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Comércio de livros tem queda nas vendas e no faturamento em 2016

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Comércio de livros tem queda nas vendas e no faturamento em 2016 Foto: Reprodução

Foi uma história com final infeliz – e previsível. Em um ano de crise econômica e sem um fenômeno equivalente aos livros de colorir para adultos, o mercado editorial brasileiro fechou 2016 com uma queda de 9,2% em faturamento (considerando a inflação). Os números foram estes: R$ 1,62 bilhão em 2015 e R$ 1,57 bilhão no ano passado. Vale registrar que 2016 foi cheio de “spoilers”, com repetidos resultados negativos ao longo de toda a temporada (só no primeiro semestre, o recuo havia sido de 15,61%). Nos últimos episódios, a black friday e o Natal apareceram para melhorar discretamente a situação, mas não a ponto de garantir saldo positivo. Para tentar reagir ao cenário desfavorável, o setor aumentou o preço médio do livro: de R$ 36,59 em 2015 para R$ 39,77 em 2016 – um acréscimo de 8,69% (acima da inflação no período, que foi de 6,29%). Além disso, o número de exemplares vendidos diminuiu 10,84%: de 44,2 milhões de obras em 2015 contra 39,4 milhões em 2016. Esses números todos estão na edição mais recente do Painel das Vendas de Livros do Brasil, que saiu na semana passada. Divulgado mês a mês e agora com o balanço do ano inteiro, o é feito pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel) e pela Nielsen. A pesquisa baseia-se no resultado da Nielsen BookScan Brasil, que verifica as vendas em livrarias, supermercados e bancas.

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