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Mercado mantém em 5,33% projeção de inflação para 2026 Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) projetado pelo mercado financeiro se mantém em 5,33% para este ano, segundo o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (29) pelo Banco Central (BC).

A estabilização do índice, que é referência oficial da inflação no país, ocorre após 15 meses de altas consecutivas, mas o percentual permanece acima da meta que deve ser perseguida pelo Banco Central, de 3%, com intervalo de tolerância entre 1,5% e 4,5%, conforme determinado pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

A projeção da inflação para 2027 permanece em uma trajetória de aumento, passando de 4,15% para 4,17% em relação à semana anterior. Já as estimativas para 2028 e 2029 se mantém estáveis em 3,7% e 3,5%, respectivamente.

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Mercado eleva projeção de inflação e vê Selic em 14% ao ano em 2026 Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), referência oficial da inflação no país, passou de 5,3% para 5,33% este ano. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (22), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

Mesmo após o anúncio de acordo para o fim da guerra no Oriente Médio, que vem pressionando o preço dos combustíveis e de alimentos, a previsão para o IPCA até o fim deste ano foi elevada pela décima quinta semana seguida, estourando o intervalo da meta que deve ser perseguida pelo BC.

Estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%.

Em maio, o preço dos alimentos pressionou a inflação oficial, que fechou em 0,58%. O IPCA acumulado em 12 meses ficou em 4,72%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), já fora do teto da meta de inflação.

Para 2027, a projeção da inflação subiu de 4,1% para 4,15%. Para 2028 e 2029, as estimativas são de 3,7% e 3,5%, respectivamente.

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida atualmente em 14,25% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. Na última reunião, semana passada, por unanimidade, o colegiado reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual, pela terceira vez seguida, apesar das tensões em torno do fim da guerra no Oriente Médio. As informações são da Agência Brasil.

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Mercado projeta inflação de 4,92% em 2026 Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

A expectativa do mercado financeiro para inflação e juros subiu na comparação com a semana passada. As projeções relacionadas a câmbio e economia se mantiveram estáveis, segundo o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (18) pelo Banco Central (BC).

De acordo com o levantamento, a previsão do mercado é de que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o indicador oficial de inflação do país, feche 2026 em 4,92%.

É a décima semana consecutiva com previsão de alta inflacionária. Na semana passada, o mercado projetava um índice ligeiramente menor (4,91%).

Há quatro semanas, a inflação projetada para 2026 estava em 4,8%. Para os anos subsequentes, as projeções de inflação são de 4% em 2027 e de 3,65% em 2028.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a inflação no Brasil desacelerou em abril, fechando o mês em 0,67%, pressionada pelos preços de alimentos e bebidas (1,34%).

Estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta de inflação para o Brasil é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%.

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Bahia deve ter a quarta maior safra de café do país em 2026, aponta IBGE Foto: Shutterstock

O Brasil deve manter, em 2026, a posição de maior produtor mundial de café, com estimativa de safra de 3,848 milhões de toneladas, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na Bahia, a produção prevista é de 227,9 mil toneladas, o que coloca o estado como o quarto maior produtor do país, com participação de 5,9% no total nacional.

Nesta terça-feira (14), quando se celebra o Dia Mundial do Café, ganham destaque os dados sobre a produção da bebida, presente no cotidiano dos brasileiros. O consumo disseminado no país acompanha a relevância econômica do produto, que mantém peso na produção agrícola e no orçamento das famílias.

Apesar da posição de destaque no ranking nacional, a produção baiana deve recuar 12,9% em relação a 2025, quando o estado colheu 261,6 mil toneladas. Mesmo com a queda, o volume projetado mantém a Bahia atrás apenas de Minas Gerais, Espírito Santo e São Paulo, principais produtores do país.

A produção baiana segue concentrada em dois tipos principais de grão, com predominância do café canephora, responsável por 58,4% da safra estimada para 2026, o equivalente a 133.055 toneladas. O café arábica deve representar 41,6% do total, com produção prevista de 94.800 toneladas.

Os dados mais recentes da Produção Agrícola Municipal indicam concentração da atividade em municípios do sul e sudoeste do estado. Em 2024, Itamaraju liderou a produção, com 26,1 mil toneladas, seguido por Prado, Barra da Estiva, Porto Seguro e Barra do Choça.

Além do volume produzido, o café mantém relevância econômica na agricultura baiana. Em 2024, a cultura gerou R$ 4,023 bilhões, o equivalente a 8,5% do valor total da produção agrícola do estado, ocupando a quarta posição entre os produtos pesquisados pelo IBGE.

O valor gerado pela cafeicultura apresentou crescimento de 47,7% entre 2023 e 2024, registrando a quinta alta anual consecutiva e o maior resultado desde o início da série histórica em 1994. O desempenho foi influenciado, entre outros fatores, pela valorização do produto no mercado.

O aumento de preços também impactou o consumidor, especialmente na Região Metropolitana de Salvador. O café moído teve alta de 42,68% em 2024, a maior entre os itens pesquisados para o cálculo do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), e voltou a subir em 2025, com variação de 42,91%, a segunda maior do período.

No início de 2026, o movimento apresentou mudança, com recuo de 1,03% no preço do produto no primeiro trimestre, segundo o IPCA-15. A variação interrompe a sequência de altas registradas nos dois anos anteriores, como explica o instituto.

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Mercado reduz previsão da inflação para 3,95% este ano Foto: Freepik

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) - referência oficial da inflação no país - passou de 3,97% para 3,95% em 2026. A estimativa está no boletim Focus desta quarta-feira (18), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

Para 2027, a projeção da inflação se manteve em 3,8%. Para 2028 e 2029, as previsões são de 3,5% para os dois anos.

Pela sexta semana seguida, a previsão para a inflação de 2026 foi reduzida e está dentro do intervalo da meta para a variação de preços que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5%, e o superior, 4,5%.

Em janeiro, a alta dos preços da conta de luz e da gasolina fizeram a inflação oficial do mês fechar em 0,33%, mesmo patamar de dezembro. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o resultado fez o IPCA acumular alta de 4,44% em 2025, dentro da meta do CMN.

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