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#CombateÀViolência

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Brasil
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Eleições 2026: Ronaldo Caiado oficializa pré-candidatura à Presidência pelo PSD Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A pré-candidatura à Presidência da República do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, pelo PSD, foi oficializada nesta segunda-feira (30). O anúncio foi feito durante uma coletiva de imprensa na sede do partido, em São Paulo, com a participação de diferentes lideranças políticas. Caiado agradeceu ao apoio dado pela legenda, a qual se filiou neste mês, falou sobre o combate à violência e destacou feitos à frente do estado de Goiás.

“Quero agradecer à maneira com que fui recebido no PSD, partido que tem uma estrutura sólida no país e me formulou o convite para que pudesse estar aqui, participando desse momento histórico na política brasileira. Onde colegas meus, muito bem avaliados e preparados, como Ratinho Jr. e Eduardo Leite, tivemos uma convivência sob o comando do Kassab e o colegiado interno do partido para que definir a candidatura”, falou o pré-candidato.

Caiado também falou sobre assuntos que serão debatidos durante as eleições deste ano, como o foco na segurança pública. “Não existe Estado Democrático de Direito em um país onde o narcotráfico tem, sob sua tutela, quase 60 milhões de brasileiros e que comanda grande parte do território brasileiro. Em qual país, que seja referência, existem áreas comandadas pelo crime?”, questionou Caiado, que criticou a condução do combate ao crime pelo Governo Federal.

“A complacência não pode ser admitida quando está em jogo a soberania de um país. Como governador de Estado, usei as prerrogativas como governador. Em Goiás, como vocês todos sabem, bandido não se cria. Nós temos a inteligência das nossas polícias, integração das nossas forças e temos um controle 100% dos nossos presídios” destacou.

Brumado
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2º Março Mulher será iniciado no sábado (07) com vasta programação em Brumado

A segunda edição do projeto Março Mulher, promovida pela Prefeitura de Brumado para celebrar o Dia Internacional da Mulher, será marcada por uma programação diversificada voltada à promoção de direitos, cidadania e bem-estar.

A abertura oficial das atividades acontece no próximo sábado (7), a partir de 18h, na Praça Coronel Zeca Leite. O evento contará com apresentações culturais e atividades lúdicas, reunindo a comunidade em um momento de celebração e reflexão.

No local, também serão instalados estandes para oferta de serviços de saúde, orientações sobre programas socioassistenciais e educacionais, além de aconselhamento jurídico e informações sobre os direitos das mulheres.

Segundo a secretária municipal de desenvolvimento social e cidadania, Magali do Carmo, o projeto representa um compromisso com a defesa dos direitos das mulheres, especialmente em temas como prevenção e combate à violência doméstica e outras formas de discriminação e vulnerabilidade.

Como parte da programação, o Março Mulher também promoverá uma caravana na zona rural de Brumado, ampliando o acesso às atividades e garantindo que mulheres das comunidades mais distantes também possam participar das ações ao longo do mês.

Confira a programação nos distritos rurais:

08/03 – Vila Presidente Vargas, 07h30 às 12h

14/03 – Umburanas - às 14h

15/03 – Ubiraçaba - às 07h30

21/03 – Itaquaraí - às 13h30

22/03 – Arrecife - às 07h30

28/03 – Lagoa Funda - às 07h30

Bahia
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SPM promove Campanha Março Mulher na valorização e defesa das mulheres baianas Foto: Divulgação/SPM-BA

Neste mês de março, a Secretaria de Políticas Para as Mulheres do Estado da Bahia (SPM-BA) irá realizar um conjunto de ações estratégicas em alusão ao Dia da Mulher.

Ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar, Neia Bastos, Chefe de Gabinete da SPM/BA, destacou que o Março Mulher será promovido de forma transversal em todo estado, ou seja, em parceria com outras secretarias, com os Municípios e com os movimentos em defesa das mulheres.

Segundo ela, o mês de março é um convite para repensar todas as lutas para garantia dos direitos das mulheres. Entre as ações, o combate à violência contra a mulher será destaque. “Precisamos da comoção e da indignação de mulheres e homens para darmos um basta às violências e toda e qualquer forma de privação de direitos das mulheres”, completou.

Bastos informou que a SPM dispõe de todo material para mobilização do Março Mulher, bastando os municípios entrarem em contato para divulgação das políticas públicas para as mulheres em seus territórios. “A ideia é que a gente possa chegar ao maior número de mulheres a fim de nossa mensagem seja espalhada”, apontou.

A programação conta com diversos eventos e ações voltadas pelo fim da violência contra as mulheres, entre as quais audiência pública, fórum, caminhada, corrida, palestras e seminários.

Palmas de Monte Alto
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Jovem é preso em Palmas de Monte Alto acusado de agredir a namorada Foto: Márcia Santana/SSP-BA

Nesta quarta-feira (25), por volta das 17h40, em Palmas de Monte Alto, após informação sobre a ocorrência de violência doméstica no Povoado do Agrestino, o 17º Batalhão de Polícia Militar (BPM) deslocou-se ao local, onde encontrou os envolvidos.

O autor, de 18 anos, foi localizado em estado de embriaguez. A vítima, também de 18 anos, relatou que foi agredida pelo companheiro depois de se recusar a acompanhá-lo em uma motocicleta.

Diante dos fatos, foi dada voz de prisão ao autor, que foi encaminhado inicialmente ao hospital e, posteriormente, juntamente com a vítima, à Delegacia de Polícia Civil para adoção das medidas legais cabíveis.

Justiça
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AGU obriga autor de feminicídio a ressarcir pensão do INSS Foto: José Cruz/Agência Brasil

Ações para responsabilizar financeiramente condenados por feminicídio por despesas com pensões por morte concedidas pelo INSS estão na mira da Advocacia-Geral da União (AGU).

Os processos com essa finalidade ajuizados pelo órgão federal cresceram oito vezes nos últimos três anos: passaram de 12, em 2023, para 54 em 2024 e, no ano passado, chegaram a 100. São as chamadas ações regressivas por feminicídio.

No início deste mês, por exemplo, a 2ª Vara Federal de Marília, em São Paulo, condenou um homem a ressarcir o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) pelos valores pagos com a pensão por morte em favor da dependente da ex-companheira, falecida em decorrência de crime qualificado como feminicídio praticado por ele.

A filha do casal tinha apenas dois anos de idade na época. O homem foi condenado pelo Tribunal do Júri à pena de 26 anos de reclusão.

Em razão do óbito, o INSS concedeu pensão à criança a partir de setembro de 2021, no valor mensal de R$ 1.518, com estimativa de manutenção até março de 2040. Com a ação regressiva, o homem terá de ressarcir a União pelos valores pagos e os futuros, assumindo o ônus financeiro da concessão do benefício, por ter sido o causador real do dano.

Desenvolvida pela AGU, a tese quer alcançar todos os benefícios previdenciários que forem pagos em decorrência de um feminicídio.

Em parceria com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o objetivo é cruzar dados nacionais de condenações com as informações do INSS, como explica Adriana Venturini, procuradora-geral Federal da AGU.

“A ideia é que agora a gente consiga fazer parcerias com todas as 27 unidades da federação através do CNJ. E, com o cruzamento dos dados, a gente possibilite que nenhum pagamento previdenciário decorrente de violência doméstica fique sem uma resposta da AGU no sentido de cobrar do agressor o ressarcimento. Porque não deve ficar a responsabilidade para a sociedade”.

A iniciativa busca ainda evitar que o próprio réu figure como beneficiário da pensão por morte, ressalta a representante da AGU.

“Assim que há condenação por feminicídio, o INSS é comunicado e ele evita que o pagamento seja feito se for em benefício do próprio réu. Se for em benefício do filho menor, o pagamento da pensão acontece automaticamente, porque ele não pode ser revitimizado, mas a gente cobra do causador da morte”.

Atualmente, a experiência está presente em 13 unidades da federação. Somente no ano passado, os processos cobraram 113 pensões por morte, com expectativa de recuperação de R$ 25 milhões aos cofres públicos.

Para Adriana Venturini, essa Política não se restringe ao ressarcimento financeiro aos cofres públicos, mas dialoga com iniciativas consolidadas de combate à violência de gênero.

“A ideia é que tenha um impacto preventivo e pedagógico, pensando na perspectiva da cultura de responsabilização integral”.

A AGU prepara o ajuizamento de dezenas de novas ações regressivas por feminicídio para o próximo mês, quando é celebrado o Dia Internacional da Mulher.

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