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'Carta de repúdio não representa os professores de Caetité', rebate secretário de educação Foto: WhatsApp/Achei Sudoeste

Em vídeo publicado nas redes sociais, o secretário de educação do município de Caetité, Jorge Antônio, rebateu a carta de repúdio direcionada pelos professores à gestão e, mais especificamente, à pasta.

Ele desmentiu a informação veiculada na carta de que estaria havendo atrasos salariais à categoria. “Caetité, graças a Deus, nessa gestão, tem pago os salários em dia”, assegurou.

A reclamação, segundo ele, se deu no mês de fevereiro, visto que o salário caiu no dia 02/03 - isso porque o dia 28 de fevereiro caiu em um sábado. “Essa fala não se sustenta”, rebateu.

O secretário também contestou a cobrança sobre o não pagamento dos precatórios. Como professor da rede, ele argumentou que, em 2014, o Município recebeu uma cifra superior a R$ 28 milhões referente aos precatórios. Tratam-se de recursos da gestão do então prefeito José Barreira que não foram repassados e que, agora, segundo explicou, a categoria reivindica da atual administração.

Na época, o sindicato exigia que 60% do valor fosse destinado ao pagamento dos professores, o que não foi acatado. Depois de muita discussão, foi pago R$ 7 mil a cada professor, de forma totalmente irregular, de acordo com o secretário. O restante do valor, totalizando R$ 24 milhões, não se sabe onde foi gasto. “Eu, como secretário, não tenho essa resposta e tenho certeza que o prefeito Valtécio Aguiar também não. Não cabe a essa gestão”, justificou.

Na carta, os profissionais também pedem que o piso do magistério seja respeitado. Nesse ponto, o secretário garantiu que o piso é garantido em conformidade com a lei e os reajustes serão pagos de forma retroativa. “Posso assegurar ao professor e a sociedade que, tão logo seja acertado o valor do reajuste de 2026, ele será pago retroagido a 1º de janeiro do ano em curso”, acrescentou.

Com relação aos descontos indevidos citados pela categoria, Antônio explicou que se trata de tributação referente ao INSS. “Não houve descontos indevidos”, atestou. Ele orientou que aqueles que se sentirem prejudicados devem procurar o RH para esclarecimentos.

Por fim, o secretário afirmou que o Município trabalha com seriedade e compromisso com a verdade e a referida carta não representa os professores caetiteenses. “Essa carta de repúdio não representa o professor de Caetité. Ele vem eivada de situações que não condizem com a realidade”, finalizou.

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Professores cobram rateio dos precatórios da educação e melhorias nas escolas de Caetité Foto: WhatsApp/Achei Sudoeste

Mobilizados na cidade de Caetité, os professores da rede municipal protestam contra descontos indevidos, cobram rateio dos precatórios e melhorias nas unidades de ensino.

Ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar, a professora Cristiane Rodrigues, que atua na rede municipal há 28 anos, cobra repasses de 1,2% e 5,4%, que não foram transferidos à categoria no município. O primeiro percentual diz respeito a um acordo firmado ainda em 2025. Já o percentual de 5,4%, do Governo Federal, teria que ser repassado pelo Município no mês de janeiro de 2026. “A lei não se discute, tem que ser cumprida. Disseram que iriam fazer uma reunião pra ver quanto poderia ser dado pra gente”, afirmou a profissional.

Cristiane denunciou ainda que o prefeito de Caetité não repassou o rateio dos recursos do Fundeb para a classe, assim como os municípios da região fizeram. “Aqui não teve o rateio. Eles alegam que a folha está bem encharcada”, pontuou.

Questionada sobre a conduta da gestão sobre o rateio dos precatórios, ela não soube dizer qual seria a verdadeira causa. Isso porque a professora acusou a administração de não ser transparente com a categoria. “Não sabemos ao certo a quantidade de professores concursados ou contratados. A gente só sabe que não tem como ter rateio porque a folha é grande demais. O prefeito bradava tanto que nas gestões passadas tinha muito funcionário no município, só que o quadro de funcionários triplicou depois dele”, disparou.

Os servidores também reivindicam melhorias nas unidades de ensino e a valorização da classe.

Durante a jornada pedagógica no mês de fevereiro, Rodrigues relatou que os professores realizaram um manifesto pacífico para expor o problema, visto que todos os representantes da atual gestão estariam presentes no evento. No entanto, conforme apontou, o prefeito ignorou a manifestação e o Legislativo alegou desconhecer o fato.

Apreensiva, a categoria iniciou o ano letivo com muitas dúvidas e insatisfeita com a posição da gestão frente às suas reivindicações.

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Caetité: Prefeitura faz descontos sem justificativa e provoca repúdio dos professores Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Desde a última semana, os profissionais da educação estão mobilizados na cidade de Caetité. Até uma carta de repúdio foi direcionada pelos professores à Secretaria Municipal de Educação diante da gravidade da situação.

Ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar, a professora Cristiane Rodrigues, que atua na rede municipal há 20 anos, disse que a categoria tem sofrido uma série de descontos indevidos e não recebeu o repasse do mês de janeiro/2026, que havia sido acordado com a atual gestão. “Estamos muito indignados com a falta de diálogo e clareza quanto à execução dos recursos destinados à educação e à falta de recursos para melhoria da área”, declarou.

Além de não receber o percentual firmado, Rodrigues apontou que os professores ainda se depararam com descontos abusivos, de mais de R$ 1 mil nos seus salários. “Ao invés de nos acrescentar, nos tiraram, sem nenhuma justificativa ou resposta”, completou.

Cristiane destacou que os professores foram pegos de surpresa e estão preocupados em como vão honrar os seus compromissos diante de tamanha perda salarial. “Estamos muito angustiados e apreensivos. É muito dinheiro para ser descontado. Desde novembro estamos sendo descontados, mas o desconto maior foi agora em janeiro”, falou.

A classe chegou a realizar uma manifestação pacífica cobrando seus direitos, porém o prefeito sequer respondeu e o Legislativo alegou desconhecer o fato. Segundo a professora, até o momento, a categoria não obteve nenhum retorno concreto e satisfatório que justifique as perdas que os profissionais vêm sofrendo há alguns meses. “ Não temos transparência”, disparou.

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