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Preço do gás de cozinha sobe quase 10% na Bahia e botijão pode ficar até R$ 10 mais caro Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

O bolso do consumidor baiano vai sentir mais um peso a partir desta segunda-feira (1°). O valor do gás de cozinha sofreu um novo reajuste de 9,59%, de acordo com informações divulgadas pelo Sindicato das Revendedoras de Gás de Cozinha (SindRevGás). A mudança promete impactar diretamente o orçamento doméstico em toda a região.

Segundo a entidade, o aumento foi aplicado pela Acelen, concessionária responsável pela gestão da Refinaria de Mataripe. Na prática, o reflexo desse reajuste nas distribuidoras deve fazer com que o preço do botijão de 13 kg fique, em média, entre R$ 8 e R$ 10 mais caro para o consumidor final nas portarias das revendas.

Este é o terceiro reajuste expressivo registrado apenas no decorrer deste ano, consolidando uma tendência de alta no preço do combustível essencial para as famílias. O ano começou com uma alteração logo no dia 2 de janeiro, quando o valor do gás de cozinha teve um reajuste de 2,38%. Poucos meses depois, em 15 de abril, os consumidores enfrentaram o maior baque do período, com um aumento que ultrapassou a marca dos 15%.

Com o novo acréscimo anunciado nesta segunda-feira, o comércio de gás da região sudoeste e de todo o estado já começa a repassar os custos, restando aos moradores pesquisarem os melhores preços para tentar amenizar o impacto no orçamento familiar.

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Preço do gás sobe mais de 15%; botijão pode ficar até R$ 10 mais caro Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

O valor do gás de cozinha teve um reajuste de mais de 15%, nesta quarta-feira (1°), segundo o Sindicato das Revendedoras de Gás de Cozinha (SindRevGás).

De acordo com a entidade, o aumento foi aplicado pela Acelen, responsável pela Refinaria de Mataripe. Com isso, o valor do botijão de gás pode ficar, em média, entre R$ 8 e R$ 10 mais caro para o consumidor final.

Antes do reajuste, o botijão custava R$ 130 para retirada no local. Com a mudança, o preço subiu para R$ 140. Já no caso da entrega, o valor passou de R$ 145 para R$ 155.

Em nota, a Acelen confirmou o reajuste e informou que o aumento aplicado às distribuidoras foi de 15,3% no preço do GLP.

A empresa destacou que os preços seguem critérios de mercado e levam em conta variáveis como o custo do petróleo, adquirido a valores internacionais, além da cotação do dólar e despesas com frete.

Ainda segundo a companhia, a política de preços adotada é transparente e baseada em critérios técnicos, alinhados às práticas do mercado internacional, podendo resultar em variações tanto para cima quanto para baixo.

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