O presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Brumado, Manoel Messias, disse em entrevista ao siet Brumado Notícias que, a curto prazo, o comércio brumadense não sentirá os efeitos na crise envolvendo as demissões da Ferrovia de Integração Oeste Leste (Fiol). No entanto, segundo ele, a longo prazo os efeitos poderão ser devastadores. Em uma projeção feita pela instituição, o comércio deixará de ganhar em torno de 8% nas vendas, já que a previsão era de um aquecimento na casa de 20% com a comemoração do dia das mães, dia dos namorados e os festejos juninos. “A princípio, o quadro ficará estável por causa do período que é propício para as vendas. Não teremos perdas, mas deixaremos de ganhar dentro do quadro que tínhamos antes para o que temos agora com as demissões”, acrescentou Messias. O presidente apontou ainda que outras obras em andamento poderão recrutar muitos dos trabalhadores demitidos, o que, para ele, equilibrará a crise. Diferentemente de outros comerciantes, que pensam em um retorno das atividades da Fiol logo após a Copa do Mundo, Messias acredita que por se tratar de ano eleitoral as obras só devem recomeçar na região no primeiro trimestre de 2015.
Brumado
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