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SUS amplia vacinação contra pneumonia e meningite para idosos de 85 anos Foto: Divulgação/MS

O Ministério da Saúde anunciou, na última segunda-feira (14), a ampliação do acesso à vacina Pneumo 20 na rede pública. O imunizante passa a ser ofertado pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para pessoas com 85 anos ou mais. A medida busca combater e prevenir complicações graves decorrentes de doenças pneumocócicas, como pneumonia e meningite.

A ampliação da campanha tem como foco reduzir as taxas de hospitalização e mortes na população idosa de idade mais avançada, naturalmente mais suscetível a infecções respiratórias severas. A estimativa do governo federal é imunizar mais de 2,3 milhões de pessoas em todo o país. A meta do Ministério da Saúde é atingir ao menos 90% do público-alvo elegível nesta fase.

Os números justificam a urgência da medida. Em 2025, a taxa de internação por pneumonia entre idosos a partir dos 85 anos alcançou a marca de 2.902,7 por 100 mil habitantes no Brasil. No mesmo período, a taxa de mortalidade provocada pela doença nessa mesma faixa etária atingiu 743,1 óbitos por 100 mil.

Composta por 20 sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae — principal causadora de infecções pulmonares em todas as faixas etárias —, a vacina inclui proteção contra os sorotipos 3, 6A e 19A. Além de prevenir quadros pulmonares e neurológicos severos, o imunizante combate a otite média, condição que pode acarretar sequelas graves, como a perda definitiva da audição.

A distribuição das doses para os estados e municípios já foi iniciada e leva em consideração a população local, a média de aplicação diária e a disponibilidade em estoque. Para receber a vacina nos postos de saúde, o idoso ou responsável precisa apenas apresentar um documento oficial de identificação com foto que comprove a idade. Não há necessidade de apresentar receita ou prescrição médica.

A indicação da Pneumo 20 varia de acordo com o histórico vacinal do paciente. Idosos com 85 anos ou mais que nunca tomaram imunizantes pneumocócicos devem receber dose única. Quem já tomou uma dose de Pneumo 13 ou Pneumo 15 pode receber a Pneumo 20 após um intervalo mínimo de dois meses. Para quem tomou uma dose da Pneumo 23, a aplicação deve respeitar a janela de um ano. Já idosos que completaram esquema com duas doses da Pneumo 23, ou que combinaram a Pneumo 13/15 com a Pneumo 23, não possuem indicação para a nova dose no momento.

A vacina Pneumo 20 foi introduzida no Calendário Nacional de Vacinação em junho deste ano para crianças menores de 5 anos. Segundo balanço divulgado pela pasta, em apenas dois meses de aplicação no público infantil, mais de um milhão de crianças foram imunizadas no Brasil.

Saúde
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Anvisa amplia uso de vacina para bebês a partir de 6 semanas contra meningite Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a ampliação da indicação da vacina MenQuadfi para crianças a partir de seis semanas de idade. A decisão permite que o imunizante seja usado tanto em adultos quanto em crianças para a prevenção da doença meningocócica.

A MenQuadfi é uma vacina meningocócica conjugada administrada por via intramuscular e já era utilizada em outras faixas etárias. Com a autorização, o público-alvo passa a incluir bebês a partir de seis semanas de vida, um dos grupos mais vulneráveis às formas graves da doença. As informações são da Agência Brasil.

Segundo a Anvisa, a ampliação da indicação foi baseada em estudos clínicos que avaliaram a segurança da vacina em cerca de seis mil bebês com idade entre seis semanas e menos de 12 meses, que receberam pelo menos uma dose do imunizante em diferentes esquemas vacinais.

Também foram analisados dados de pouco mais de cinco mil crianças que receberam dose de reforço a partir dos 12 meses de idade.

De acordo com a agência, os resultados demonstraram perfil de segurança compatível com o esperado para vacinas meningocócicas conjugadas, sem o surgimento de novas preocupações relevantes relacionadas à segurança do produto.

A Neisseria meningitidis é uma bactéria que atinge o sistema respiratório superior humano e pode ser transmitida por gotículas de secreção. Embora muitas pessoas sejam portadoras assintomáticas, em alguns casos o microrganismo consegue invadir a corrente sanguínea e provocar a doença meningocócica invasiva.

A infecção é considerada grave, tem rápida evolução e pode levar à morte mesmo quando tratada adequadamente. Segundo informações da Anvisa, a letalidade da doença gira em torno de 10% e até 20% dos sobreviventes podem desenvolver sequelas permanentes e incapacitantes.

Bebês e crianças pequenas, especialmente durante o primeiro ano de vida, estão entre os grupos com maior risco de desenvolver complicações graves.

Bahia
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Tipo mais grave de meningite é confirmado em paciente na Bahia Foto: Divulgação/Sesab

Foi confirmado, neste domingo (14), em uma paciente da cidade de Feira de Santana, no interior da Bahia, um caso de meningite bacteriana. A paciente, uma mulher de 37 anos, está internada no Hospital Geral Clériston Andrade, apresenta quadro de saúde estável e segue sendo monitorada por uma equipe médica. A meningite bacteriana é a forma mais grave da doença, em comparação aos casos que têm origem em vírus ou fungos.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, após a notificação, todas as medidas padrão foram adotadas para prevenir o contágio de pessoas próximas à paciente, evitando casos secundários da doença. A paciente segue sob monitoramento da Divisão de Vigilância Epidemiológica.

“Encaminhamos a amostra do líquor (líquido cefalorraquidiano) para o Lacen (Laboratório Central), que confirmou a doença. De imediato, foi realizada a profilaxia dos contactantes e o alinhamento com a equipe que acompanha a paciente”, informou a chefe da Divisão de Vigilância Epidemiológica, Verena Leal.

Outros dois casos de meningite foram registrados recentemente na cidade de Vitória da Conquista, no sudoeste baiano. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, os dois pacientes são crianças e residentes de uma localidade da zona rural do município. As notificações ocorreram nos dias 29 de novembro e 4 de dezembro. As crianças foram hospitalizadas em leitos clínicos e apresentavam bom estado geral de saúde enquanto recebiam tratamento medicamentoso. Os casos foram classificados como “sem gravidade”, visto que não eram do tipo bacteriano. Até outubro deste ano, a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) registrava 304 casos de meningite em todo o estado.

Brasil
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Dose de reforço de vacina contra meningite terá proteção maior Foto: Freepik

A partir de 1º de julho, os bebês de 12 meses receberão a vacina meningocócica ACWY como dose de reforço para a meningocócica C. Isso significa que, além do meningococo C, eles ficarão protegidos contra outros três sorotipos da bactéria (A, W e Y), o que previnirá casos de meningite bacteriana e infecção generalizada no sangue, a meningococcemia. Somente este ano, o Brasil já registrou 361 casos de meningite causada por meningococos, com 61 mortes. “No Brasil, o sorogrupo que mais preocupa, além do C, é o W. A gente observou aumentos de incidência importantes, principalmente nos estados do Sul do país, recentemente. Então, essa mudança representa uma ampliação da proteção contra sorogrupos que são um risco, principalmente para as crianças”, explica a diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Flávia Bravo. O Sistema Único de Saúde já oferece o imunizante ACWY nas unidades básicas de saúde, mas atualmente a vacina é aplicada dos 11 aos 14 anos. Já os bebês recebem três doses da vacina meningocócica C: duas doses aos 3 e aos 6 meses de idade, e o reforço, aos 12 meses. Apenas a dose de reforço será modificada. As crianças que já receberam três doses da meningo C não precisam receber a dose de reforço com a ACWY no momento. Mas aquelas não foram vacinadas aos 12 meses podem completar o esquema com a nova vacina, antes de completar 5 anos. Na nota técnica que comunica a mudança na estratégia de vacinação, o Ministério da Saúde reforça “a efevidade e o impacto desses imunobiológicos no Brasil, com redução na incidência da doença meningocócica, em pessoas vacinadas e não vacinadas”. No entanto, diz a nota, “a ocorrência das meningites bacterianas ainda é um fator de preocupação, especialmente as causadas pela Neisseria meningidis (meningococo)e pelo Streptococcus pneumoniae (pneumococo)”. A mudança, ainda de acordo com a pasta, dá continuidade ao enfrentamento das meningites, conforme as Diretrizes para Enfrentamento da doença, propostas pelo Brasil dentro do roteiro global da Organização Mundial da Saúde. O SUS também oferece vacinas contra outros dois agentes infecciosos que podem causar meningite, o pneumococo e o Haemophilus influenzae.

Caetité
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Criança de 4 anos com suspeita de meningite aguarda vaga de UTI em Caetité Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Com apenas 4 anos, Gustavo de Jesus Rocha deu entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA 24h) de Caetité, na manhã desta segunda-feira (16), com sintomas graves, incluindo paralisia no corpo. O relatório médico indica suspeita de meningite, uma condição que pode evoluir rapidamente e levar a sequelas permanentes ou até mesmo ao óbito se não tratada adequadamente. O nome da criança foi colocado na lista de regulação do estado e o menino aguarda agora uma vaga em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Desesperada, a família pede às autoridades de saúde que a transferência seja autorizada com urgência, dada a gravidade do estado de saúde da criança. O aumento de casos de meningite na Bahia é preocupante. Em 2024, o estado registrou 446 casos confirmados, um crescimento de 141% em relação a 2020. Na semana passada, a cidade de Guanambi também registrou outro caso da doença.

Guanambi
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Guanambi: Criança com meningite se recupera bem, diz secretário de saúde Foto: WhatsApp/Achei Sudoeste

Um estudante da rede privada de ensino foi diagnosticado com meningite meningocócica em Guanambi. Em nota divulgada nesta terça-feira (03), a Secretaria de Saúde do município confirmou o caso. Em entrevista ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar, o secretário Edmilson Júnior informou que, no dia 02/06, a pasta recebeu, via Núcleo Regional de Saúde, a comunicação de que uma criança de 10 anos estava internada em um hospital da capital com a doença. Júnior destacou que a meningocócica é uma das formas mais graves de meningite. Considerada um problema de saúde pública pelo potencial de disseminação, a doença é de identificação compulsória. “Desde o dia 02/06, fizemos um grupo de operação para que a gente pudesse centralizar as informações. Estamos monitorando e fazendo a investigação de todos os contatos próximos do paciente, conforme protocolo do Ministério da Saúde”, afirmou. Segundo o secretário, alguns desses pacientes estão fazendo o uso da profilaxia recomendada nesses casos. O objetivo é evitar a disseminação da doença no território. Os principais sintomas da meningite são febre alta súbita, dor de cabeça intensa, rigidez na nuca, vômitos persistentes, manchas vermelhas ou roxas na pele, confusão mental e sonolência excessiva. No caso de aparecimento destes, deve-se procurar a unidade de saúde para avaliação. A transmissão acontece por meio de secreções respiratórias, como gotículas de saliva ou tosse, especialmente em situações de contato próximo. A prevenção se dá através da vacinação, que deve ser mantida atualizada. Apesar do pânico inicial causado pela confirmação da doença, o secretário disse que a população deve apenas se manter alerta. “Devemos nos manter atentos ao surgimento dos sinais e sintomas dentro da nossa casa e na vizinhança. Não considero uma situação de pânico. Temos que manter a racionalidade e ficar alertas”, frisou. Sobre o estado da criança diagnosticada com meningite, Júnior detalhou que a mesma tem se recuperado bem.

Guanambi
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Guanambi confirma caso de meningite meningocócica Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

A Secretaria de Saúde de Guanambi confirmou um caso de meningite meningocócica em um estudante da rede privada de ensino. Em nota oficial divulgada nesta terça-feira (03), a pasta informou que o paciente está internado em um hospital da capital para tratamento especializado. Imediatamente após a confirmação do caso, a Vigilância Epidemiológica iniciou as ações de controle e prevenção recomendadas pelo Ministério da Saúde. A medida inclui a identificação e monitoramento de contatos próximos do estudante, como colegas de sala, professores e amigos íntimos, que poderão receber tratamento preventivo com antibióticos. Outras ações adotadas incluem reforço na limpeza e ventilação dos ambientes escolares, verificação da situação vacinal de alunos e funcionários e a divulgação de orientações à comunidade escolar. A meningite meningocócica é uma infecção bacteriana grave, transmitida por secreções respiratórias, como gotículas de saliva ou tosse, especialmente em situações de contato próximo. Os principais sintomas da doença são febre alta súbita, dor de cabeça intensa, rigidez na nuca, vômitos persistentes, manchas vermelhas ou roxas na pele, confusão mental e sonolência excessiva.

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Meningite segue preocupando na Bahia Foto: Divulgação

A meningite continua sendo uma preocupação de saúde pública na Bahia. Somente em 2025, já foram registrados 49 casos da doença, com seis óbitos confirmados, segundo dados da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab). No ano passado, o estado contabilizou 446 casos, dos quais 115 foram do tipo bacteriana — considerado o mais grave. Em 2024, a meningite foi responsável por 24 mortes em território baiano. Salvador lidera o ranking de registros, com 152 ocorrências. Em seguida vêm Feira de Santana, com 17 casos, e Vitória da Conquista, com 16, refletindo a predominância nas maiores cidades baianas. Entre os sintomas mais comuns estão dor de cabeça, febre, vômitos e rigidez na nuca. O diagnóstico é feito por meio da análise do líquor, o líquido que envolve o sistema nervoso central. O tratamento varia conforme o tipo da doença: enquanto as formas virais exigem apenas hidratação e medicamentos para alívio dos sintomas, os casos bacterianos requerem o uso de antibióticos venosos e, em alguns casos, corticoides. A boa notícia é que a maioria das bactérias responsáveis pela doença pode ser prevenida com vacinas oferecidas gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Estão disponíveis as vacinas Pentavalente (que protege contra o Haemophilus influenzae tipo B), Pneumocócica 10-valente, 13-valente e 23-valente, além das meningocócicas C e ACWY. Na rede privada, também há vacinas adicionais, como a Pneumocócica 20-valente e a Meningocócica tipo B.

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Bahia registra mais de 250 casos de meningite nos oito meses de 2023 Foto: Reprodução/Tribuna da Bahia

Uma doença que traz uma alta taxa de mortalidade e sequelas como surdez, danos ao sistema nervoso e até perda dos movimentos, a meningite é um risco.  Na Bahia, de janeiro a agosto foram registrados 251 casos da doença, sendo 106 bacteriana e 55 viral. 48 óbitos ocorreram devido a doença, segundo informou a Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab). De acordo com o Tribuna da Bahia, o mais recente caso confirmado pelo Laboratório Central de Saúde Pública da Bahia (Lacen-BA) foi uma paciente de 24 anos, residente do município de Alagoinhas. Ela foi positivada com meningite bacteriana. Em 2022, os números registrados do mesmo período citado tiveram semelhanças, foram 253 casos da doença, dois a mais que em 2023 e o número de óbitos foi igual. Os sintomas da doença acabam podendo ser confundidos com outras doenças. Febre alta, dor de cabeça e dor na nuca são os principais sintomas.  

Bahia
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Mortes por meningite avançam no estado da Bahia

Durante os últimos meses, a alta dos casos de meningite no país se tornou um alerta. Até o meio de outubro deste ano, segundo a SINAN-Net, 309 pessoas tiveram a contaminação da doença confirmada no estado baiano, 50 já perderam a vida. De acordo com a infectologista Jacy Andrade, que é professora da Universidade Federal da Bahia (UFBA), a meningite é uma infecção que atinge o sistema nervoso central e, no geral, costuma apresentar entre os sintomas mais comuns: febre, dor de cabeça e vômito, mas a depender da faixa etária esses sinais de possível contaminação podem ser diferentes e incluir sonolência em idosos e falta de apetite nas crianças. A especialista ressalta que a causa da doença pode estar ligada a vários agentes, como vírus e bactérias, e que a prevenção inclui principalmente as vacinas básicas recomendadas. “É super importante que o adulto, o adolescente, a criança e o idoso estejam com o calendário vacinal atualizado (...). Dependendo do tipo de meningite, as pessoas que têm contato muito próximo com quem tem meningite, às vezes a gente tem a indicação de fazer a medicação profilática. Outras maneiras é, se a pessoa está com um quadro respiratório, é ventilar o ambiente, evitar o contato direto e fazer a higiene porque habitualmente esses microorganismos são transferidos”, destaca. O diagnóstico da doença é feito de forma clínica e laboratorial a depender do tipo da doença. A profissional salienta que caso se sinta febril, com dor de cabeça e vômito, com sintomas evoluindo por mais de 12h ou 24h, é essencial buscar um médico e reforça que a automedicação é contra indicada porque pode mascarar a doença e adiar o diagnóstico. O tratamento depende do tipo de meningite. Dentre os tipos bacterianos registradas no estado, a Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab) informa que foram identificados 9 casos de Doença Meningocócica, com 2 óbitos; 38 casos de meningites pneumocócica, com 12 óbitos; 3 casos de Meningites por Haemophilus, sem registro de óbitos; e 12 casos de meningite tuberculosa, também sem óbitos. Foram também confirmados 73 casos de meningites virais, com 5 óbitos.

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