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#ViolênciaEscolar

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Urandi
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Programa de resistência às drogas da PM alcança mais de 220 alunos em Urandi Foto: WhatsApp/Achei Sudoeste

A comandante do 17º Batalhão de Polícia Militar (BPM), Gilmara Sananta, e o prefeito de Urandi, Warlei Oliveira, acompanharam de perto uma aula do Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd) na manhã desta quinta-feira (29). A comitiva, integrada também pela diretoria escolar, pelo coordenador regional da iniciativa, vistoriou as dinâmicas pedagógicas voltadas à formação cidadã de crianças e adolescentes.

A visita institucional buscou avaliar as atividades desenvolvidas em sala de aula, que utilizam metodologia preventiva para orientar os alunos sobre tomada de decisões seguras e responsáveis. Os encontros abordam temas como respeito, convivência pacífica, deveres cívicos e esclarecem os impactos e riscos associados ao uso de entorpecentes e comportamentos violentos.

Atualmente, o Proerd atende 229 estudantes da rede pública de ensino de Urandi, distribuídos entre o Centro de Educação, Arte e Cultura (Ceac) e a Escola Municipal de Tempo Integral Professor José Cardoso de Oliveira. A conclusão das turmas deste ciclo letivo já tem data marcada: a cerimônia oficial de formatura dos formandos está prevista para o dia 18 de novembro.

O projeto consolidado no município reflete a integração contínua entre a corporação militar, a administração municipal e os educadores locais na aplicação de medidas preventivas de segurança pública dentro do ambiente escolar.

Urandi
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Detector de metais flagra adolescente com faca dentro de sapato em escola de Urandi Foto: WhatsApp/Achei Sudoeste

Uma vistoria de rotina com detector de metais na entrada de uma instituição de ensino evitou a entrada de uma arma branca em uma escola localizada na Avenida Padre Rocha, no bairro Diógenes Baleeiro, no município de Urandi. O caso aconteceu no início da tarde desta terça-feira (29), quando os seguranças do estabelecimento de ensino identificaram uma faca escondida dentro do calçado de um estudante menor de idade.

Diante do flagrante, os servidores do colégio acionaram uma guarnição por meio do telefone funcional. Uma guarnição do 17º Batalhão da Polícia Militar (BPM) foi deslocada imediatamente ao local para registrar e averiguar a denúncia de porte de arma branca em ambiente escolar.

Segundo informou a corporação ao site Achei Sudoeste, os policiais militares orientaram a direção da escola a acionar o Conselho Tutelar e os responsáveis legais do adolescente para acompanhar os procedimentos. A mãe do estudante compareceu à unidade de ensino para acompanhar a abordagem e prestar os esclarecimentos iniciais.

Após a escuta preliminar de todos os envolvidos, o adolescente, acompanhado de sua mãe e dos representantes dos órgãos competentes, foi conduzido e apresentado na Delegacia Territorial da Polícia Civil em Urandi. A faca apreendida no calçado do aluno também foi entregue à autoridade policial para a adoção das medidas cabíveis.

Brumado
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MPBA fiscaliza ações contra violência e discriminação no IFBA de Brumado Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

A 5ª Promotoria de Justiça instaurou um Procedimento Administrativo para acompanhar e fiscalizar, de forma continuada, as políticas públicas, ações educativas e medidas institucionais preventivas adotadas pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia (IFBA), campus Brumado. Segundo documento publicado nesta segunda-feira (14) e obtido pelo site Achei Sudoeste, a medida visa garantir o combate a práticas de violência, discriminação, racismo, misoginia e homofobia no ambiente escolar, incentivando a promoção de uma cultura de respeito, tolerância e convivência pacífica entre os estudantes.

Além do acompanhamento das diretrizes pedagógicas e preventivas executadas pela instituição de ensino, a atuação do Ministério Público da Bahia contempla a fiscalização direta das apurações conduzidas pela Polícia Civil em relação aos atos infracionais supostamente praticados no âmbito do campus. O procedimento, de número IDEA 677.9.299395/2026, foi formalizado pelo promotor de Justiça Victor de Araújo Fagundes na área de Infância e Juventude.

Em nota enviada para nossa reportagem, a Direção-Geral do IFBA campus Brumado esclareceu que enviou o Ofício nº 103/2026 ao Ministério Público no dia 8 de setembro, detalhando as providências adotadas diante de relatos pontuais envolvendo alunos de uma turma específica. De acordo com o instituto, as queixas referem-se a supostas condutas relativas a manifestações de misoginia, racismo e homofobia praticadas em ambiente virtual, o que motivou o acionamento imediato dos fluxos institucionais de acolhimento e apuração previstos no Regulamento Discente.

O IFBA ressaltou que dispõe de uma rede estruturada para o enfrentamento dessas situações, incluindo a Comissão Institucional de Prevenção e Enfrentamento ao Assédio (CIPEA), o Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI), a Coordenação Pedagógica de Apoio ao Estudante (COPAE) e a Coordenação de Atendimento à Pessoa com Necessidades Específicas (CAPNE). Essas instâncias já realizaram o acolhimento das possíveis vítimas e vêm conduzindo momentos formativos e de sensibilização com a turma envolvida para evitar novas ocorrências.

A instituição enfatizou ainda que suas ações educativas não ocorrem apenas em resposta a episódios específicos, mas compõem uma agenda permanente voltada à convivência respeitosa e à valorização da diversidade. Entre os eventos do calendário acadêmico de 2026, o campus destacou a realização de campanhas como o Agosto Lilás —, além do Abril Indígena, Julho das Pretas e da preparação para o 11º Seminário de Educação Inclusiva do IFBA (SEIIF) e a Semana da Consciência Negra.

Por fim, a Direção-Geral do campus reafirmou o compromisso de manter um acompanhamento atento aos fatos e disponibilizou seus canais oficiais de comunicação para acolher demandas da comunidade. Em mensagem direcionada aos pais e familiares, a gestão garantiu a dedicação contínua dos servidores para assegurar um ambiente seguro, inclusivo, democrático e livre de violências.

Brasil
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Menina de 12 anos é espancada por mulher na porta da escola em Belo Horizonte Foto: Reprodução/G1

Uma estudante de 12 anos foi gravemente agredida por uma mulher na porta da escola municipal onde estuda, localizada em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. De acordo com o G1, o caso ocorreu na última sexta-feira (28) e causou comoção após imagens das agressões registradas por testemunhas circularem nas redes sociais. A Polícia Civil abriu procedimento para apurar o crime. 

De acordo com o boletim de ocorrência, a violência foi desencadeada por um atrito anterior entre a vítima e outro estudante, ocorrido devido a uma brincadeira violenta conhecida como "mão negra", que envolve troca de tapas e socos. Diante do desentendimento no ambiente escolar, a direção da unidade convocou os responsáveis. Compareceram ao local os pais da jovem e a suspeita das agressões, que se apresentou como irmã do outro garoto envolvido. 

Ao término da reunião, no momento em que a aluna deixava o colégio, a mulher a abordou e iniciou o ataque com socos, tapas e chutes. As imagens gravadas no local mostram a vítima caída ao chão tentando se defender das agressões e do puxão de cabelos. Funcionários da escola intervieram para interromper a violência e abrigaram a menor no interior do prédio, enquanto a agressora fugiu. 

A Polícia Militar socorreu a estudante e a encaminhou para uma unidade hospitalar. Segundo a equipe médica, a jovem apresentou múltiplas lesões na cabeça e no rosto, com suspeita de traumatismo craniano. Paralelamente, buscas foram realizadas em quatro endereços ligados à suspeita, mas ela não foi localizada. Uma familiar relatou aos agentes que a mulher esteve em casa agitada, pegou a filha e afirmou que fugiria para o município de Ribeirão das Neves. 

O Conselho Tutelar e a Polícia Civil acompanham os desdobramentos das investigações para a localização da agressora. Em nota oficial, a Secretaria Municipal de Educação de Nova Lima lamentou o episódio, informou que prestou assistência imediata à estudante e repudiou qualquer ato de violência praticado dentro ou fora dos muros escolares.

Justiça
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MP notifica escola após relatos de agressões e suposta negligência contra alunos em Salvador Foto: Divulgação/MP-BA

O Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA) emitiu, nesta segunda-feira (06), uma recomendação à direção da Escola Experimental, localizada em Salvador, cobrando a adoção de medidas imediatas voltadas à segurança e à educação inclusiva. O documento preventivo e orientador foi motivado por relatos apresentados pela própria gestão escolar durante uma audiência realizada em abril, que apontaram a existência de estudantes com necessidades específicas envolvidos em episódios de comportamentos agressivos, além de indícios de possível negligência familiar.

De acordo com documento recebido pelo site Achei Sudoeste e assinado pela promotora de Justiça Adelina de Cássia Bastos Oliveira Carvalho, o órgão estabeleceu uma série de diretrizes para resguardar a integridade física e emocional de alunos, professores e funcionários. Entre as exigências, o colégio deve documentar de forma sistemática todas as ocorrências comportamentais e reuniões com pais, criar Planos Educacionais Individualizados (PEI) para estudantes com necessidades especiais e capacitar a equipe pedagógica em mediação de conflitos e manejo comportamental.

A recomendação também enfatiza a necessidade de articulação permanente com as redes de saúde e assistência social, bem como o acionamento imediato do Conselho Tutelar ao menor sinal de violação de direitos de crianças e adolescentes. Apesar das exigências, o Ministério Público destacou que a direção da unidade de ensino tem demonstrado comprometimento e responsabilidade na condução dos casos apresentados.

A diretora da instituição de ensino, Rita Margarete Moreira Santos, foi notificada eletronicamente sobre a decisão. A Escola Experimental tem o prazo legal de 20 dias para informar à Promotoria de Justiça de Educação de Salvador quais providências foram tomadas e enviar toda a documentação comprobatória correspondente.

Brumado
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Briga de capacete e pedradas em frente ao CEEP termina com menores apreendidos Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Uma confusão generalizada na porta do Centro Estadual de Educação Profissional (CEEP), em Brumado, mobilizou forças de segurança no fim da tarde desta sexta-feira (29). O episódio de desordem terminou com dois menores de idade apreendidos e encaminhados para a Delegacia Territorial, após entrarem em vias de fato em frente à instituição de ensino.

O tumulto aconteceu por volta das 17h, horário de grande movimentação devido à saída dos estudantes. Acionada pelo Centro Integrado de Comunicações (Cicom), uma guarnição de rádio patrulha do 24º Batalhão de Polícia Militar deslocou-se imediatamente para o local. Ao chegarem, os policiais encontraram os dois jovens já contidos por agentes da Guarda Civil Municipal (GCM), que faziam o monitoramento da área.

Segundo informou o 24º BPM ao site Achei Sudoeste, os menores se envolveram em uma briga violenta, agredindo-se mutuamente com golpes de capacete e arremessando pedras. A gravidade da situação assustou quem passava pela região, mas a intervenção rápida das forças integradas evitou que o cenário ficasse ainda pior e garantiu a integridade de alunos, professores e funcionários.

Diante do ocorrido, o Comando do 24º BPM informou que o policiamento nas adjacências das escolas de Brumado será intensificado. A corporação garantiu que atuará de forma enérgica e que qualquer ato de vandalismo, violência ou perturbação da ordem pública nas proximidades de unidades escolares receberá uma resposta imediata das autoridades.

O Tenente-Coronel Pontes, comandante do batalhão, repudiou o episódio e reforçou o compromisso com a segurança pedagógica. “A escola é um espaço de aprendizado e cidadania. Não toleraremos que o ambiente escolar seja transformado em palco de violência”, destacou o oficial, assegurando que todo caso semelhante será rigorosamente conduzido e apresentado à Polícia Civil para os procedimentos legais.

O comandante fez ainda um alerta importante voltado às famílias. A Polícia Militar ressaltou que os pais ou responsáveis legais dos jovens envolvidos serão responsabilizados civil e criminalmente pelas condutas adotadas e por eventuais danos causados pelos menores, reforçando a necessidade de supervisão e orientação em casa.

Guanambi
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Servidora ataca colegas em unidade escolar e acaba na delegacia em Guanambi Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Uma unidade escolar no bairro Beija Flor, em Guanambi, tornou-se palco de uma confusão generalizada entre funcionárias na tarde desta quinta-feira (30). O desentendimento, que evoluiu para violência física, mobilizou uma guarnição do 17º Batalhão de Polícia Militar por volta das 17h10. A ocorrência, registrada na Rua Francisco Cândido Xavier, assustou quem passava pelo local no momento do encerramento do turno.

Segundo informou o 17º BPM ao site Achei Sudoeste, uma servidora de 52 anos teria iniciado o conflito. Relatos colhidos no local indicam que a mulher proferiu diversos xingamentos e partiu para a agressão física contra duas colegas de trabalho, de 25 e 42 anos. Além de desferir tapas, a agressora teria arremessado objetos contra as vítimas, transformando o ambiente educacional em um cenário de caos momentâneo até a chegada dos policiais.

Durante a intervenção da Polícia Militar, a autora das agressões apresentou um comportamento visivelmente alterado, o que exigiu o acionamento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). A mulher recebeu os primeiros atendimentos ainda na escola e foi levada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) para estabilização clínica antes de ser apresentada à autoridade policial.

Após a liberação médica, todas as envolvidas foram conduzidas à Delegacia Territorial de Guanambi. No local, as vítimas prestaram depoimento e as medidas legais cabíveis foram adotadas.

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