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Vacinas contra Covid-19 serão atualizadas contra novas variantes Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou um conjunto de atualizações para as vacinas contra a Covid-19. A medida prevê melhorar a resposta contra variantes novas em circulação no país.

A Instrução Normativa que trata do assunto foi publicada nesta quinta-feira (9) no Diário Oficial da União.

A norma aprovada diz que as vacinas precisam ser monovalentes, ou seja, ter resposta imunológica contra uma linhagem específica do vírus SARS-CoV-2 em circulação. Também devem conter a variante LP8.1 como antígeno preferencial. Derivados da cepa JN.1, como XFG ou NB.1.8.1, são permitidos “desde que demonstrem respostas de anticorpos neutralizantes amplas e robustas”.

Vacinas registradas e produzidas antes desta norma, e as que já foram distribuídas no país poderão ser utilizadas em até nove meses. Depois desse prazo, estão proibidas.

As novas regras foram estabelecidas na 12ª Reunião Ordinária Pública da Diretoria Colegiada da Anvisa. A justificativa apresentada no encontro é de que registros recentes apontam dezenas de casos de síndrome gripal associados à doença, o que reforça a necessidade de manutenção de estratégias de vacinação atualizada no país. As informações são da Agência Brasil.

Saúde
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Após casos de sarampo, Ministério da Saúde recomenda vacinar bebês Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Ministério da Saúde reforçou a necessidade da aplicação da vacina contra o sarampo na capital paulista após três crianças menores de dois anos contraírem a infecção na zona norte da cidade, na última sexta-feira (26). O órgão também recomenda a aplicação do imunizante em Guarulhos, devido à intensa circulação de pessoas.

A vacina recomendada é a “dose zero”, que deve ser aplicada em crianças de 6 a 11 meses e 29 dias. O imunizante reforça a proteção em uma faixa etária altamente suscetível a infecções e agravamentos da doença. O procedimento também contribui para impedir que mais indivíduos sejam infectados.

A dose não substitui as já previstas no Calendário Nacional de Vacinação, disponível gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS) para pessoas de 12 meses a 59 anos.

Além do reforço vacinal, estão sendo adotadas medidas de vigilância para conter a transmissão local, como busca ativa de casos suspeitos, identificação e monitoramento de contactantes, investigação epidemiológica e bloqueio vacinal nas áreas de risco.

Brumado
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Brumado libera vacina contra a gripe para toda a população a partir de 6 meses Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

A Prefeitura de Brumado, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, anunciou a ampliação da campanha de vacinação contra a influenza. A partir de agora, a dose do imunizante está liberada para toda a população do município com idade a partir dos 6 meses, eliminando a restrição apenas para os grupos prioritários.

Com a nova diretriz, crianças, adolescentes, adultos e idosos podem procurar a sala de vacinação mais próxima para garantir a proteção contra o vírus da gripe. Para receber o imunizante, os moradores devem comparecer aos postos de saúde portando um documento de identificação com foto e o cartão de vacinação.

A medida estratégica visa elevar a cobertura vacinal no município, reduzir a circulação do vírus e evitar complicações graves causadas pela doença. A vacina contra a influenza é totalmente segura, gratuita e apontada pelas autoridades de saúde como a ferramenta mais eficaz para frear internações e óbitos decorrentes da gripe.

Além da proteção individual, a mobilização em massa ajuda a diminuir a transmissão comunitária da doença. Essa barreira imunológica protege indiretamente as pessoas mais vulneráveis a complicações, como bebês, idosos e portadores de comorbidades. A Secretaria Municipal de Saúde orienta que a população compareça o quanto antes às unidades para garantir a imunização.

Saúde
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Bahia amplia vacinação contra a Influenza para toda a população nos 417 municípios Foto: Leonardo Rattes/Saúde GovBA

A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) recomenda a ampliação da vacinação contra a influenza para toda a população acima dos 6 meses de idade, desta segunda-feira (8) até o dia 17 de junho. A decisão, tomada em conjunto com o Conselho Estadual dos Secretários Municipais de Saúde, visa elevar os índices de cobertura vacinal em todo o território baiano e garantir uma proteção coletiva, aproveitando o estoque de imunizantes distribuídos às redes municipais para descentralizar o acesso e proteger um número maior de pessoas neste período do ano.

A ampliação do público-alvo acontece com o fim da campanha voltada a grupos prioritários, que foi até o dia 30 de maio, coincidindo com o período de sazonalidade das doenças respiratórias no estado. O imunizante trivalente disponível na rede pública foi atualizado para responder às cepas mais recentes em circulação, incluindo proteção contra os vírus Influenza A (H1N1 e H3N2) e Influenza B, servindo como uma barreira essencial contra o agravamento de quadros de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).

A coordenadora Estadual de Imunização, Vânia Rebouças, destaca que a vacina é a medida mais segura e eficiente para conter o avanço do vírus e reduzir significativamente o número de casos graves, hospitalizações e complicações fatais decorrentes da gripe. De acordo com levantamento feito em unidades hospitalares, dos atendimentos a pacientes que precisaram de internação em leitos de terapia intensiva (UTI) por conta de SRAG no período de 1º a 25 de maio, apenas 9,89% tinham se vacinado.

Vânia ainda pontua que embora a vacinação agora esteja liberada para o público geral, as pessoas que fazem parte do grupo prioritário como idosos, gestantes, puérperas, crianças menores de cinco anos e portadores de comorbidades devem ir aos postos. De acordo com dados do painel de vacinação do Ministério da Saúde, apenas 35% deste público tomou a dose da vacina em 2026. “São grupos historicamente mais vulneráveis e com mais risco de agravamento, por isso devem buscar a vacina em um posto de saúde do seu município”, alerta.

Bahia
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Bahia alerta para vacinação após salto em internações infantis por doenças respiratórias Foto: Pablo Barbosa/Sesab

O Governo da Bahia acendeu o sinal de alerta diante do aumento expressivo nos casos de síndromes respiratórias agudas graves (SRAG) que afetam o público infantil. Segundo dados monitorados pela Secretaria da Saúde do Estado (Sesab), a rede pediátrica tem enfrentado uma pressão crescente em 2026. Somente até o início de abril, o estado já contabilizou 1.990 hospitalizações por complicações respiratórias. O cenário epidemiológico atual é dominado por uma diversidade de agentes, com destaque para outros vírus respiratórios (34,6%), seguidos pela influenza (15,6%) e pela Covid-19 (3,9%).

A gravidade da situação é refletida nos números de solicitações por leitos especializados. No primeiro trimestre deste ano, a demanda por vagas em Unidades de Terapia Intensiva (UTI) pediátrica somou 2.098 pedidos, o que representa um salto de 28,9% em comparação ao mesmo período de 2025. O setor de enfermarias também registrou alta, com 3.657 solicitações, um crescimento de 14,6% em relação ao ano anterior. Esse aumento súbito coloca em evidência a fragilidade do sistema diante da sazonalidade dos vírus e reforça a necessidade de medidas preventivas urgentes por parte da população.

Para a gestão estadual, a chave para desafogar as unidades de saúde está diretamente ligada à imunização. A secretária da saúde, Roberta Santana, destacou que o cenário reforça a urgência da vacinação contra a influenza, especialmente entre os grupos mais vulneráveis, como crianças, idosos e gestantes. O raciocínio é direto: quanto maior o número de pessoas vacinadas, menor o risco de os casos evoluírem para quadros graves, reduzindo drasticamente a fila de espera por leitos críticos e garantindo um atendimento mais ágil para outras patologias.

Atualmente, a campanha de vacinação contra a influenza está disponível em todos os municípios baianos. O imunizante utilizado é a vacina trivalente, produzida pelo Instituto Butantan e atualizada para combater as cepas A/H1N1, A/H3N2 e B/Victoria. A meta das autoridades sanitárias é atingir, no mínimo, 90% de cobertura entre os grupos prioritários. Com o estoque garantido, o governo agora foca na conscientização das famílias para que levem as crianças aos postos de saúde e ajudem a frear a curva de internações no estado.

Brumado
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Dia D de vacinação contra a gripe registra aumento de mais de 50% em Brumado Foto: Divulgação/PMB

O Dia D da campanha de vacinação contra a gripe em Brumado superou as expectativas e registrou grande adesão da população no último sábado (28). O público-alvo compareceu em peso aos postos de vacinação ao longo do dia, contribuindo para o resultado expressivo alcançado pela Secretaria Municipal de Saúde (Sesau). Ao todo, foram contabilizadas a aplicação de quase 1.900 doses, um aumento de mais de 50% em comparação com os dados de 2025.

A campanha segue em andamento em todas as salas de vacinação do município até o dia 30 de maio. A imunização é destinada ao público prioritário, que inclui crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes, idosos com 60 anos ou mais, puérperas, povos indígenas, quilombolas, pessoas em situação de rua, trabalhadores da saúde, professores, profissionais das forças de segurança e salvamento, pessoas com deficiência permanente, caminhoneiros, trabalhadores dos Correios, profissionais do transporte coletivo e pessoas com doenças crônicas ou condições clínicas especiais.

De acordo com o Ministério da Saúde, a vacinação contra a gripe é essencial especialmente durante o período de maior circulação dos vírus, pois contribui para a redução de casos graves, internações e óbitos, além de ajudar a conter a disseminação da doença na comunidade. A ampliação da cobertura vacinal fortalece a chamada proteção coletiva.

A proteção oferecida pela vacina começa entre duas e três semanas após a aplicação e pode durar de seis a 12 meses.

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Nova variante da Covid-19 é confirmada em 23 países Foto: NIAD

Uma nova variante do SARS-CoV-2, vírus causador da Covid-19, já foi identificada em ao menos 32 países. Chamada de BA.3.2, a linhagem preocupa por apresentar um maior escape imunológico dos anticorpos do que as cepas predominantes hoje no mundo e alvos das vacinas, caso da JN.1 e da LP.8.1. Mesmo assim, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), ainda não há evidências de que a BA.3.2 provoque doença mais grave ou que os imunizantes atuais não ofereçam um grau elevado de proteção contra casos graves.

A BA.3.2 foi identificada pela primeira vez na África do Sul ainda em novembro de 2024 em uma amostra de um swab nasal de um menino de 5 anos. Em março de 2025, foi detectada em Moçambique, seguido pela Holanda e Alemanha. Depois, os registros da variante se tornaram pouco frequentes. No entanto, desde setembro do ano passado, as identificações da BA.3.2 começaram a crescer novamente.

Entre novembro de 2025 e janeiro de 2026, as detecções semanais da BA.3.2 aumentaram e atingiram aproximadamente 30% das sequências relatadas em três países europeus: Dinamarca, Alemanha e Holanda. Até o último dia 11 de fevereiro, a cepa já chegou a 23 países, incluindo Austrália, Reino Unido, China e Estados Unidos, segundo uma análise dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA. O Brasil ainda não registrou a linhagem.

No país norte-americano, a cepa foi detectada em amostras de swab nasal de quatro viajantes provenientes do Japão, Quênia, Holanda e Reino Unido, em três amostras de esgoto de aeronaves, em amostras clínicas de cinco pacientes, dois deles internados, e em 132 amostras de esgoto provenientes de 25 estados.

A BA.3.2 apresenta aproximadamente 70 a 75 mutações na proteína Spike, que fica na superfície do vírus e é utilizada pelo SARS-CoV-2 para se ligar e infectar as células humanas, em relação à variante JN.1 e à sua descendente, LP.8.1. As duas cepas são as mais prevalentes hoje no mundo. A JN.1 é o alvo dos imunizantes atuais, enquanto a OMS e a Anvisa determinaram que as novas vacinas adaptem a composição para ser direcionada à LP.8.1.

Brumado
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CAAB abre cadastro para vacinação da advocacia de Brumado contra a gripe Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

A Caixa de Assistência dos Advogados da Bahia (CAAB) abriu o cadastro para vacinar advogadas, advogados e dependentes legais da subseção da OAB-BA de Brumado e região na Campanha de Vacinação contra a gripe 2026. A advocacia pode garantir a imunização no site da instituição (caab.org.br) ou no aplicativo CAApp. O cadastro segue aberto até às 12h do dia 22 de março ou enquanto durarem as doses. Com a campanha, a CAAB promove saúde para os associados tanto no interior quanto na capital do Estado.

O presidente da Caixa de Assistência dos Advogados da Bahia (CAAB), Maurício Leahy, que também é o coordenador de Saúde da Coordenação Nacional das Caixas de Assistência dos Advogados (Concad), participou de reunião no Conselho Federal da OAB, em Brasília, e no Instituto Butantan, em São Paulo, para discutir a imunização da advocacia baiana e nacional este ano. Ele destacou que será a maior campanha de todos os tempos, com oferta de mais de 100 doses em todo o país.

“Mesmo estando em um estado com grandes dimensões, com é a nossa Bahia, a CAAB sempre trabalhou para dinamizar a cada ano a logística de distribuição das doses da vacina para Salvador e todas as 37 subseções da OAB-BA. Com a expertise que desenvolvemos conseguimos atender a todos os colegas que solicitam a imunização. Prova disso é a alta aprovação da iniciativa em pesquisas pós-vacinação”, afirmou Leahy.

Sobre a importância da vacinação, o presidente lembra que a imunização garante tranquilidade para advogados e advogadas, especialmente aqueles que atuam diariamente em contato com o público em fóruns e juizados.

O imunizante é composto por duas cepas de Influenza A (H1N1 e H3N2) e uma de Influenza B, ampliando a cobertura contra os vírus com maior circulação.

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Vacina brasileira contra a dengue mantém eficácia por até 5 anos Foto: Walterson Rosa/MS

Um novo estudo publicado pelo Instituto Butantan mostrou que a vacina brasileira contra a dengue permanece eficaz por pelo menos cinco anos após a aplicação.

O imunizante Butantan-DV foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em novembro do ano passado e já começou a ser aplicado em profissionais de saúde de diversas partes do país.

Durante esse período nenhuma pessoa vacinada apresentou dengue severa, nem precisou de hospitalização por causa da doença. Com isso, a eficácia da vacina contra as formas graves da doença ou a infecção acompanhada de sinais de alerta ficou em 80,5%.

A diretora médica do Butantan, Fernanda Boulos, explica que esse resultado é positivo não somente por confirmar a eficácia da vacina, mas por demonstrar a eficiência do esquema de dose única. A vacina produzida pelo Instituto é a primeira do mundo contra a dengue aplicada em apenas uma dose.

“Vacinas que precisam de duas ou mais doses, a gente tem vários dados que mostram que muitas pessoas não voltam pra completar o esquema. Então, essa demonstração de que uma única dose mantém a proteção alta é muito importante. Mas é claro que nós vamos continuar acompanhando, para saber se realmente não vai ser necessário um reforço depois de 10 ou 20 anos”, afirmou.

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Bahia inicia distribuição de vacina 100% brasileira contra a dengue para os 417 municípios Foto: Walterson Rosa/MS

A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) deu início à distribuição da primeira remessa da vacina contra a dengue produzida pelo Instituto Butantan. O imunizante, que utiliza tecnologia 100% nacional, será enviado aos 417 municípios baianos, seguindo os critérios de priorização estabelecidos pelo Ministério da Saúde.

Nesta etapa inicial, a Bahia recebeu cerca de 40 mil doses. Diferentemente de outros imunizantes já utilizados no país, a vacina do Butantan tem como principal diferencial a aplicação em dose única, facilitando a logística de imunização e garantindo proteção mais rápida.

Neste primeiro momento, a vacinação será voltada exclusivamente aos profissionais da Atenção Primária à Saúde (APS) do SUS, com idade entre 15 e 59 anos, 11 meses e 29 dias. A escolha desse grupo deve-se à natureza do trabalho desses profissionais, que atuam diretamente na assistência e na prevenção dentro das comunidades.

Entre os beneficiados estão: médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem; agentes comunitários de saúde (ACS) e agentes de combate às endemias (ACE); odontólogos, psicólogos, fisioterapeutas, assistentes sociais, profissionais das equipes multiprofissionais, nutricionistas e farmacêuticos.

A vacina é indicada tanto para pessoas que já tiveram dengue (soropositivas) quanto para aquelas que nunca foram infectadas (soronegativas). No entanto, o profissional não deve ter histórico de vacinação prévia com outros imunizantes contra a dengue.

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