2 pontos para mais ou para menos.

O levantamento também testou nomes como o ex-governador Ciro Gomes (PSDB) e o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), ambos com 4,4%, seguidos por Romeu Zema (Novo), que aparece com 3,6%. Outros candidatos como Renan Santos (1,5%), Augusto Cury (1,4%), Cabo Daciolo (0,6%) e Aldo Rebelo (0,1%) completam a lista. Vale ressaltar que Ciro Gomes anunciou a retirada de sua pré-candidatura nesta segunda-feira, após a coleta dos dados. O grupo de eleitores que votaria em branco, nulo ou em ninguém soma 5,5%, enquanto 4,1% se declararam indecisos.

A força de Flávio Bolsonaro torna-se mais evidente nas simulações de segundo turno, onde o senador do PL consegue reverter a liderança petista. No embate direto contra o atual presidente, Flávio lidera com 46,9% das intenções de voto, frente a 44,4% de Lula. O desempenho do parlamentar é ainda mais sólido em confrontos contra outros nomes da esquerda, chegando a abrir mais de 11 pontos de vantagem contra o ministro Fernando Haddad (47,8% a 36,2%).

Por outro lado, o presidente Lula mantém a dianteira quando o adversário não é o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. Em eventuais disputas contra Ronaldo Caiado (45,1% a 36,9%), Romeu Zema (46% a 37,8%) ou Ciro Gomes (41,4% a 37,8%), o petista aparece à frente. A pesquisa também testou cenários sem os dois principais protagonistas, mostrando um equilíbrio maior entre nomes como Haddad, Caiado e Zema, com vantagem para o petista nestas configurações.

O estudo da Futura/Apex foi realizado entre os dias 4 e 8 de maio de 2026, com 2.000 entrevistas presenciais com eleitores de 16 anos ou mais em todo o território nacional. Com um intervalo de confiança de 95%, o levantamento reflete o momento político atual e as tendências para o pleito de outubro. A pesquisa está devidamente registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número de identificação BR-03678/2026.

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Em derrota inédita para Lula, Senado rejeita indicação de Jorge Messias ao STF Foto: Andressa Anholete/Agência Senado

O Senado Federal rejeitou, nesta quarta-feira (29), a indicação de Jorge Messias para integrar o Supremo Tribunal Federal (STF). Foram 42 votos contrários e 34 a favor do nome escolhido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). As informações são do Metrópoles.

O advogado-geral da União (AGU) não conseguiu superar a rejeição da oposição liderada pelo senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e, ao mesmo tempo, a resistência do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).

A rejeição marca uma derrota inédita para o governo Lula. Foi a primeira indicação ao Supremo a ser rejeitada em 132 anos. O caso mais próximo na história é o de Cândido Barata Ribeiro, principal precedente de uma indicação que não se consolidou no Senado, em 1894.

Agora, o Planalto precisará recalcular a rota e negociar, em posição desfavorável, quem irá preencher a cadeira deixada pelo ministro Luís Roberto Barroso, que adiantou a sua aposentadoria em outubro de 2025.

Para ser aprovado, Messias precisava da maioria absoluta do Senado, ou seja, ao menos 41 votos. Nas últimas indicações de Lula, Flávio Dino teve 47 votos a favor, enquanto Cristiano Zanin teve 58 votos.

Mais cedo, Messias havia passado pela sabatina da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Ao ser questionado pelos senadores, o atual AGU defendeu o “aperfeiçoamento” do Supremo e criticou a atuação individualizada de magistrados. Messias, que é evangélico, também se posicionou contra o aborto.

Na comissão, a indicação recebeu 16 votos favoráveis, mas não conseguiu repetir o resultado no plenário.

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Paraná Pesquisas: Lula apresenta leve vantagem contra Flávio Bolsonaro Fotos: Ricardo Stuckert/PR e Lula Marques/Agência Brasil

A disputa pela Presidência da República em 2026 aparece polarizada entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL), segundo pesquisa nacional do Instituto Paraná Pesquisas divulgada nesta segunda-feira (30). No principal cenário estimulado apresentado pelo levantamento, Lula tem 41,3% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro soma 37,8%.

No mesmo cenário, Ronaldo Caiado aparece com 3,6%, Romeu Zema com 3%, Renan Santos com 1,2% e Aldo Rebelo com 1,1%. Os que declararam voto em branco, nulo ou em nenhum dos nomes somam 7%, enquanto 5% disseram não saber ou preferiram não opinar.

Na pesquisa espontânea, em que os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Lula também lidera, com 26,3%. Flávio Bolsonaro registra 16,9%, enquanto Jair Bolsonaro é citado por 4,3%. Romeu Zema e Ronaldo Caiado aparecem com 0,6% cada, Ratinho Junior com 0,5%, Renan Santos com 0,3% e Aldo Rebelo com 0,1%. Nesse recorte, o percentual de indecisos é de 42,9%.

O levantamento também testou um segundo cenário, em confronto direto entre Lula e Flávio Bolsonaro. Nessa simulação, Flávio Bolsonaro aparece com 45,2%, enquanto Lula marca 44,1%. Os que afirmaram votar em branco, nulo ou em nenhum dos dois são 6,2%, e 4,5% não souberam ou não responderam.

Os recortes regionais indicam desempenho distinto dos dois principais nomes. No Nordeste, Lula registra 51% no cenário 1, contra 30,5% de Flávio Bolsonaro. No Sul, o quadro se inverte: Flávio tem 49,5%, enquanto Lula soma 30,2%. No Sudeste, Lula aparece com 41,2%, ante 37,9% de Flávio. Já no Norte e Centro-Oeste, Flávio marca 39,6%, contra 35,1% de Lula.

Outro dado do levantamento mostra que 53,3% dos entrevistados disseram que Lula não merece ser reeleito, enquanto 43,7% afirmaram que o presidente merece um novo mandato. Outros 3% não souberam ou não opinaram.

Segundo a metodologia informada pelo instituto, foram entrevistados 2.080 eleitores em 158 municípios de 26 estados e do Distrito Federal, entre 25 e 28 de março de 2026. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para os resultados gerais, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado sob número BR-00873/2026.

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