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Guanambi
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Fevereiro histórico em Guanambi: Chuva chega a 380 mm e supera média em 600% Foto: WhatsApp/Achei Sudoeste

Guanambi registrou o mês de fevereiro mais chuvoso dos últimos tempos, com um volume acumulado de 380 milímetros, número que representa um aumento de 600% em relação à média histórica do período, que é de 60 mm. O volume expressivo foi impulsionado, principalmente, pela forte precipitação registrada na noite deste sábado (28) e na manhã deste domingo (1º).

Segundo apurou o site Achei Sudoeste, somente entre na noite de sábado e a manhã deste domingo (1º), a média registrada na zona urbana foi de 128 mm, conforme dados coletados por quatro pluviômetros particulares instalados em diferentes bairros da cidade. A intensidade da chuva provocou alagamentos em pontos historicamente críticos, devido à topografia, como os bairros BNH, Alazão e Lagoinha.

Em várias regiões do município, equipes da Defesa Civil e da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seinfra) estão realizando inspeções para mapear os estragos causados pelo temporal e prestar suporte às famílias afetadas. Técnicos percorrem ruas e avenidas avaliando danos na pavimentação, sistemas de drenagem e residências atingidas.

Além dos impactos na zona urbana, a chuva trouxe reflexos significativos para a zona rural. Diversas barragens particulares foram abastecidas com o grande volume de água. A barragem do Poço do Magro está a pouco mais de 80 centímetros de atingir o nível de sangria, renovando as expectativas de agricultores e produtores locais após um longo período de estiagem. Jà a barragem de Ceraíma segue em nível crítico.

O acumulado de 380 mm consolida fevereiro de 2026 como um marco no histórico climático do município, reforçando o contraste entre a média esperada para o período e o volume efetivamente registrado. As autoridades seguem em alerta, monitorando áreas de risco e orientando a população quanto aos cuidados necessários diante da possibilidade de novas precipitações.

Brasil
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Brasil tem 241 barragens com riscos de segurança, aponta ANA Foto: Divulgação/Bombeiros MG

A Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), vinculada ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), lançou nesta terça-feira (1º) a edição de 2024-2025 do Relatório de Segurança de Barragens (RSB). O documento, apresentado em uma transmissão pelas redes sociais, mapeou 241 barragens com prioridade da gestão de risco, já que os responsáveis por esses empreendimentos, segundo a análise, não cumpriram todos os requisitos de segurança exigidos na Política Nacional de Segurança de Barragens (PNSB). “Em caso de acidente com essas estruturas, há risco a pessoas ou a equipamentos importantes, que podem comprometer o fornecimento de serviços essenciais. Essas barragens que necessitam de maior atenção estão em 24 unidades da Federação e não foi apresentado levantamento de barragens prioritárias na Paraíba, Paraná e Roraima”, informou a ANA. A maior parte dessas barragens (96) prioritárias pertencem a empresas privadas, seguida de empreendedores públicos (39) e sociedades empresariais de economia mista (10). Outras 94 barragens não possuem informação sobre os responsáveis. As principais finalidades dessas barragens são regularização de vazão (23,7%), disposição de rejeitos de mineração (21,2%), irrigação (16,6%), abastecimento humano de água (12,9%), aquicultura (7,1%), entre outros. Ao todo, cerca de 28 mil barragens estão cadastradas no Sistema Nacional sobre Segurança de Barragens, sendo 97% para acumulação de água e uso preponderante para serviços de irrigação (36%). O número representa um crescimento de 8,2% do total de cadastros de barragens em um ano. Desse total, 6.202 barragens (22%) foram enquadradas nas características estabelecidas no âmbito da Política Nacional de Segurança de Barragens (PNSB). As barragens que se enquadram na PNSB (Lei nº 12.334/2010), segundo a ANA, são aquelas que possuem pelo menos uma das seguintes características: capacidade total maior que 3 milhões de metros cúbicos, reservatório que contenha resíduos perigosos, Dano Potencial Associado (DPA) médio ou alto - que envolve riscos de perdas humanas - ou altura do maciço (parede) da barragem maior que 15 metros. Mais da metade das barragens cadastradas (14.878) tem seu enquadramento à PNSB indefinido. Essa falta de informação, aponta o relatório, “dificulta a fiscalização pelo Poder Público sobre as exigências quanto à gestão da segurança determinadas pela Política Nacional de Segurança de Barragens”. Outras 7.005 (25%) não estão enquadradas na PNSB. As informações são da Agência Brasil.

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