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12 Fev 2019 - 10:30h

Cerca de 70 deputados da França foram vítimas de ataques em seus escritórios ou residências desde o começo das manifestações dos “coletes amarelos” há três meses, segundo números revelados pelo ministro do Interior, Christophe Castaner, e divulgados pelo jornal Le Parisien. A estatísticas foram publicadas depois que o presidente da Assembleia Nacional, Richard Ferrand, denunciou neste fim de semana um incêndio provocado em sua residência em Finistère, na região de Bretanha. “Sinto muita raiva diante de um gesto assim. Assumir um cargo é se expor à crítica, mas esta violência e estas intimidações são inaceitáveis. Sempre estarei do lado dos deputados que, como Richard, encarnam a nossa democracia”, afirmou o primeiro-ministro, Édouard Philippe, após o ocorrido. Os principais líderes da oposição, desde Marine Le Pen, de ultradireita até, ao esquerdista Jean-Luc Mélenchon, mostraram solidariedade com o presidente da AN. O movimento dos coletes amarelos começou em outubro passado, de maneira espontânea e sem lideranças, em protesto contra a política do governo de Macron de aumento dos preços dos combustíveis fósseis. Com o recuo do Palácio do Eliseu, os manifestantes continuaram com protestos, sempre nos sábados, contra o custo de vida alto e reformas em curso.

06 Fev 2019 - 07:30h

O WhatsApp agora permite usar Touch ID (impressão digital) para bloquear o app no iPhone (iOS). O recurso da Apple deixa colocar uma senha de bloqueio como método de proteção via Touch ID – essa função se aplica aos modelos iPhone 5S e superiores (até iPhone 8 e 8 Plus). A atualização faz parte da versão 2.19.20 e adiciona uma camada extra de proteção aos celulares com o suporte aos leitores biométricos. De acordo com o Tech Tudo, no caso dos iPhones X, XS, XS Max e XR, o Face ID faz a proteção via reconhecimento facial – saiba como usar. Por outro lado, as notificações continuam a aparecer na tela de bloqueio e as respostas rápidas podem ser utilizadas, mesmo com a confirmação biométrica ativada.

29 Jan 2019 - 15:30h

O Brasil caiu dois pontos em 2018 no Índice de Percepção da Corrupção (IPC) da Transparência Internacional, divulgado nesta terça-feira, e caiu nove posições no ranking de países. A nota do país foi de 35 pontos no ano passado, contra 37 em 2017. A escala vai de 0 a 100 e quanto menor o valor, maior a percepção de corrupção. Na apresentação do relatório, na manhã desta terça-feira, o conselheiro da IPC no país, Joaquim Falcão, citou o impacto do fenômeno nos investidores como no caso da Vale, após a tragédia em Brumadinho (MG). Foi a terceira redução seguida na pontuação do Brasil. Além disso, o índice do país foi o pior desde 2012, quando começou a vigorar a atual metodologia do estudo. De acordo com o jornal o Globo, o Brasil ficou em 105 no ranking, entre 180 países, empatado com Argélia, Armênia, Costa do Marfim, Egito, El Salvador, Peru, Timor Leste e Zâmbia. A Dinamarca ficou em primeiro lugar. O Índice de Percepção da Corrupção é calculado a partir de 13 fontes de dados diferentes, de 12 instituições distintas, que estimam as percepções de profissionais do mercado e especialistas sobre a corrupção no setor público.

29 Jan 2019 - 09:30h

Uma cena chocante foi registrada por moradores da cidade de Santa Teresa, na Austrália, e demonstra os impactos ambientais causados por uma onda de calor que atingiu o país nos últimos meses: dezenas de cavalos selvagens foram encontrados mortos em uma região que era conhecida por abrigar fontes de água potável. Os corpos estavam dispostos em uma extensão de quase 100 metros. Em texto publicado no Facebook, um morador da região afirmou que os cavalos morreram com sinais de desidratação em uma região conhecida como Deep Hole (Buraco Profundo, em português). O local abrigava uma reserva de água que, segundo os relatos, nunca esteve seca. Os corpos só foram localizados porque as autoridades locais decidiram verificar o quanto a onda de calor havia impactado os níveis de água naquela área: ao se aproximarem, notaram que o terreno estava completamente seco e ao menos 40 carcaças de cavalos se estendiam pela região. Alguns animais foram encontrados com vida, mas suas condições de saúde eram tão críticas que tiveram de ser sacrificados. A morte dos animais aconteceu após as cidades situadas na região central da Austrália enfrentarem 12 dias consecutivos com temperaturas superiores a 42ºC. Termômetros de algumas localidades registraram quase 50ºC. Cavalos selvagens são comuns na região e, caso as chuvas demorem a aparecer, as autoridades temem que mais animais correrão o risco de morrer por conta da desidratação. Além disso, a presença da carcaça dos animais nas nascentes dos rios e reservas de água é um risco de contaminação para os moradores das cidades. As informações são da Revista Galileu.

24 Jan 2019 - 09:30h

O Escritório do Xerife do Condato de Maricopa, no Arizona, divulgou, nesta quarta-feira, a foto dos registros policiais referentes ao enfermeiro Nathan Sutherland, de 36 anos, preso pelo abuso sexual de uma paciente em estado vegetativo há 14 anos que deu à luz um menino no dia 29 de dezembro. A prisão dele foi anunciada à imprensa em uma entrevista coletiva. De acordo com o jornal Extra, um teste de DNA confirmou a paternidade do suspeito, que era responsável por cuidar da vítima na clínica Hacienda Healthcare, na cidade de Phoenix, informou a emissora FOX 10. Funcionários disseram que não tinham ideia de que ela estava grávida e os registros do tribunal dizem que seu último físico conhecido foi em abril. Segundo a polícia, o bebê passa bem e será cuidado por parentes da paciente, membros de uma tribo nativo americana. Em um comunicado, a unidade de saúde pediu desculpas aos parentes da vítima, à comunidade local e aos demais funcionários pelo ocorrido. A clínica informou que demitiu o funcionário assim que ele foi preso e que continua à disposição das autoridades para contribuir com as investigações. “Nas últimas duas semanas, a equipe Hacienda aumentou as medidas de segurança para garantir a segurança de todos os nossos pacientes. Continuaremos a fazer isso. Também continuaremos a revisar e melhorar o que já é um processo de verificação aprofundada para os funcionários no Hacienda”, afirma trecho da nota. O parto da paciente pegou os funcionários de surpresa. Eles disseram não ter percebido que ela estava grávida.

22 Jan 2019 - 14:30h

O presidente Jair Bolsonaro realizou seu primeiro discurso internacional do mandato nesta terça-feira, 22, no Fórum Econômico Mundial, em Davos (Suíça). Em fala com cerca de seis minutos, o mandatário afirmou ter entre seus principais objetivos a criação de um “novo Brasil”, com destaque para reformas econômicas. Em um dos pontos mais precisos do discurso declarou que sua equipe econômica, liderada por Paulo Guedes, colocará o país entre os 50 melhores países para se fazer negócios. Bolsonaro declarou que assumiu o Brasil em meio a “uma profunda crise ética, moral e econômica” e que seu governo goza “de credibilidade para fazer as reformas de que precisamos e que o mundo espera de nós”, já que, afirmou, é a “primeira vez em que um presidente montou uma equipe de ministros qualificados”. Entre os membros presentes em sua comitiva para o encontro na Suíça, o presidente mencionou o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, como o “homem certo para o combate à corrupção e lavagem de dinheiro”, e o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, que, segundo ele, o ajudará a implementar uma política “sem viés ideológico” nas relações internacionais, interligando o país ao resto do mundo com práticas como as adotadas e promovidas pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).  O governante ainda exaltou o potencial turístico subaproveitado do Brasil, que não está nem entre os 40 países mais visitados do mundo, ressaltando suas belezas naturais e afirmando que a nação é líder em preservação do meio ambiente: “conheçam a nossa Amazônia, nossas praias, nossas cidades e nosso Pantanal. O Brasil é um paraíso, mas ainda é pouco conhecido”, disse Bolsonaro.

21 Jan 2019 - 16:30h

Em mais um esforço para combater a difusão de notícias falsas, o WhatsApp anunciou nesta segunda-feira que as mensagens poderão ser encaminhadas para cinco contatos, de indivíduos ou grupos. A medida reforça política adotada anteriormente, de limitar os encaminhamentos a 20 destinatários. “Estamos impondo um limite de cinco mensagens em todo o mundo a partir de hoje”, afirmou Victoria Grand, vice-presidente de Comunicações do WhatsApp, em evento em Jacarta. Segundo Carl Woog, diretor de Comunicações da companhia, a atualização será lançada ainda nesta segunda-feira, primeiro para Android e depois para iOS.

16 Jan 2019 - 13:30h

Um homem que quase morreu ao ser esfaqueado 13 vezes pela namorada a pediu em casamento em um tribunal de Nizhnekamsk (Rússia), onde ela está sendo julgada pelo crime. A ré, que não teve o nome revelado, pode ser condenada a até seis anos de prisão por causa do ataque. Porém a vítima, identificada como Shakur, pediu que o juiz não condene a amada à prisão. Shakur ficou hospitalizado por três semanas, com ferimentos em várias partes do corpo. De acordo com o jornal Extra, a namorada disse que o ataque foi motivado pelo fato de estar alcoolizada durante uma briga. Ela garantiu não ter tido intenção de matar Shakur, de acordo com reportagem da emissora NTV. O motivo da briga do casal não foi revelado.

15 Jan 2019 - 11:30h

O prefeito da cidade polonesa de Gdansk, Pawel Adamowicz, morreu nesta segunda-feira (14), um dia após ser esfaqueado diante de centenas de pessoas durante um evento de caridade. “Não conseguimos vencer”, disse o ministro da Saúde, Lukasz Szumowski, de acordo com a rede TVN, citada pela agência Reuters. “Apesar de todos os nossos esforços, não conseguimos salvá-lo”, disse Tomasz Stefaniak, médico que operou o prefeito no hospital universitário de Gdansk, citado pela agência PAP. O ataque ocorreu pouco antes das 20h do horário local. O agressor invadiu o palco onde Adamowicz estava, o atacou com uma faca grande e exibiu a arma ao público. Depois, ele pegou o microfone e afirmou, de acordo com a agência France Presse, que foi injustamente levado para a cadeia pelo governo anterior, que o teria "torturado" na prisão. "É por isso que Adamowicz vai morrer", afirmou. O Plataforma Cívica (PO), partido do governo anterior, apoiou a reeleição de Adamowicz no município, em 2018. O agressor foi detido logo depois do crime por agentes de segurança, sem resistência.

28 Dez 2018 - 10:30h

O governo da Indonésia elevou, nesta quinta-feira 27, o nível de alerta para o vulcão que provocou um tsunami no Estreito de Sunda, cuja atividade pode, segundo os cientistas, gerar uma nova onda letal. As autoridades aumentaram o nível de alerta para “elevado”, ou seja, o segundo grau mais importante. A aviação civil recomendou que todos os voos evitem a região. Medidas também determinam a ampliação para cinco quilômetros do raio da zona proibida ao redor do vulcão Anak Krakatoa, o “filho” do lendário Krakatoa. Os habitantes receberam ordens para que permaneçam afastados do litoral, após o tsunami que atingiu as costas do estreito, entre as ilhas de Sumatra e Java. De acordo com os cientistas, a catástrofe de sábado foi provocada por uma erupção moderada do Anak Krakatoa, que gerou uma avalanche submarina de parte do vulcão e o deslocamento de grandes massas de água. O balanço mais recente da tragédia registra 430 mortos, 1.495 feridos e 159 desaparecidos. De acordo com a Veja, Anak Krakatoa, um dos 127 vulcões ativos da Indonésia, é uma pequena ilha vulcânica que surgiu no oceano meio século depois da letal erupção do vulcão Krakatoa em 1883. Naquela ocasião, uma coluna de cinzas, pedras e fumaça foi expelida a mais de 20 km de altura, o que deixou a região no escuro e provocou um grande tsunami, com repercussões em todo mundo. A catástrofe deixou mais de 36.000 mortos.

28 Dez 2018 - 09:30h

Chamas, terremotos, furacões, tormentas, inundações, erupções vulcânicas e até mesmo tempestades de areia trouxeram destruição e desesperado para milhões de pessoas ao longo de 2018. Os 17 desastres naturais mais graves do ano atingiram 11 países e ceifaram 5.425 vidas. A Indonésia foi palco de três tragédias, e os Estados Unidos, de quatro. De acordo com a Veja, boa parte dos acidentes foi potencializada pelo processo de aquecimento climático do planeta, cujo principal efeito é justamente tornar mais fortes e agressivos os fenômenos naturais. No momento em que líderes, como o americano Donald Trump, desconsideram a ação humana sobre a mudança no clima e prometem rasgar compromissos para impedir o aumento da temperatura da terra, as pesquisas científicas evidenciam incontestavelmente que os acidentes naturais continuarão a cobrar vidas e perdas materiais.

11 Dez 2018 - 18:30h

A alfândega do porto de Caen, no norte da França, apreendeu cerca de 1,6 tonelada de cocaína de um navio proveniente do Brasil. Segundo o governo francês, a droga estava escondida entre blocos de madeira. A apreensão ocorreu na quinta-feira (6). Ao G1, a Polícia Federal brasileira confirmou que a droga saiu do porto Vila do Conde, em Barcarena, no Pará. O órgão afirmou que “foi informado e está investigando os fatos”. Segundo a rede de televisão France 3, as autoridades descobriram a droga quando uma das placas de madeira caiu no chão durante as operações de descargas. O negociante, então, entrou em contato com a polícia. As autoridades locais abriram um inquérito para apurar o caso, tratado como importação organizada de narcóticos, transporte e armazenamento de drogas e associação criminosa. Segundo as autoridades de alfândega da França, a investigação corre em sigilo.

10 Dez 2018 - 12:30h

Os acidentes de trânsito são responsáveis pela morte de mais de um milhão de pessoas por ano em todo o mundo, alerta relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgado na sexta-feira (07). Segundo a entidade, as lesões causadas pelo trânsito são a principal causa de morte entre crianças e jovens com idade entre 5 e 29 anos. O documento ainda ressaltou que o número de mortes tem aumentado de modo constante: em 2009, por exemplo, haviam sido registrados 1,2 milhão de óbitos; em 2018, subiu para 1,35 milhão. Mais da metade de todas as mortes no trânsito estão entre os usuários vulneráveis ??de via pública (pedestres, ciclistas e motociclistas). Globalmente, 29% das vítimas são ocupantes de carros, 28% são usuários de veículos motorizados (duas ou três rodas), 26% são pedestres e ciclistas, e os 17% restantes são usuários de estradas não identificados.  Para especialistas, estas mortes estão relacionadas à redução dos esforços dos governos nacionais na busca por soluções para reverter o problema. Apesar disso, desde a última edição do relatório da OMS – divulgado em 2015 – três regiões do mundo mostraram queda nas taxas de mortalidade nas estradas: América, Europa e o Pacífico Oeste, região que registrou a redução mais expressiva. Os analistas atribuem os resultados positivos em grande parte a legislações mais severas relacionadas aos principais riscos no trânsito, como velocidade, consumo de álcool, direção perigosa e ausência de cintos de segurança, capacetes de motociclistas ou cadeirinhas para crianças.

04 Dez 2018 - 13:30h

Há muitos pré-requisitos para que um planeta seja considerado apto a abrigar qualquer forma de vida. Por exemplo, a necessidade de existir atividade geológica e uma atmosfera em função da gravidade superficial e, além disso, sua órbita precisa estar na zona habitável do sistema planetário (ou seja, na região que permite a existência de água líquida na superfície do corpo celeste). Apesar dessas limitações, tudo indica que podem existir muitos planetas candidatos a servir de residência para animais e plantas no universo. Nem precisa ir muito longe. Já há diversas possibilidades em nossa vizinhança, a Via Láctea. É o que constatou um grupo de cientistas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) que, ao lado de colaboradores internacionais, investigou o assunto em artigo publicado no periódico inglês Monthly Notices of Royal Astronomical Society (MNRAS).  Ao longo da pesquisa, os estudiosos analisaram um total de 53 gêmeas solares (estrelas com temperatura, gravidade e composição química superficiais próximos aos do Sol) por meio do uso de um espectrógrafo instalado em um telescópio de 3,6 metros do European Southern Observatory, no Chile. O espectrógrafo serve para registrar e analisar o espectro eletromagnético de cores dos corpos celestes, que vão desde os comprimentos de onda mais curtos (ultravioleta ou violeta) aos mais longos (a exemplo do infravermelho). Os profissionais concluíram que planetas rochosos ao redor dessas gêmeas solares apresentam grandes probabilidades de possuírem tectonismo (isto é, um tipo de atividade geológica), o que aumenta significativamente a sua habitabilidade. A pesquisa revelou também que esses corpos apresentam condições geológicas favoráveis não só para a manutenção, mas para o surgimento da vida. Ademais, o estudo apontou que a vida pode estar espalhada pela galáxia e ter surgido, originalmente, em qualquer lugar.

18 Out 2018 - 16:30h

O uso recreativo da maconha passou a ser legal no Canadá nesta quarta-feira. O país é o primeiro do G7 e o segundo do mundo a permitir o livre consumo da droga. A partir de hoje, o porte de até 30 gramas de maconha é permitido. Os canadenses também podem cultivar até quatro plantas de cannabis em suas casas. A medida foi uma promessa de campanha do primeiro-ministro Justin Trudeau. As leis aprovadas em junho regulam a produção, a comercialização e o consumo da droga. A posse de maconha se tornou crime no Canadá em 1923, mas o uso medicinal é legal desde 2001. O objetivo da legalização, segundo seus defensores, é acabar com o mercado negro e diminuir o consumo de maconha entre os jovens. Médicos e agentes de saúde pública do governo que se opuseram às novas leis, contudo, dizem que o consumo da droga pode ser tão prejudicial à saúde quanto o tabaco. Pelas normas, os canadenses precisam ter 18 anos para comprar maconha. Porém, há províncias que elevaram a exigência da idade para 21 anos, como Quebec. Não é autorizado fumar em lugares públicos. A maconha não será vendida nos mesmos locais onde hoje se pode comprar álcool ou tabaco. Espera-se que os consumidores comprem a droga de varejistas regulados pelas autoridades provinciais ou regionais, assim como de produtores licenciados pelo governo federal. Assim que as primeiras lojas autorizadas a comercializar a droga abriram suas portas nesta quarta, longas filas se formaram em várias cidades do Canadá. Algumas pessoas aplaudiram e usaram as buzinas dos carros para comemorar. O Canadá se tornou o segundo país do mundo a legalizar o uso da maconha para fins recreativos, depois do Uruguai, que adotou a medida em 2013.

18 Out 2018 - 07:30h

Uma equipe internacional de astrônomos anunciou nesta quarta-feira a descoberta da maior estrutura já encontrada no espaço, um superaglomerado ancestral de galáxias com massa de mais de um milhão de bilhões de vezes a do Sol. Hyperion, como foi batizada, é a maior estrutura já vista nos primeiros 5 bilhões de anos do Universo. Para compreender isto, precisamos lembrar que há um consenso no meio astronômico de que o Big Bang, ou seja, a explosão fundamental que deu origem ao Universo, ocorreu entre 13,3 bilhões e 13,9 bilhões de anos atrás. Quando os cientistas miram telescópios para os confins do espaço, eles estão sempre observando o passado - afinal, a luz viaja a uma velocidade de 300 mil quilômetros por segundo e, ao olhar para o céu, o que se vê é a luz emitida pelos astros, sempre com algum grau de “delay”. Por exemplo: a luz do nosso Sol, que está "perto" - em termos astronômicos -, chega a nós com um atraso de 8 minutos, que é o tempo que a luz demora para percorrer a distância. No caso de Hyperion, ela está tão distante que a imagem obtida pelos cientistas é um retrato de mais de 11 bilhões de anos atrás - calcula-se que o superaglomerado ancestral de galáxias seja de quando o Universo era um jovem de 2,3 bilhões de anos. Hyperion recebeu este nome por causa de suas dimensões colossoais em referência a um dos titãs da mitologia grega. Em português, é também chamado de Hiperião, Hipérion ou Hiperíon.

15 Out 2018 - 12:30h

Criticado por especialistas e consolidado como uma importante ferramente de propagação de fake news, com grande impacto nas eleições presidenciais do Brasil, o WhatsApp colocou no ar em algumas rádios do país uma propaganda para discutir as fake news. O anúncio pede para os usuários checarem as informações recebidas antes de, de forma automática, as repassarem para frente. O anúncio tem caráter pedagógico. O objetivo é ensinar às pessoas a identificar uma notícia falsa – e interromper uma corrente em que se espalha áudios, memes e links de conteúdos inverídicos. O anúncio informa que mensagens encaminhas por fontes desconhecidas, com falta de evidências e que incitem a violência não devem ser repassadas. Ao contrário, o usuário precisa avisar aos amigos que o mesmos estão compartilhando conteúdo de origem duvidosa ou falso. Também pede cuidado para averiguar as notícias antes de passar para grupos ou contatos. A propaganda avisa que fotos, vídeos e áudios podem ser manipulados e editados para denegrir ou enaltecer determinada pessoa. O WhatsApp tem 120 milhões de usuários ativos no Brasil e 1,5 bilhão em todo o mundo.

13 Out 2018 - 09:30h

O Facebook informou em comunicado, nesta sexta-feira, 12, que 30 milhões de usuários tiveram de fato dados roubados da rede social. Em 28 de setembro, a empresa informou ter descoberto uma falha que havia tornado quase 50 milhões de contas vulneráveis a ataques de hackers. Hoje, ela detalha as investigações posteriores, mostrando que a falha de segurança afetou menos usuários do que antes estimado. A empresa diz que continua a investigar o problema e não descarta a possibilidade de outros ataques em escala menor. Os autores do ataque cibernético hoje detalhado exploraram uma vulnerabilidade no código do Facebook que existiu entre julho de 2017 e setembro de 2018, diz a empresa. Segundo o comunicado, hackers conseguiam roubar os códigos de segurança de outros usuários, tomando suas contas. A companhia afirma que o problema já foi solucionado anteriormente e que nos próximos dias enviará mensagens individuais para os 30 milhões de afetados para explicá-los que informações os autores do ataque podem ter acessado, bem como as medidas para se proteger. Em parte dos casos, foram roubadas informações como o nome e detalhes do contato das pessoas, enquanto em outras também houve acesso a mais detalhes, diz o Facebook. Em 1 milhão de pessoas, não houve acesso a informações pessoais.

11 Out 2018 - 12:30h

Com base em dados relacionados a redes sociais e ao transporte público, pesquisadores liderados pela Universidade de Cambridge, na Inglaterra, conseguiram prever se um novo negócio iria falir em até seis meses. Com uma precisão de 80%, o modelo elaborado pelos cientistas leva em conta principalmente a localização do estabelecimento e a quantidade de pessoas que o visitam para determinar o seu sucesso. A pesquisa considerou mais de 74 milhões de check-ins feitos na mídia social Foursquare em dez cidades, entre elas Londres, Singapura, Nova York e Paris, e cruzou as informações obtidas com dados de 181 milhões de corridas de táxi em Nova York e Singapura. Os critérios utilizados foram três: os padrões de visitas que cada região recebia em cada hora do dia, o número de pessoas de outras áreas que visitavam cada região e o bairro em que se localizavam. O resultado final foi de que, mesmo sem possuir informações relativas, por exemplo, ao nível de satisfação do cliente de cada loja ou sobre a qualidade dos produtos vendidos, a pesquisa foi bem-sucedida em apontar o futuro próximo dos negócios estudados. O acerto sobre se haveria ou não falência se deu em 4 a cada 5 vezes. Uma importante tendência observada pelo estudo foi a de que estabelecimentos presentes em diversos bairros diferentes tendem a sobreviver por mais tempo. Outro interessante fato registrado é o de que negócios que são populares durante todo o dia, em vez de só em certos momentos, têm menores probabilidades de falir.

11 Out 2018 - 10:30h

O serviço de troca de mensagens WhatsApp, que pertence ao Facebook, afirmou na quarta-feira, 10, que resolveu o mais recente problema em sua plataforma, que permitiu que hackers comandassem aplicativos de usuários quando eles atendiam chamadas de vídeo. O anúncio ocorreu depois de notícias dos sites de tecnologia ZDnet e The Register de que a vulnerabilidade, que afetou os aplicativos do WhatsApp em smartphones Apple e Android, foi descoberta no fim de agosto e corrigida pelo Facebook no início de outubro. O WhatsApp é utilizado por mais de 1,2 bilhão de pessoas no mundo e é uma ferramenta fundamental para as comunicações e comércio de muitos países. O aplicativo foi comprado pelo Facebook em 2014 por 19 bilhões de dólares.