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BUSCA PELA CATEGORIA "Economia"

30 Ago 2016 - 12:30h

A deterioração no mercado de trabalho levou a um aumento na busca de adolescentes por emprego, o que está ajudando a piorar a evasão escolar no país. A taxa de desemprego na faixa etária entre 14 e 17 anos foi a que registrou maior aumento no segundo trimestre de 2016 ante o mesmo período do ano anterior: passou de 24,4% para 38,7%. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), apurados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com a Veja, a taxa de participação dos jovens entre 14 e 17 anos na força de trabalho vem crescendo desde o terceiro trimestre de 2014, o que mostra que cada vez mais jovens estão trabalhando. Como no segundo trimestre de 2016 a taxa de desemprego nessa faixa etária foi a que mais cresceu na comparação com um ano antes (atingindo 38,7%), isso significa que um número ainda maior de adolescentes tem procurado emprego. Para o pesquisador Sandro Sacchet, da Diretoria de Estudos Macroeconômicos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o aumento na evasão escolar para que os jovens possam trabalhar e complementar a renda da família é um fenômeno temporário, motivado pela crise.

30 Ago 2016 - 10:30h

O desemprego ficou em 11,6% no trimestre encerrado em julho, segundo dados divulgados nesta terça-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Considerando todos os trimestres, a taxa é a maior da série histórica, que teve início em 2012. No trimestre encerrado no mesmo período de 2015, o índice havia atingido 8,6% e no trimestre anterior, de fevereiro a abril deste ano, a taxa ficou em 11,2%. De maio a julho, a pesquisa estima que havia 11,8 milhões de pessoas desocupadas - o maior número desde o início da série. Na comparação com o mesmo trimestre de 2015, o aumento foi de 37,4%. De acordo com o G1, já em relação ao trimestre de fevereiro a abril de 2016, o contingente cresceu 3,8%. Por outro lado, a população ocupada estimada ficou em 90,5 milhões. Diante do mesmo período de 2015, foi registrada uma queda 1,8% e frente aos três meses anteriores, houve estabilidade. Desses trabalhadores empregados, 34,3 milhões tinham carteira assinada. Na comparação anual, o recuo é de 3,9% e na trimestral, não houve variação significativa, segundo o IBGE. Com o aumento do desemprego, caiu o rendimento médio dos trabalhadores, que ficou em R$ 1.985. Em relação ao mesmo trimestre do ano passado, a renda caiu 3% e sobre o período de fevereiro a abril, registrou estabilidade.

30 Ago 2016 - 00:00h

Os custos para promoção de qualquer candidato que entra nas disputas eleitorais pesam bastante na contabilidade de campanha. Embora este ano a justiça eleitoral tenha tabelado os valores a serem gastos pelos candidatos, o valor de cada material de campanha acaba sendo alto no seu contexto final. Por conta disso, em Brumado, os candidatos estão fazendo uma promoção considerada fria neste início de campanha, pois preferem investir no final do período eleitoral. O site Brumado Notícias fez um levantamento parcial dos valores de algumas ferramentas de campanha utilizadas pelos candidatos, o que aponta um custo considerável para quem tenta convencer o eleitor. Os santinhos estão como o carro chefe de campanha, pois é o material mais produzido nas gráficas: em média, os candidatos pagam R$ 450 a cada lote com 10 mil santinhos. Só na primeira semana de campanha foram confeccionados mais de 10 milhões de santinhos em Brumado, uma porcentagem de mais de 80% a mais em comparação com as eleições municipais de 2012. O perfurado adesivado que vai no pára-brisa traseiro do carro custa em média R$ 45 a unidade. O carro de propaganda voante cobra em média R$ 30 por hora de circulação; já a gravação de material de mídia em estúdio para o carro ou para a rádio fica em torno de R$ 70. Há também os custos com as pessoas que sacodem as bandeiras nas ruas, nas caminhadas e nos comícios, que variam entre R$ 20 e R$ 30, de acordo com o evento a ser coberto. Outros materiais também geram custos de campanha, como adesivos, cartazes, aluguel de muros para colar os cartazes, aluguel de sedes de comitês, e fogos de artifícios. Para os comerciantes do ramo está é uma oportunidade de faturamento extra no período. “As campanhas são chatas, sujam as ruas, mas também há o lado positivo da geração de receitas para parte do comércio e da população. Isso mostra que até a política no seu descrédito tem o seu lado positivo”, ponderou o eletricista Cláudio de Jesus.

29 Ago 2016 - 08:00h

A crise econômica mexeu no modo de consumir dos brumadenses. A avaliação vem da empresa que realiza a coleta de materiais reciclados no município. Segundo apurado pela empresa, os brumadenses deixaram de consumir em média 30% dos produtos industrializados considerados supérfluos ou de segundo plano na cesta básica. Um técnico de manutenção da empresa ponderou que o lixo revela muito sobre o consumo da comunidade. De acordo com ele, a queda no consumo desses produtos considerados de menor importância é registrada desde o segundo semestre do ano passado. A baixa é percebida diretamente na coleta das embalagens desses produtos, que caiu consideravelmente nos últimos meses. “Aqui temos um termômetro de como está o comércio alimentício local e daí podemos avaliar que, diante da crise, os brumadenses estão abandonando os supérfluos e investindo mais nos produtos do primeiro escalão da cesta básica”, disse o profissional da reciclagem ao site Brumado Notícias. Outra observação vem da inflação nos produtos de primeira linha da mesa dos consumidores, como o feijão e o arroz. Com o aumento dos preços dos grãos, os consumidores estão sendo obrigados a abrir mãos dos produtos secundários.  

27 Ago 2016 - 10:00h

Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) apontam que a Bahia perdeu postos de trabalho no último mês de julho. De acordo com o órgão, foram demitidos 53.264 trabalhadores com carteira assinada, enquanto 45.979 foram contratados, totalizando 7.285 postos de trabalhos perdidos. Os dados do Caged ainda destacam que o setor de serviços teve o maior número de demissões, 4.603 ao todo. Já o setor da indústria de transformação teve alta, contratando 1.163 trabalhadores com carteira assinada. As informações são do G1.

26 Ago 2016 - 09:00h

O Brasil perdeu 94.724 vagas formais de emprego em julho deste ano, informou na quinta-feira (25) o Ministério do Trabalho. O resultado do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) é fruto de 1.168.011 contratações e 1.262.735 demissões no período. No acumulado do ano, o saldo de postos fechados é de 623.520 pela série com ajuste, ou seja, incluindo informações passadas pelas empresas fora do prazo. Este é o pior resultado para o período desde o início da série, em 2002. De acordo com a Veja, o número de postos fechados em julho deste ano foi menos intenso do que no mesmo mês do ano passado, quando foram extintas 157.905 vagas. Ele superou, porém, o fechamento de 91.032 vagas formais de emprego em junho de 2016. No acumulado dos últimos 12 meses, o país encerrou julho com 1.706.459 vagas formais a menos. O número também considera os dados com ajuste.

25 Ago 2016 - 11:30h

O Índice de Confiança do Comércio (Icom) do Brasil avançou pelo quarto mês seguido, com altas nas medições da situação atual e das expectativas, informou nesta quinta-feira a Fundação Getulio Vargas (FGV). De acordo com a Reuters, o Icom subiu 7,2 pontos em agosto, atingindo 82,1 pontos. Na média móvel trimestral, o índice subiu 3,7 pontos e registrou a maior alta da série iniciada em março de 2010. “O resultado de agosto consolida a tendência de alta da confiança do comércio em 2016, com alguma melhora na percepção sobre o ambiente atual dos negócios. Ainda assim, a distância recorde de 21 pontos entre os índices que medem expectativas e percepção sobre o momento presente (IE e ISA) ilustra o fato de que, em agosto, o setor apresenta um grau de otimismo em relação ao futuro que se aproxima da neutralidade, mas continua enfrentando grandes dificuldades no dia a dia”, afirma o Superintendente de Produção de Bens Públicos da FGV/IBRE Aloisio Campelo Jr. No mês, o Índice de Expectativas (IE) subiu 8,2 pontos, para 93,0 pontos. Já o Índice da Situação Atual (ISA) avançou 5,9 pontos, a 72,0 pontos. A FGV divulgou anteriormente nesta semana que a confiança do consumidor avançou pelo quarto mês seguido em agosto, enquanto o resultado preliminar do Índice de Confiança da Indústria (ICI) caiu no mês, interrompendo uma sequência de cinco altas seguidas.

22 Ago 2016 - 15:30h

Os analistas do mercado financeiro baixaram sua estimativa de inflação para o ano que vem e também passaram a esperar uma expansão maior do Produto Interno Bruto (PIB) em 2017. Para este ano, as previsões não se alteraram. As expectativas foram coletadas pelo Banco Central na semana passada e divulgadas nesta segunda-feira (22), por meio do relatório de mercado, também conhecido como Focus. Mais de 100 instituições financeiras foram ouvidas. De acordo com o G1, a estimativa do mercado para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deste ano permaneceu estável em 7,31% na semana passada. Assim, permanece acima do teto de 6,5% do sistema de metas e bem distante do objetivo central de 4,5% fixado para 2016. Recentemente, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o IPCA - considerado a inflação oficial do país - atingiu 0,52% em julho, ganhando força. Considerando os últimos 12 meses, o índice é de 8,74%. Para 2017, a estimativa do mercado financeiro para a inflação recuou de 5,14% para 5,12%, informou o BC. Deste modo, permanece abaixo do teto de 6% - fixado para 2017 - mas ainda longe do objetivo central de 4,5% para o IPCA no período.

22 Ago 2016 - 11:30h

O congelamento dos juros básicos da economia não tem chegado ao consumidor final. Enquanto a taxa Selic está em 14,25% ao ano desde julho do ano passado, os juros para os tomadores de crédito não pararam de subir no período. As taxas foram encarecidas pela inadimplência, que impulsionou o spread bancário - diferença entre as taxas que os bancos pagam para captar recursos e as que cobram dos consumidores. De acordo com a Agência Brasil, somente em um intervalo de 12 meses, o spread médio subiu 9,2 pontos percentuais. Em junho, segundo os dados mais recentes divulgados pelo Banco Central (BC), o spread atingiu 39,7% ao ano. Esse é o nível mais alto registrado desde que a autoridade monetária mudou a metodologia de apuração das taxas de juros do sistema de crédito, em 2011. Depois de atingir o recorde de 15,2% ao ano em janeiro, a taxa média de captação para o crédito com recursos livres caiu para 9,9% ao ano em junho. Mesmo assim, as taxas finais médias para os consumidores não pararam de subir e totalizaram 52,2% ao ano em junho, também no maior nível desde o início da nova série histórica do Banco Central.

18 Ago 2016 - 12:30h

O novo prazo para sacar o Abono Salarial do Programa de Integração Social (PIS), ano-base 2014, termina em 15 dias (31/8) e 48.138 baianos ainda não sacaram o benefício. O valor é de um salário mínimo (R$ 880) e está disponível nas agências da Caixa. Após a data, os recursos que não foram sacados retornam para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), administrado pelo governo federal, e usados, entre outras finalidades, para ações de qualificação de trabalhadores.  Segundo o Ministério do Trabalho, têm direito ao abono salarial de 2015 as pessoas cadastradas no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos; com remuneração mensal média de até dois salários mínimos durante o ano-base de atribuição do benefício; e que exerceram atividade remunerada durante pelo menos 30 dias em 2014. Além disso, o trabalhador tem que ter seus dados informados pelo empregador (pessoa jurídica) corretamente na Relação Anual de Informações Sociais (Rais), documento enviado pelos empregadores ao ministério anualmente. De acordo com o Correio, o Ministério do Trabalho informou que tem enviado correspondências aos endereços de domicílio dos trabalhadores que têm direito a sacar o benefício. A correspondência enviada é apenas um lembrete, e o trabalhador que faz jus ao benefício não precisa aguardar a carta para sacar o abono nas agências do Banco do Brasil ou da Caixa Econômica Federal.

17 Ago 2016 - 12:30h

O desemprego subiu em todas as grandes regiões do país no segunto trimestre deste ano em relação mesmo período de 2015, segundo dados da Pnad Contínua, divulgados nesta quarta-feira (17) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com o G1, considerando todos locais, a taxa ficou 11,3%, conforme pesquisa já divulgada pelo instituto. A maior taxa foi observada no Nordeste. Em um ano, o índice de desemprego subiu de 10,3% para 13,2%. No primeiro trimestre deste ano, o índice havia ficado em 11,4%.Na sequência, entre as maiores taxas estão a Sudeste (de 8,3% para 11,7%), a Norte (de 8,5% para 11,2%)  e a Centro-Oeste (de 7,4% para 9,7%).

16 Ago 2016 - 14:30h

De acordo com dados divulgados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar, os planos de saúde tiveram redução no número de beneficiários pelo décimo terceiro mês consecutivo, chegando a 48,4 milhões em julho. Os números representam uma queda de 1,77 milhão no período, o equivalente a 3,5%. Em relação a junho, a queda foi de 156.498, e sete dentre as dez empresas com mais clientes tiveram redução. A ANS contabiliza os números de contratos de planos de saúde e, por isso, o número de indivíduos com plano pode ser menor que o número de beneficiários. Uma pessoa que tenha um plano pela empresa e outro particular seria contada como beneficiária duas vezes, por exemplo.

16 Ago 2016 - 08:30h

O Ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse que pode haver aumento de impostos para fechar as contas no ano que vem caso a arrecadação seja insuficiente. Segundo Meirelles, o importante é atingir equilíbrio fiscal, e a alta não está descartada se a receita ficar abaixo das expectativas. Ele acrescentou que as estimativas da arrecadação de impostos e contribuições para 2017 serão divulgadas até o fim do mês. De acordo com o Estadão, na última semana, o secretário de Acompanhamento Econômico da Fazenda, Mansueto Almeida, havia dito que as novas estimativas seriam calculadas e divulgadas ainda nesta semana, mas o ministro marcou para até o final do mês a publicação dos dados. Também será divulgado até 31 de agosto, segundo Meirelles, a nova projeção do governo para o crescimento do PIB no ano que vem. Segundo técnicos da Fazenda, se a nova expectativa saltar da atual 1,1% para 1,5%, automaticamente a arrecadação crescerá em 2017, não sendo necessário aumentar impostos. O ministro, no entanto, não descartou essa possibilidade.

 

14 Ago 2016 - 10:30h

A produção industrial está em crescimento ininterrupto desde março, o dólar desceu recentemente a seu menor nível em mais de um ano, a Bovespa sobe desde janeiro e tanto consumidores quanto empresários têm declarado uma confiança crescente na economia. Se levarmos em conta apenas esses indicadores, dá para pensar que a difícil recessão pela qual o país passa, a mais severa desde o início da década de 30 do século passado, é página virada. Mas o desemprego na casa dos dois dígitos, o desempenho muito ruim do comércio e dos serviços no primeiro semestre do ano e a previsão de retração, pelo segundo ano seguido, de mais de 3% do Produto Interno Bruto (PIB), indicador que mede a geração de riquezas do país, acendem o alerta: talvez seja cedo para o espocar de fogos. Afinal, a crise está no fim? É fato que muitos economistas têm visto indícios de melhora, mas é preciso fazer a ressalva: há sinais de avanço, o que não significa que a crise econômica esteja se encerrando. O país precisa avançar mais alguns degraus antes de decretarmos que o pior ficou para trás. Em geral, a retomada da atividade de um país em recessão – caso do Brasil, que vê sua economia encolher desde o segundo semestre de 2014 – ocorre em etapas. Os passos são paulatinos, a caminhada não é exatamente perfeita e há avanços e retrocessos ao longo do caminho. Ainda assim, é possível enxergar uma lógica – e o Brasil está antes da metade do caminho. As informações são da Veja.

12 Ago 2016 - 12:30h

Depois de três trimestres de prejuízo, a Petrobras registrou lucro de R$ 370 milhões no segundo trimestre de 2016, queda de 30% com relação aos R$ 531 milhões do mesmo período do ano anterior. O balanço da companhia, porém, continua sofrendo com itens não recorrentes, como provisões e baixas no valor de ativos investigados pela Operação Lava Jato. O balanço divulgado traz provisão de R$ 1,2 bilhão para pagar benefícios a cerca de 4 mil empregados que aderiram ao plano de demissão voluntária e baixa de R$ 1,1 bilhão no valor do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) após o cancelamento definitivo de algumas fases do projeto. O resultado apresenta melhora, porém, com relação ao trimestre anterior, quando a empresa teve prejuízo de R$ 1,246 bilhão. No acumulado do primeiro semestre de 2016, a Petrobras tem prejuízo de R$ 876 milhões. A valorização do real frente ao dólar no período ajudou a reduzir o endividamento líquido da estatal, que caiu 15%, de R$ 450,015 bilhões, ao fim do primeiro trimestre, para R$ 397,760 bilhões. Do ponto de vista operacional, a Petrobras tem melhorado sua produção de combustíveis e, consequentemente, as margens de venda dos produtos.

12 Ago 2016 - 09:30h

O ministro das Cidades, Bruno Araújo, anunciou nesta quinta-feira, em cerimônia no Palácio do Planalto com empresários do ramo da construção e com a presença do presidente em exercício, Michel Temer, que a pasta vai retomar as obras de 10 mil unidades do Programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV). A estratégia é um esforço de mostrar que o governo está empenhado em “retomar obras paradas”, como tem defendido Temer. Araújo também anunciou a contratação de unidades na nova faixa 1,5 do programa, atendendo famílias com renda bruta mensal limitada a 2.350 reais e a contratação de 400 mil unidades neste ano nas faixas 2 e 3. De acordo com a Veja, na nova modalidade, a família contará com subsídios de até 45.000 reais, conforme renda e localização do imóvel, além de juros reduzidos. Para a faixa 1,5, de acordo com os dados do Ministério das Cidades, estão destinados recursos no total de 3,8 bilhões de reais, sendo 1,4 bilhão de reais em subsídios e o restante em financiamento do FGTS, segundo comunicado do Ministério das Cidades.  O ministro informou o compromisso do governo de retomar obras. Segundo o balanço do ministério, o governo afastado da presidente Dilma Rousseff deixou 50,2 mil resistências com obras paralisadas. O presidente em exercício Michel Temer estima que a retomada e conclusão de 1.519 obras paralisadas do programa, de até 10 milhões de reais, vai custar “apenas” 1,8 bilhão de reais.

11 Ago 2016 - 17:30h

O volume do setor de serviços caiu 0,5% em relação a maio, segundo informou nesta quinta-feira (11) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação com junho de 2015, o setor registrou recuo de 3,4%, o maior para o mês de junho da série, iniciada em janeiro de 2012. No primeiro semestre e nos últimos 12 meses, o setor acumulava perdas de 4,9%. Entre as atividades pesquisadas pelo IBGE, na comparação mensal, mostraram resultados negativos os segmentos de serviços prestados às famílias (-0,5%), serviços profissionais, administrativos e complementares (-0,4%) e outros serviços (-1,5%). No primeiro trimestre, frente ao mesmo período de 2015, o segmento que registrou a maior queda foi de transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio (-7%), seguido dos serviços profissionais, administrativos e complementares (-3,3%); serviços prestados às famílias (-1,5%) e serviços de informação e comunicação (-1,2%). O segmento de outros serviços registrou variação nula (0,0%) e as atividades turísticas, queda de 2%.

11 Ago 2016 - 12:00h

A Magnesita Refratários S.A. registrou lucro de US$ 45,4 milhões entre janeiro e junho de 2016, revertendo o prejuízo de US$ 5 milhões no mesmo período de 2015, devido à melhora no resultado operacional e o efeito positivo de variações cambiais. O Ebitda ajustado da companhia foi de US$ 80,5 milhões no período, com margem de 16,5% comparada a 15,4% no mesmo período do ano anterior. A receita líquida atingiu US$ 486,8 milhões, queda de 9% ante o primeiro semestre de 2015. O CEO da Magnesita, Octavio Lopes, afirmou que, mesmo diante da queda nas vendas por conta do recuo na produção de aço nos principais mercados da Magnesita, a companhia entregou resultados consistentes. O executivo ressaltou ainda a melhora nas margens da companhia. “Nossa rentabilidade também aumentou, com as margens bruta e Ebitda atingindo 34,1% e 16,5%, respectivamente, 200 pontos-base e 110 pontos-base sobre o ano anterior. Essa melhora é notória diante de pressões inflacionárias na América do Sul e queda nas vendas”. Apesar do ambiente econômico adverso, Lopes afirma que as perspectivas para o segundo semestre são mais construtivas em algumas regiões, especialmente os EUA, principal mercado da companhia.

10 Ago 2016 - 10:30h

A medalha olímpica é desenvolvida pela Casa da Moeda e, no total, foram produzidas ao todo 5.130 medalhas, objeto de desejo de 10.500 atletas de 206 países. Sua composição atual é de 92,5% de prata; 6,16% de cobre e apenas 1,34% de ouro. O Comitê Olímpico Internacional estabelece que cada medalha de ouro deve conter pelo menos 6 gramas de ouro 24 quilates. As medalhas da Rio 2016 pesam cerca de 500 gramas. Seu valor, calculado com base na sua composição, é de cerca de US$ 600, de acordo com estimativas do Conselho Mundial de Ouro. As últimas medalhas douradas feitas inteiramente de ouro foram entregues nos Jogos Olímpicos de 1912. Segundo a Cada da Moeda, mais de 30% da prata e do bronze utilizados são reciclados, enquanto o ouro utilizado é totalmente isento de mercúrio. As fitas das medalhas foram tecidas, em média, com 50% de fios PET, também reciclados. Nas 2.642 medalhas paralímpicas, a grande novidade é a acessibilidade. A composição metálica, o formato e os relevos são os mesmos da olímpica. O que muda são os desenhos e um dispositivo interno que emite sons metálicos, permitindo que atletas com deficiência visual possam identificá-las. As medalhas contam com uma espécie de guizo interno com esferas de aço. A de bronze contém 16 esferas, a de prata 20 e a de ouro 28, o que permite a diferenciação sonora entre elas.

09 Ago 2016 - 12:30h

De acordo com informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as vendas do comércio varejista brasileiro tiveram variação positiva de 0,1% em junho na comparação com o mês anterior. No primeiro semestre, o varejo acumula queda de 7% e, em 12 meses, de 6,7%, a maior da série histórica, que começa em 2001. Na comparação com maio do ano passado, a retração é de 5,3%. Foi registrada estabilidade, na comparação mensal, nos setores de combustíveis e lubrificantes (-0,1%); móveis e eletrodomésticos (-0,1%); e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (-0,2%). O que pressionou negativamente a média global do varejo foram as vendas de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, que recuaram 0,4%, seguido por equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-3,6%). Contribuíram para que a queda não fosse ainda maior o avanço no volume de vendas nos segmentos de tecidos, vestuário e calçados (0,7%) e outros artigos de uso pessoal e doméstico (0,8%), seguidos por livros, jornais, revistas e papelaria (0,6%).