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Brumado
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Brumado: Com estande de saúde, bancários realizam manifestação de greve na Caixa Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Em greve, os bancários da Caixa Econômica Federal (CEF) realizaram uma manifestação em frente à agência, nesta terça-feira (15), em Brumado. Os servidores da CEF são os únicos que continuam mobilizados, visto que a proposta apresentada pelo banco não contempla os anseios da categoria.

Ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar, Renan Freitas, diretor do Sindicato dos Bancários em Vitória da Conquista e região, informou que o andamento das negociações se encontrava travado, porém, com o movimento grevista, a Caixa Econômica sinalizou para a abertura de uma nova rodada de diálogo.

Segundo Freitas, o sindicato espera que o banco renegocie as cláusulas trabalhistas do Acordo Coletivo, o não fechamento de agências e o plano de saúde dos trabalhadores. Este último é um dos pilares da pauta de reivindicações dos bancários. “A Caixa quer mudar o plano de saúde, que é um benefício individual para o trabalhador, para um plano comercial de saúde. Além disso, eles querem aumentar o custeio do plano em 26%. Isso a gente não pode aceitar”, afirmou.

Para demonstrar a importância do plano, a manifestação contou com um estande de saúde para atendimento gratuito à população, com testes de glicemia e medição de pressão arterial.

Uma nova mesa de negociações será realizada nesta quarta-feira (16). A depender da proposta apresentada pela CEF, a categoria decidirá os rumos do movimento. Por ora, a greve continua por tempo indeterminado.

Brasil
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Correios planejam fechar 1000 agências no Brasil; na Bahia 31 unidades estão ameaçadas Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Os trabalhadores dos Correios deflagraram uma greve na quinta-feira (10). Em entrevista ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar, Shirlene Pereira de Souza, presidente do Sindicato dos Servidores dos Correios e Telégrafos na Bahia, disse que a empresa quer atacar o plano de saúde e fechar agências em todo país.

Os Correios alegam que estão passando por um processo de reestruturação, porém a alegação é contestada pela categoria. Para Shirlene, em uma reestruturação, a empresa trabalha para oferecer novos serviços e clientes, bem como melhorar a qualidade do atendimento, mas não é isso que está acontecendo. “A empresa está fazendo o inverso. Ela está elaborando vários planos de demissão e atacando os direitos dos trabalhadores para cobrir o próprio déficit”, afirmou.

O plano prevê o fechamento de 1 mil agências em todo território nacional. Na Bahia, 31 unidades do interior estão ameaçadas. Souza entende que a retirada de postos de trabalho representa o descumprimento da constituição, prejudicando diretamente a população. “A reestruturação da empresa está destruindo por dentro os Correios. Estamos lutando para manter essa empresa, que é de grande importância social”, completou.

Os Correios não atuam apenas com entrega de correspondências e encomendas, mas atuam com integração social alcançando todos os pontos do país, até os mais inacessíveis.

O sindicato cobra a intervenção do Governo Federal frente à situação a fim de preservar os Correios.

Bahia
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Correios: Servidores cobram manutenção do plano de saúde e não fechamento de agências Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Desde às 22h de quinta-feira (10), a greve dos trabalhadores dos Correios foi deflagrada em todo país. Ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar, Shirlene Pereira de Souza, presidente do Sindicato dos Servidores dos Correios e Telégrafos na Bahia, destacou que a empresa está sendo intransigente com relação ao plano de saúde da categoria. “A empresa está tentando destruir o nosso maior benefício, que é o plano de saúde. É um ataque a nós e as nossas famílias”, afirmou.

Souza explicou que a categoria concordou com o reajuste apresentado, porém não aceitou as mudanças relacionadas ao plano de saúde. “A gente paga 38% de custeio do nosso plano de saúde, enquanto a empresa paga 62%. Só de plano estamos pagando pouco mais de R$ 1 mil. Já é um terço do nosso salário”, relatou.

Agora, a empresa quer se eximir da responsabilidade quanto à sua parcela do custeio, repassando o pagamento para os trabalhadores. Estes alegam não ter condições de arcar com a despesa.

Além disso, segundo Shirlene, a empresa pretende alterar o caráter de atendimento nacional do plano para um atendimento regional. “Não concordamos com a regionalização do plano de saúde e, tampouco, com o fato de a empresa não custear mais o que é de responsabilidade dela. Dessa forma, querem acabar com o nosso plano de saúde”, disparou.

A maior parte dos trabalhadores ainda permanece nos Correios em razão do plano de saúde, visto que outros tantos benefícios a empresa retirou ao longo dos últimos dez anos.

Ao todo, 36 sindicatos dos trabalhadores dos Correios estão mobilizados em todo país em adesão ao movimento grevista.

Bahia
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Bancários rejeitam proposta da Caixa e mantêm greve nacional Foto: Divulgação

Os empregados da Caixa Econômica Federal decidiram rejeitar a proposta final apresentada pela instituição financeira e optaram pela continuidade da greve nacional, iniciada na última quinta-feira (10). A paralisação segue por tempo indeterminado enquanto as entidades sindicais tentam retomar o processo de negociação. A rejeição foi expressiva em praças centrais: na base do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, 68% dos trabalhadores votaram contra o texto em assembleia encerrada no final da noite de sexta-feira (11).

O epicentro do impasse entre a categoria e a diretoria do banco é o Saúde Caixa, plano de assistência médica dos funcionários. A minuta submetida à votação trazia mudanças profundas no modelo de custeio e nas regras de coparticipação. Entre as alterações sugeridas pelo banco estavam a fixação da contribuição dos empregados de 2,3% a 4,1% sobre o salário-base conforme a idade, mensalidades de R$ 480 a R$ 660 por dependente, elevação do teto anual de coparticipação familiar de R$ 3,6 mil para R$ 4,8 mil, instituição de cobrança de 13ª mensalidade e o dobro da taxa para atendimentos em pronto-socorro, subindo de R$ 75 para R$ 150.

Para tentar selar o acordo coletivo, a Caixa havia oferecido um pacote que incluía prêmio de R$ 3 mil por trabalhador, antecipação do pagamento do salário reajustado com a Participação nos Lucros e Resultados (PLR) para 18 de setembro e o aumento do limite de participação do banco no custeio do plano de saúde de 6,5% para 8%. A oferta, que expirou na sexta-feira (11), trazia ainda o aporte de R$ 236 milhões em ações de prevenção à saúde a partir de 2027 e a criação de grupos de trabalho para debater novas fontes de financiamento.

Com a negativa dos trabalhadores, o conflito trabalhista deve migrar para o âmbito judicial. Antes do desfecho da assembleia, a direção da Caixa declarou que a oferta era definitiva e sinalizou a intenção de recorrer à Justiça do Trabalho por meio de um dissídio coletivo — instrumento legal para que o tribunal arbitre as condições de trabalho e determine o encerramento do movimento. Apesar do acionamento jurídico no horizonte, o banco informou que permanece aberto ao diálogo para buscar um entendimento.

A greve é o desdobramento de uma insatisfação generalizada na base. Na primeira votação, mais de 90% dos sindicatos vinculados à Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) já haviam recusado a versão inicial da minuta do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT). O movimento mantém agências bancárias fechadas em diversos estados, incluindo São Paulo e Paraná, garantindo apenas o funcionamento dos caixas eletrônicos e dos serviços de autoatendimento.

Brasil
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Funcionários dos Correios entram em greve por tempo indeterminado Foto: Divulgação

Os trabalhadores dos Correios na Bahia aprovaram a deflagração de uma greve por tempo indeterminado na noite desta quinta-feira (10). A decisão foi tomada em assembleia diante do impasse nas negociações coletivas nacionais entre a direção da estatal, representações sindicais e o Tribunal Superior do Trabalho (TST).

A paralisação acompanha a mobilização nacional liderada por 36 sindicatos e duas federações da categoria. O Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos da Bahia (Sincolteba) confirmou que os serviços nas unidades do estado e a entrega de encomendas e correspondências estão suspensos a partir desta sexta-feira (11).

Entre as principais reivindicações do movimento estão o reajuste salarial com base na inflação, a manutenção do adicional de 70 % nas férias e alterações no plano de saúde. A categoria também se manifesta contrária a diretrizes do plano de reestruturação dos Correios, que envolvem o encerramento das atividades em agências, a alienação de imóveis e a abertura do Programa de Demissão Voluntária (PDV) — cujo prazo de adesão foi prorrogado até 30 de setembro.

Recentemente, a estatal havia suspenso partes do plano de reformulação corporativa. Dentre as transações patrimoniais conduzidas no período, destaca-se a alienação do edifício-sede na Pituba, arrematado por R$ 97 milhões em leilão público realizado no mês de junho.

Sudoeste Baiano
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Bancários da região sudoeste aderem à paralisação nacional e exigem propostas plausíveis Foto: Divulgação

Nesta quinta-feira (20), os bancários de Vitória da Conquista, Brumado, Itapetinga, Poções, Barra da Estiva, Livramento de Nossa Senhora, Paramirim, Tanhaçu, Barra do Choça, entre outras cidades da região, aderiram à paralisação nacional da categoria.

O ato público, que suspendeu a abertura das agências, teve o objetivo de pressionar as instituições financeiras a apresentarem respostas plausíveis às reivindicações dos trabalhadores. Os bancários estão em campanha salarial desde 24 de junho e já ocorreram oito rodadas de negociações sem nenhum avanço.

Em 2025, o setor bancário lucrou R$ 171 bilhões. Apesar do resultado expressivo, os bancos seguem precarizando as condições de trabalho, demitindo e fechando agências. Entre as principais reivindicações estão a melhoria do atendimento para a população, o fim das demissões e do fechamento de agências, a valorização do trabalho bancário e da PLR, garantia dos direitos adquiridos, plano de saúde digno e aumento real nos salários e demais verbas.

Nos últimos 10 anos, o setor bancário fechou 88 mil postos de trabalho e 9,5 mil agências em todo o país. O resultado desse processo é o agravamento da exploração da categoria, que sofre com uma pressão constante pelo cumprimento de metas, sobrecarga de tarefas e os maiores índices de trabalhadores afastados por adoecimento físico e mental.

Paulo Barrocas, presidente do Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região, destacou que a categoria seguirá mobilizada e aberta ao diálogo. “É fundamental que as instituições apresentem propostas que deem condições dignas de trabalho, que respeitem os empregados e clientes, e que reconheçam a importância e a contribuição dos bancários para os resultados bilionários do setor”, afirmou.

Tanhaçu
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Suspeitos de aplicar golpe com falso plano de saúde são detidos em Tanhaçu Foto: WhatsApp/Achei Sudoeste

Dois homens foram conduzidos à Delegacia Territorial de Brumado após serem suspeitos de aplicar golpes com a venda de falsos planos de saúde e odontológicos no município de Tanhaçu. Segundo informou o 24º Batalhão de Polícia Militar (BPM) ao site Achei Sudoeste, a ação aconteceu após denúncias de vítimas que relataram ter sido induzidas a contratar um serviço fraudulento.

De acordo com as investigações, os suspeitos abordavam as pessoas oferecendo um plano denominado “Odonto Intermédio”, que utilizava o nome fantasia “Zumbi”. Várias vítimas chegaram a realizar pagamentos acreditando na regularidade do serviço, mas desconfiaram da autenticidade da proposta e decidiram acionar as autoridades locais.

A polícia localizou os suspeitos no bairro Jurema. Durante a abordagem, um terceiro indivíduo que acompanhava a dupla foi flagrado portando uma porção de maconha. No local, as vítimas reconheceram os homens como os responsáveis pelas negociações fraudulentas dos planos.

Os três envolvidos e as vítimas foram encaminhados para a unidade policial, onde o caso foi registrado. A Polícia Civil abriu um inquérito para investigar a extensão do suposto golpe, identificar se há outras pessoas lesadas na região e esclarecer a participação de cada um dos detidos no esquema.

Brasil
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Câmara aprova projeto que estabelece piso salarial de R$ 3 mil para garis Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

A Câmara dos Deputados enviou ao Senado o Projeto de Lei 4146/20, que fixa o piso salarial nacional de R$ 3.036 para trabalhadores que atuam em serviços de varrição, de coleta de resíduos em locais públicos, de acondicionamento de lixo e encaminhamento para aterros ou estabelecimentos de reciclagem – os chamados garis.

O projeto foi aprovado em dezembro último, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça. Como não houve recurso para votação em Plenário, o projeto foi considerado aprovado pela Câmara e agora precisa ser votado pelo Senado. Caso seja aprovado, será submetido ao presidente da República para sanção ou veto.

O projeto também assegura ao trabalhador da coleta de resíduos e conservação de áreas públicas um adicional de insalubridade em grau máximo, com adicional de 40% do salário. Esses trabalhadores segurados pelo Regime Geral de Previdência Social também terão direito à aposentadoria especial quando sujeitos a condições que prejudiquem a saúde ou integridade física.

Outros direitos assegurados pela proposta são vale-alimentação, cesta básica mensal e plano de saúde, a serem determinados em convenção ou acordo coletivo. Essas verbas não devem integrar a remuneração do trabalhador. Segundo o texto, a jornada de trabalho deverá ser de 6 horas diárias e 36 horas semanais.

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