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Brumado: Delegado destaca importância da família no combate ao bullying e cyberbullying

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Brumado: Delegado destaca importância da família no combate ao bullying e cyberbullying Foto: WhatsApp/Achei Sudoeste

Nesta terça-feira (07), o delegado titular na Delegacia Territorial de Brumado, Wendell Nery, participou do projeto “O Conseg vai à escola”, promovido pelo Conselho Municipal de Segurança para debater temas importantes nas unidades de ensino.

Ao lado do juiz Genivaldo Alves Guimarães, o delegado ministrou uma palestra sobre o combate ao bullying e ao cyberbullying nas escolas.

Ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar, Wendell destacou que o tema é relevante não só para a comunidade escolar, mas para toda sociedade. “O bullying e o cyberbullying estão no nosso cotidiano, são praticados no ambiente escolar e fora dele. É importante que a gente conscientize não só os alunos, mas professores, pais e demais integrantes da sociedade sobre como evitar que ele ocorra e amparar as vítimas”, declarou.

O objetivo, conforme salientou, é criar uma rede de proteção para acolher crianças e adolescentes vítimas e disseminar o combate a esse tipo de prática.

O delegado ressaltou que, hoje, o Direito Penal aborda o tema e o bullying e o cyberbullying são considerados crimes. “Essas condutas criminosas podem se dar de diversas formas: com lesões provocadas e através de ameaças e humilhações. Inúmeras consequências são acarretadas para a vítima e temos que estar preparados para fazer esse acolhimento”, pontuou. Para o bullying, o Código Penal prevê uma pena de multa, à qual é somada outras penalidades em virtude de crimes associados, como a ameaça ou a lesão.

Wendell relatou que, uma vez identificado um caso de bullying, a escola, os pais e os órgãos públicos devem fazer o acompanhamento da criança, inclusive com suporte psicológico, a fim de evitar consequências mais graves. “Fazemos um alerta para o dever dos pais do cuidado e da responsabilidade para com seus filhos. Esse dever também é extensível ao verificar o que a criança ou adolescente está acessando na internet, agindo para evitar uma situação de suicídio ou outra gravidade. Precisamos estar atentos”, frisou.

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