Foto: WhatsApp/Achei Sudoeste Uma mulher de 35 anos foi morta a tiros dentro de sua própria casa na noite deste domingo (27), por volta das 18h, na Rua Genésio Souza Brito, no centro do município de Guajeru. O principal suspeito do crime é o ex-marido da vítima, de 33 anos, que descumpriu uma medida protetiva de urgência expedida em favor dela.
O 24º Batalhão de Polícia Militar (BPM), foi acionado por uma vizinha que ouviu os barulhos dos disparos de arma de fogo e encontrou a mulher caída no chão com sangramento intenso. Ao chegarem ao endereço, os policiais confirmaram o estado de inconsciência da vítima. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) compareceu ao local e atestou o óbito ainda na residência.
Segundo informou a corporação ao site Achei Sudoeste, o casal estava separado há quase dois anos, mas o homem mantinha uma rotina de ameaças constantes contra a vítima, mesmo ciente da ordem judicial que o proibia de se aproximar. Relatos de testemunhas colhidos no local apontam que o crime foi presenciado pelo filho mais velho do casal, um menino de 12 anos. Além do pré-adolescente, eles tinham outra criança, de 8 anos.
Vizinhos informaram às autoridades que o suspeito possui histórico de comportamento violento e seria usuário de entorpecentes. Logo após efetuar os disparos, ele fugiu do local a bordo de um veículo e permanece foragido.
Após a confirmação da morte, guarnições da Companhia de Emprego Tático Operacional (Ceto) iniciaram buscas ininterruptas para tentar localizar o agressor. A partir de denúncias anônimas sobre possíveis esconderijos do homem na região, as equipes encontraram uma espingarda calibre .32, estojos, pólvora e projéteis esféricos voltados para recarga de munição no primeiro endereço vistoriado. Em um segundo ponto de busca, os agentes apreenderam um coldre de revólver, possivelmente pertencente à arma empregada no feminicídio.
O caso segue sob investigação da Polícia Civil, enquanto as forças de segurança mantêm as diligências intensificadas para capturar o suspeito. Informações que auxiliem na localização do autor podem ser enviadas de forma anônima e sigilosa aos canais oficiais de denúncia das polícias locais.
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