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Brumado: Estado deixa de ser democrático ao querer proibir tratamento precoce contra a Covid-19, diz médico

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Brumado: Estado deixa de ser democrático ao querer proibir tratamento precoce contra a Covid-19, diz médico Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Em nota técnica, o Centro de Operações de Emergências em Saúde da Bahia (COE) recomendou a não prescrição dos medicamentos Cloroquina, Hidroxicloroquina, Nitazoxanida e Ivermectina no tratamento de pacientes com quadro suspeito ou confirmado de Covid-19. Em entrevista ao site Achei Sudoeste, o diretor do Centro de Atendimento Covid-19, em Brumado, médico Danilo Menezes, disse que os motivos para essa recomendação são múltiplos e um deles diz respeito ao fato de se tratar de drogas baratas e de baixo custo. Ele chegou a rebater a nota técnica (veja aqui). “Qualquer laboratório pode produzir uma caixa de Ivermectina, de Hidroxicloroquina. Estão sendo pesquisadas indicações de alto custo, como a que foi aprovada por último pela Sociedade de Infectologia, que tem um custo de 2 mil dólares por paciente. Um custo inviável. Acredito que seja uma questão financeira e ideológica. Virou uma politização em cima de tratamento”, avaliou. Menezes criticou o Estado por querer tirar o direito daqueles que desejam fazer uso das medicações, agindo de forma antidemocrática. “É falácia dizer que essas drogas são perigosas, aumentam o risco de morte e não têm efeito positivo no tratamento precoce. Existem trabalhos que comprovam a eficácia dessas drogas quando utilizadas de forma correta e na fase adequada”, salientou.

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