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Dívida Pública sobe 0,71% em maio e aproxima-se de R$ 7,7 trilhões Foto: José Cruz/Agência Brasil

Com a chegada do segundo semestre, também se abre uma nova janela para reavaliar metas pessoais e financeiras. Num Brasil em que mais de 70 milhões de pessoas estão inadimplentes — o equivalente a quase 42% da população adulta, segundo o levantamento mais recente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) —, o desafio de começar o segundo tempo do ano no azul parece, para muitos, um objetivo distante. Mas não impossível. v Em junho do ano passado, o indicador superou pela primeira vez a barreira de R$ 7 trilhões. Mesmo com a alta em maio, a DPF continua abaixo do previsto. De acordo com o Plano Anual de Financiamento (PAF), apresentado no início de fevereiro, o estoque da DPF deve encerrar 2025 entre R$ 8,1 trilhões e R$ 8,5 trilhões. A Dívida Pública Mobiliária (em títulos) interna (DPMFi) subiu 0,7%, passando de R$ 7,31 trilhões em abril para R$ 7,361 trilhões em maio. No mês passado, o Tesouro resgatou R$ 25,03 bilhões em títulos a mais do que emitiu, principalmente em papéis atrelados ao índice de preços. No entanto, a dívida interna subiu por causa da apropriação de R$ 75,86 bilhões em juros. Por meio da apropriação de juros, o governo reconhece, mês a mês, a correção dos juros que incide sobre os títulos e incorpora o valor ao estoque da dívida pública. Com a Taxa Selic (juros básicos da economia) em 15% ao ano, a apropriação de juros pressiona o endividamento do governo. No mês passado, o Tesouro emitiu R$ 108,5 bilhões em títulos da DPMFi. Com o alto volume de vencimentos em maio de títulos vinculados à inflação, os resgates somaram R$ 183,52 bilhões. A Dívida Pública Federal externa (DPFe) subiu 0,99%, passando de R$ 306,13 bilhões em abril para R$ 309,17 bilhões em maio. O principal fator foi a alta de quase 1% do dólar no mês passado.

Economia
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Jovens entre 26 e 40 anos são a segunda faixa mais endividada do Brasil Foto: Freepik

Se engana quem pensa que dívidas são ‘privilégios’ de pais e mães de família ou trabalhadores que parcelaram a casa própria. Hoje em dia, os endividados estão por toda parte e por qualquer faixa etária: com as facilidades de crédito apresentadas cotidianamente em propagandas e redes sociais, além das falsas promessas de recursos financeiros de forma fácil, muitos jovens nascidos a partir de 1995 – os chamados Geração Z – já tem uma carteira negativada e muitas preocupações financeiras. É o que mostra o Mapa da Inadimplência e Negociação de Dívidas no Brasil, feito pela Serasa. A pesquisa aponta que pessoas com idade entre 26 e 40 anos são a segunda faixa etária mais inadimplente do país. Os boomers, ou seja, aquelas pessoas nascidas entre 1945 e 1960, estão no topo dos mais endividados na pesquisa. Com todos os olhares voltados para a geração Z, que representa o futuro do mercado de trabalho e de consumo, existe uma preocupação para que eles comecem a vida financeira de forma sustentável. Mas, de acordo com o Mapa da Inadimplência e Negociação de Dívidas no Brasil, feito pela Serasa, a geração Z é a segunda mais endividada do país, representando 34,1%. Muito dessa situação de endividamento da geração Z, por exemplo, se explica não só nas falsas promessas de dinheiro fácil que se vê por aí, mas também pelas mudanças pós-pandemia. Passado o caos vivido pela Covid19, quem estava no início da vida adulta se viu de frente de uma realidade ainda mais complicada para sobreviver e conseguir emprego. Diminuiu-se o poder de compra, impactando nas contas dos jovens e do país. Contudo, os números apontam que a situação é pior para quem já trabalha há mais anos: em primeiro lugar no endividamento estão os baby boomers, com idades entre 41 e 60 anos, com 35,1%. A diferença mínima no número de endividados entre a geração Z e a Boomer é preocupante. Afinal, os boomers, são aqueles que hoje podem chegar aos 80 anos. Podem ter suas dívidas, mas também menos tempo de vida. Tem filhos, alguns casas próprias e pessoas com quem podem contar. Ao contrário dos geração Z. Fato é que a inadimplência e nomes negativados impactam fortemente na economia. As informações são do Tribuna da Bahia.

Bahia
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Davi continua com dívida de quase R$ 15 mil após ganhar bolada milionária no BBB 24 Foto: Rede Globo

O baiano de Cajazeiras, Davi Brito, ganhou quase R$ 3 milhões no Big Brother Brasil e, quase uma semana depois, ainda não conseguiu pagar o débito de pouco menos de R$ 15 mil. Antes de virar milionário, ele era motorista de aplicativo e tentava quitar a dívida em seu nome. Segundo o jornal Extra, o participante do reality show da Globo tem pendências com o Banco do Brasil e gira em torno de R$ 10.400. Já na Caixa Econômica Federal, ele deve R$ 1.004. No banco virtual Nubank, o rapaz tem também R$ 238 a pagar, além de R$ 3.245 de um financiamento cedido a uma empresa de cobrança. Por fim, o menor valor é R$ 73, de uma financeira.

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