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Após 18 anos de crime, homem é condenado por morte da esposa em Brumado Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Nesta quinta-feira (26), o Júri Popular condenou Márcio dos Santos Silveira pelo assassinato da própria esposa, Genilza de Aguiar Morais. O crime ocorreu em 20 de junho de 2008, na residência do casal, situada na Rua Valdique Pinto, no Bairro Dr. Juracy, em Brumado.

Ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar, a promotora Daniela Almeida relatou que, motivado por ciúmes, o réu ateou fogo na esposa, com quem era recém-caso à época. Genilza teve queimaduras em mais de 50% do corpo, incluindo face, região abdominal e membros superiores. Ela chegou a ser transferida para um hospital em Salvador, mas não resistiu aos ferimentos.

Segundo a promotora, tratou-se de um processo longo, durante o qual foi realizado um primeiro julgamento em novembro de 2021. O júri foi anulado e o acusado submetido a novo julgamento nesta data. “Os elementos são os mesmos, as provas são as mesmas. Nem o Ministério Público e nem a defesa produziram novas provas. Talvez a forma de abordagem com relação ao caso que tenha influenciado de alguma forma”, afirmou.

Os jurados reconheceram a materialidade, a autoria e três qualificadoras. Ao final, o juiz Genivaldo Alves Guimarães fixou a pena em 20 anos de reclusão. Ainda cabe recurso da decisão, porém o condenado já foi recolhido à prisão para cumprimento provisório da penalidade.

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Brumado: Promotora do MP-BA celebra condenação de réu a 43 anos: 'Resultado buscado' Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Na quinta-feira (19), em Júri Popular realizado no Fórum Leonor Abreu, o caminhoneiro Gonçalo Meira Neves Neto foi condenado pela morte do lavrador Edvan Bernardes, ocorrida no Distrito de Itaquaraí, zona rural de Brumado.

O réu respondeu por homicídio consumado e duas tentativas de homicídio, visto que outras pessoas foram feridas no quiosque que ele invadiu com um carro. O crime aconteceu na noite de 1º de setembro de 2023 e causou forte comoção popular.

A sessão plenária durou mais de 16 horas. Familiares e amigos da vítima, além da comunidade de Itaquaraí, acompanharam todo julgamento em busca de justiça.

Ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar, a promotora Daniela Almeida, do Ministério Público da Bahia (MP-BA), informou que o réu foi sentenciado a uma pena de 43 anos, 10 meses e 12 dias de reclusão. “Foi um dia intenso de trabalho, mas tudo ocorreu dentro da normalidade. Ao final, o conselho de sentença acolheu a grande maioria das teses do Ministério Público. Proferida a sentença do juiz presidente, houve a condenação do réu a uma pena de 43 anos, 10 meses e 12 dias de reclusão”, destacou.

Almeida afirmou que o resultado era aquele buscado pela promotoria após um período de dois anos e meio de muito trabalho acerca do caso. Ela esclareceu que além dos crimes mencionados acima, o réu também respondia pelo crime de injúria racial praticado contra um policial militar em serviço e pelo crime de embriaguez ao volante. Vale salientar que todos os crimes foram reconhecidos pelo conselho de sentença, que também confirmou o caráter hediondo envolvido na ação do réu.

O condenado já estava preso desde a data do fato e a pena seguirá sendo cumprida no Conjunto Penal de Brumado.

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Brumado: Sobrevivente de atropelamento presta depoimento em júri popular Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Está acontecendo nesta quinta-feira (19), no Fórum Leonor Abreu, em Brumado, o Júri Popular do caminhoneiro Gonçalo Meira Neves Neto, que invadiu um quiosque e matou o lavrador Edvan Bernardes no Distrito de Itaquaraí. O crime aconteceu setembro de 2023, causando forte comoção popular.

O réu responde por homicídio qualificado e cinco tentativas de homicídio, visto que várias pessoas foram feridas no quiosque.

O sobrevivente Edmilson Matos Amorim, popular Político, foi o primeiro a ser ouvido no julgamento. Ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar, ele falou sobre o acidente que quase o matou. “Foi algo muito delicado, muito triste. Esse acidente aconteceu no momento errado e na hora errada onde eu estava. Estive entre a vida e a morte, mas graças a Deus sai dessa”, afirmou.

Edmilson quebrou sete costelas e perfurou o pulmão. Após um longo período de recuperação, ele conseguiu se reabilitar apesar da gravidade do seu quadro. Mesmo tendo se passado três anos do fatídico dia, Político falou que ainda convive com sequelas. “Estou bem, mas não deixa de ter sequela”, pontuou.

Diante da promotoria e da defesa, ele contou todos os fatos envolvidos no dia da tragédia. Conforme relatou, o acusado estava alcoolizado sob a direção do veículo. “Ele realmente estava alcoolizado. Deu para transparecer. Ele teve uma discussão com o dono do quiosque, criou um tumulto e saiu do local. Depois, veio com o carro em direção ao quiosque, jogando o veículo sobre cinco pessoas”, completou.

Para o sobrevivente, a Justiça dos homens e de Deus fará a sua parte ao julgar o caso concreto. “Quem tem que julgar é a Justiça”, finalizou.

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VÍDEO: Família faz manifestação em Brumado por justiça pela morte de Edvan Bernardes Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Nesta quinta-feira (19), o caminhoneiro Gonçalo Meira Neves Neto, que invadiu um quiosque e matou o lavrador Edvan Bernardes no Distrito de Itaquaraí, zona rural de Brumado, irá a Júri Popular. O crime aconteceu na noite de 1º de setembro de 2023 e causou forte comoção popular.

O julgamento acontece no Fórum Leonor Abreu, onde a família clama por justiça. O réu responde por homicídio qualificado e cinco tentativas de homicídio, visto que várias pessoas foram feridas no quiosque.

Ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar, Kauã Bernardes, sobrinho da vítima, disse que a tragédia ficou marcada na história da família e da própria comunidade. “Não tem explicação. Ele era um tio incrível, uma pessoa importante pra todo mundo, não só pra mim como família”, relatou.

Emocionado, Kauã confessou que, mesmo tendo se passado três anos, ainda fica muito mexido com toda situação. “Foi proposital”, enfatizou.

Na época do crime, ele contou que estava sentado na varanda de casa, próximo à praça em que foi registrado o acidente, quando ouviu um forte barulho vindo do local. “Uma prima da minha mãe ligou pra ela e comunicou. A gente saiu doido pra ver e, quando chegamos lá, nos deparamos com a tragédia”, completou.

VÍDEO: Família faz manifestação em Brumado por justiça pela morte de Edvan Bernardes Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Parente da vítima, Maicon Teixeira afirmou que é muito triste ver um pai de família, trabalhador, honesto, que nunca teve rivalidade com ninguém, ser brutalmente assassinado. “Não queremos guerra com ninguém, só queremos justiça”, frisou.

Endossando o coro por justiça, Solene Bernardes destacou que a comunidade de Itaquaraí cobra por justiça há três anos. “Estamos aqui com cartazes pra pedir por justiça. Sabemos que a justiça é lenta, mas estamos confiantes de que esse crime não sairá impune”, apontou.

Clemilton Aguiar, primo da vítima, disse que é muito difícil seguir a vida sem a presença de alguém tão importante para a família. “Ele convivia com a gente e sofreu uma situação tão deprimente como essa. Corta o coração da gente”, desabafou.

O Ministério Público denunciou Gonçalo por homicídio qualificado, cinco tentativas de homicídio qualificado, injúria racial e embriaguez ao volante. A acusação sustenta que o crime foi motivado por razão fútil e cometido com uso de meio que colocou diversas pessoas em risco.

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Homem que invadiu quiosque com carro e matou uma pessoa vai a Júri Popular em Brumado Foto: WhatsApp/Achei Sudoeste

Nesta quinta-feira (19), o caminhoneiro Gonçalo Meira Neves Neto, que invadiu um quiosque e matou uma pessoa no Distrito de Itaquaraí, zona rural de Brumado, no ano de 2023, irá a Júri Popular.

O julgamento será realizado no Fórum da comarca de Brumado. O réu responde por homicídio qualificado e cinco tentativas de homicídio, visto que o quiosque estava cheio de pessoas. O crime aconteceu na noite de 1º de setembro de 2023 e causou forte comoção na comunidade.

De acordo com as investigações, o acusado teria chegado embriagado ao estabelecimento conhecido como “Quiosque do Marreco”, onde iniciou uma discussão com frequentadores depois de ter a venda de bebida recusada pelo proprietário. Testemunhas relataram que Gonçalo apresentava comportamento agressivo e chegou a arremessar uma lata de cerveja contra o dono do local.

Minutos depois de ser retirado do estabelecimento, o indivíduo retornou em alta velocidade. Ele dirigiu por cerca de 300 metros, avançando sobre a área onde estavam mesas, cadeiras e clientes. O impacto destruiu a estrutura do estabelecimento e feriu várias pessoas. O lavrador Edvam Bernardes, que havia ajudado a conter a confusão momentos antes, morreu no local.

Outras cinco pessoas ficaram feridas, entre elas o proprietário do quiosque, familiares e um menino de 11 anos. A criança sofreu impacto significativo e levou semanas para recuperar a mobilidade. Um dos sobreviventes teve sete costelas fraturadas e perfuração pulmonar, permanecendo internado por vários dias.

Segundo testemunhas, após a colisão, o acusado teria descido do carro e tentado continuar as agressões utilizando uma cadeira, sendo contido por populares. Revoltados, moradores chegaram a iniciar um linchamento, interrompido com a chegada da Polícia Militar.

Os policiais relataram que o motorista apresentava sinais claros de embriaguez. O teste do bafômetro confirmou a ingestão de álcool. Durante a condução, ele também teria danificado a viatura e proferido ofensa de cunho racial contra um policial.

O Ministério Público da Bahia (MP-BA) denunciou Gonçalo por homicídio qualificado, cinco tentativas de homicídio qualificado, injúria racial e embriaguez ao volante. A acusação sustenta que o crime foi motivado por razão fútil e cometido com uso de meio que colocou diversas pessoas em risco.

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