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Brumado
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Educação em Brumado capacita coordenadores e aposta na escuta ativa dos alunos Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Na sexta-feira (31), a Prefeitura de Brumado, por meio da Secretaria de Educação, realizou mais uma edição do curso de formação dos coordenadores para atuação na Escola das Adolescências. As capacitações têm acontecido de forma reiterada desde o ano passado.  

O Escola das Adolescências é um programa de fortalecimento para os anos finais do ensino fundamental. Ele tem como objetivo construir uma proposta de ensino que se conecte com as diversas formas de viver a adolescência, promova um espaço acolhedor e impulsione a qualidade social da educação, melhorando o acesso, o progresso e o desenvolvimento integral dos estudantes.  

Em entrevista ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar, a professora Ana Gama, coordenadora do Ensino Fundamental II, disse que a iniciativa faz parte de uma política pública federal. “Nós pegamos os alunos do 6º ao 9º ano para ouvi-los e saibamos o que os incomoda e quais são seus anseios e desejos. Queremos uma escola mais inclusiva”, destacou.

Segundo Gama, a proposta é escutar os estudantes e implementar clubes de letramento para que eles se sintam protagonistas da própria história. “Se ele não se sentir pertencente à escola e ao mundo em que faz parte, ele vai perder o sentido da vida”, completou.

Compartilhando conhecimento com os coordenadores pedagógicos, a formação permite a multiplicação dos saberes e a devolução para a Secretaria de Educação dos avanços obtidos no Fundamental II.

Ao todo, 13 escolas da modalidade foram contempladas com o programa. .

Justiça
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MP notifica escola após relatos de agressões e suposta negligência contra alunos em Salvador Foto: Divulgação/MP-BA

O Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA) emitiu, nesta segunda-feira (06), uma recomendação à direção da Escola Experimental, localizada em Salvador, cobrando a adoção de medidas imediatas voltadas à segurança e à educação inclusiva. O documento preventivo e orientador foi motivado por relatos apresentados pela própria gestão escolar durante uma audiência realizada em abril, que apontaram a existência de estudantes com necessidades específicas envolvidos em episódios de comportamentos agressivos, além de indícios de possível negligência familiar.

De acordo com documento recebido pelo site Achei Sudoeste e assinado pela promotora de Justiça Adelina de Cássia Bastos Oliveira Carvalho, o órgão estabeleceu uma série de diretrizes para resguardar a integridade física e emocional de alunos, professores e funcionários. Entre as exigências, o colégio deve documentar de forma sistemática todas as ocorrências comportamentais e reuniões com pais, criar Planos Educacionais Individualizados (PEI) para estudantes com necessidades especiais e capacitar a equipe pedagógica em mediação de conflitos e manejo comportamental.

A recomendação também enfatiza a necessidade de articulação permanente com as redes de saúde e assistência social, bem como o acionamento imediato do Conselho Tutelar ao menor sinal de violação de direitos de crianças e adolescentes. Apesar das exigências, o Ministério Público destacou que a direção da unidade de ensino tem demonstrado comprometimento e responsabilidade na condução dos casos apresentados.

A diretora da instituição de ensino, Rita Margarete Moreira Santos, foi notificada eletronicamente sobre a decisão. A Escola Experimental tem o prazo legal de 20 dias para informar à Promotoria de Justiça de Educação de Salvador quais providências foram tomadas e enviar toda a documentação comprobatória correspondente.

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